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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

MEDIUNIDADE SEGUNDO KARDEC





















Depois de concluir a Codificação, Kardec continuou registrando suas observações sobre vários temas que envolveram o seu trabalho publicando-as na Revista Espírita. Algumas dessas observações não chegaram a ser publicadas na Revista, mas foram publicadas em Obras Póstumas, revelando conclusões importantes a que chegou depois de incontáveis experiências, uma delas se refere a faculdade mediúnica e consta no cap. 6 - item 34.


“O fluido perispirítico é o agente de todos os fenômenos espíritas, que só se podem produzir pela ação recíproca dos fluídos que emitem o médium e o Espírito. O desenvolvimento da faculdade mediúnica depende da natureza mais ou menos expansiva do perispírito do médium e da maior ou menor facilidade da sua assimilação pelos espíritos; depende, portanto, do organismo e pode ser desenvolvida quando exista o princípio; não pode ser adquirida quando o princípio não exista.”

Esta observação conclusiva de Kardec se ajusta a outras constantes na Codificação, o que nos leva a concluirmos que a mediunidade, a despeito do que muitos acreditam, não é natural a todos os indivíduos, pois depende de uma constituição orgânica que nem todos a possuem. Portanto, não é uma virtude fruto da evolução espiritual do indivíduo, não depende do moral e nem da evolução, consequentemente, fica patente que ser médium não aufere ao individuo superioridade espiritual.
Nelson Moraes

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