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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

BRASILEIRO É CONDENADO Á PENA DE MORTE NA INDONÉSIA POR TRÁFICO DE DROGAS

Não sou a favor da pena de morte.
Acredito que não acabaremos com a violência usando a violência.
Este homem (foto) que foi executado dia 17/01/2015 na Indonésia por tráfico de drogas, fez péssimo uso do livre arbítrio num país onde ainda há pena de morte. Ele, infelizmente, colheu o que plantou perante a lei dos homens e colherá perante a lei divina pelo mal que espalhava vendendo droga que desestrutura e também mata vidas de maneira indireta e direta.

Mas, como combater a violência?

 
Como diz Richard Simonetti: “Começaremos a resolver o problema da violência combatendo suas origens. Todos sabemos onde estão: miséria, fome, abandono, ignorância, drogas... O saneamento desses males exige um trabalho gigantesco que jamais será resolvido enquanto debitarmos as providências necessárias unicamente ao Governo, com a omissão da população em geral, com multidões agindo como eremitas sociais, encasteladas no egoísmo.”
 
Como vemos, a força deve ser conjunta:
 
1º Que nossos governantes fiquem "consternados e indignados" e façam leis mais rígidas que combata a violência que, ultimamente, está ligado fortemente ao tráfico de drogas. Façam isso por nós brasileiros que estamos presos dentro de casa com muros altos, cercas elétricas, com medo de sair a noite, parar no semáforo, usar uma correntinha ou brinco de ouro, celular, ir ao Banco, dos arrastões na praia, nos prédios, enfim, dos "nóias", que nos assaltam, roubam e traficam dentro e fora das escolas para sustentar o vício. Que executam policiais diariamente e desestruturam famílias e sociedade. Aos trabalhadores condenados à morte, todos os dias pela violência, também pedimos "clemência".
 
2º Que o povo pare de comprar produtos de roubo, que incentiva os assaltos, roubos e mortes;
 
3º Que os usuários percebam que só tem traficante porque tem usuários que compram suas drogas.
Então, façamos a nossa parte antes de exigir só do Governo e governantes.
 
 

Rudymara

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