#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

sábado, 31 de outubro de 2015

Magnetismo com Jacob Melo


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

QUINTA:DAS 19:15 as 20:30hs - Abertura: Presidente Antonio Rodrigues Ribeiro. Atendimento Médico Espiritual. Limpeza. Passe.

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O Céu e o Inferno » Primeira Parte - Doutrina » Capítulo IX - Os Demônios

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7.– Segundo a Igreja, Satã, o chefe ou o rei dos demônios, não é uma personificação alegórica do mal, mas sim um ser real, fazendo exclusivamente o mal, ao passo que Deus faz exclusivamente o bem. Vamos a ele tal como nos é dado.
Satã é de toda eternidade, como Deus, ou posterior a Deus? Se ele é de toda  eternidade, ele é incriado, e por conseguinte igual a Deus. Deus então não é mais único; há o Deus do bem e o Deus do mal.
É ele posterior? Então é uma criatura de Deus. Visto que não faz senão o mal, que é incapaz de fazer o bem e de se arrepender, Deus criou um ser votado ao mal para sempre. Se o mal não é obra de Deus, mas a de uma de suas criaturas predestinadas a fazê-lo, Deus é sempre seu primeiro autor, e então ele não é infinitamente bom. O mesmo acontece com todos os seres maus chamados demônios.
8.    – Durante muito tempo, foi essa a crença sobre esse ponto. Hoje, diz-se:[1]
“Deus, que é a bondade e a santidade por essência, não os criara maus e malfazejos. Sua mão paterna, que gosta de espalhar sobre todas as suas obras um reflexo de suas perfeições infinitas, cumulara-os dos dons mais magníficos. Às qualidades sobre-eminentes de sua natureza, ela acrescentara a generosidade de sua graça; ela os fizera em tudo semelhantes aos Espíritos sublimes que estão na glória e na felicidade; repartidos em todas as suas ordens e misturados em todas as suas fileiras, eles tinham o mesmo fim e os mesmos destinos; seu chefe foi o mais belo arcanjo. Eles poderiam ter, também, merecido ser confirmados para sempre na justiça e admitidos a gozar eternamente da bem-aventurança dos céus. Este último favor teria sido o auge de todos os outros favores de que eram objeto; mas ele devia ser o preço de sua docilidade, e eles se tornaram indignos dele; perderam-no por uma revolta audaciosa e insensata.”

O Céu e o Inferno » Primeira Parte - Doutrina » Capítulo VIII - Os Anjos » Os anjos segundo a Igreja

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1.– Todas as religiões tiveram, sob diversos nomes, anjos, ou seja, seres superiores à humanidade, intermediários entre Deus e os homens. O materialismo, negando toda existência espiritual fora da vida orgânica, naturalmente classificou os anjos entre as ficções e as alegorias. A crença nos anjos faz parte essencial dos dogmas da Igreja; eis como ela os define[1]:
2.– “Acreditamos firmemente, diz um concílio geral e ecumênico[2], que não há senão um verdadeiro Deus, eterno, e infinito, o qual, no começo dos tempos, tirou juntas do nada ambas as criaturas, a espiritual e a corporal, a angélica e a mundana, e em seguida formou, como intermediária entre as duas, a natureza humana, composta de corpo e de espírito.
“Tal é, segundo a fé, o plano divino na obra da criação: plano majestoso e completo, como convinha à sabedoria eterna. Assim concebido, ele oferece aos nossos pensamentos o ser em todos os graus e em todas as condições. Na esfera mais elevada aparecem a existência e a vida puramente espirituais; em último lugar, a existência e a vida puramente materiais; e no intervalo que as separa, uma maravilhosa união das duas substâncias, uma vida comum ao mesmo tempo do espírito inteligente e do corpo organizado. 

Princípio, Convicção e Fé para Vencer o Materialismo

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Mensagem aos médiuns pelo Espírito Leocádio
                                                                     José Correia através do médium Maury Rodrigues da Cruz em 16 de  setembro de 2015 na Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas, Curitiba, Paraná, Brasil.


Aqui na Terra, nesse estágio que vocês estão vivendo, é um estágio de aprendizagem. Vocês vão encontrar diariamente pessoas. O que é muito importante é saber viver a sua filosofia de vida.
Os homens, certo ou errado, que vivem sua filosofia de vida, a comunidade inteira olha para eles e os respeitam. Podem até não concordar com aquela proposta deles. Mas, respeitam. Sabem que eles tem princípios. Os espiritistas precisam ter princípios. É fundamental aos espiritistas, ter princípios.
Vocês sabem que não devem dever aos outros. Vocês sabem que, ganhar dinheiro é difícil. E, fazer divida com terceiros, se não pagar, é horrível. Vocês sabem que, vocês não devem, de maneira nenhuma, se aproveitar, de nenhum centavo de quem quer que seja. Vocês sabem que, devem ter uma cautela extraordinária no que diz respeito as coisas que são de vocês. Que vocês conseguiram através de luta e de trabalho. Aquelas que não são de vocês, se não houver dono, entregue na polícia. Se não for de vocês, não se utilizarem do que não é de vocês. De maneira nenhuma.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Psicografia recebida de Humberto de Campos para agradecer por tanto carinho na Semana em que Homenageamos ele e seu cajueiro

1 MENSAGEM RECEBIDA – 15/10/2015

               Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Caríssima amiga que saudade! Estava ansioso para conversar com você.
              Gostaria que você me fizesse um grande favor lê um artigo ditado por mim durante as festividades do meu cajueiro.
          Acho que já e tempo de agradecer tanto carinho, tanto apreço por mim e meu cajueiro aquele que eu amo como um filho muito querido. E ninguém melhor do que você para me representar. Para mim será uma grande felicidade.
Humberto de Campos.





2° MENSAGEM –
CRONICA
                    É com o coração saltitante de tanta felicidade que eu me dirijo a minha querida Parnaíba e a todo este povo maravilhoso, carinhoso, acolhedor que eu tanto amo, para fazer aqui os meus sinceros agradecimentos por tanto apreço a mim e ao meu querido cajueiro meu grande amigo, confidente e que amo como se fosse um filho muito querido e vou amar eternamente.
                    Há muito que eu venho querendo fazer este agradecimento, pois acho que já está mais que na hora, tenho recebido muito de vocês e quero agradecer de todo coração com um grande abraço carinhoso a todos vocês e que Jesus abençoe a todos.
                A minha estima por vocês é imensa, não tem tamanho, não tem preço, é grandioso demais e tudo isto vai ficar para a eternidade.
                   Eu amo todos vocês, trago todos dentro do meu coração bem aconchegado, peço a Deus por todos e acompanho tudo que se refere a mim e ao meu querido cajueiro com maior prazer e é o mínimo que eu posso fazer por tanto apreço, tanta dedicação.
                    E aqui eu me despeço desejando muita paz a todos, que Jesus os abençoe hoje e sempre.
                       Com os meus sinceros e eternos agradecimentos

Humberto de Campos.

Psicografia: Maria do Rosário Costa Brasil
Em: 23/10/2015.

Centro Espírita Perseverança no Bem.

O Livro dos Espíritos » Parte Quarta - Das esperanças e consolações » Capítulo I - Das penas e gozos terrestres

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Decepções. Ingratidão. Afeições destruídas » Decepções. Ingratidão. Afeições destruídas
937. Para o homem de coração, as decepções oriundas da ingratidão e da fragilidade dos laços da amizade não são também uma fonte de amarguras?
“São; porém, deveis lastimar os ingratos e os amigos infiéis: serão muito mais infelizes do que vós. A ingratidão é filha do egoísmo e o egoísta topará mais tarde com corações insensíveis, como o seu próprio o foi. Lembrai-vos de todos os que fizeram mais bem do que vós, que valeram muito mais do que vós e que tiveram por paga a ingratidão. Lembrai-vos de que o próprio Jesus foi, quando no mundo, injuriado e menosprezado, tratado de velhaco e impostor, e não vos admireis de que o mesmo vos suceda. Seja o bem que houverdes feito a vossa recompensa na Terra e não atenteis no que dizem os que receberam os vossos benefícios. A ingratidão é uma prova para a vossa perseverança na prática do bem; ser-vos-á levada em conta, e os que vos forem ingratos serão tanto mais punidos quanto maior lhes tenha sido a ingratidão.”
938. As decepções oriundas da ingratidão não serão de molde a endurecer o coração e a fechá-lo à sensibilidade?

O Livro dos Espíritos » Parte Quarta - Das esperanças e consolações » Capítulo I - Das penas e gozos terrestres

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934. A perda dos entes que nos são caros não constitui para nós legítima causa de dor, tanto mais legítima quanto é irreparável e independente da nossa vontade?
“Essa causa de dor atinge assim o rico como o pobre: é uma prova ou uma expiação, e constitui lei para todos. Tendes, porém, uma consolação em poderdes comunicar-vos com os vossos amigos pelos meios que vos estão ao alcance, enquanto não dispondes de outros mais diretos e mais acessíveis aos vossos sentidos.”
935. Que se deve pensar da opinião dos que consideram profanação as comunicações com o além-túmulo?
“Não pode haver nisso profanação, quando haja recolhimento e quando a evocação seja praticada com respeito e conveniência. A prova de que assim é tendes no fato de que os Espíritos que vos consagram afeição acodem com prazer ao vosso chamado. Sentem-se felizes por vos lembrardes deles e por se comunicarem convosco. Haveria profanação se isso fosse feito levianamente.”

Movimento Espírita encerra XXVI Semana Espírita Humberto de Campos


Movimento Espírita encerra XXVI Semana Espírita Humberto de Campos
O Movimento Espírita de Parnaíba, encerrou na noite de sábado, 24 de outubro de 2015, a programação de palestras realizadas em homenagem a Humberto de Campos, por ocasião da XXVI Semana Espírita Humberto de Campos. Durante a semana, cinco casas espíritas realizaram palestras em homenagem ao escritor maranhense que viveu parte de sua infância em terras parnaibanas.

A programação foi realizada na Praça do Cajueiro de Humberto de Campos, onde os espíritas realizavam apenas eventos culturais durante a semana espírita. Com a criação da UME - União Municipal Espírita, que é composta pelas nove entidades espíritas de Parnaíba, a palestra de encerramento que era realizada em auditórios públicos da cidade, passou a ser realizada em frente a Praça do Cajueiro.
O conferencista convidado, Éden Lemos, realizou a palestra - As contribuições de Humberto de Campos para a compreensão do Evangelho de Jesus. No domingo pela manhã, Éden Lemos realizou no Centro Espírita Humberto de Campos, o seminário - Compreendendo a obra Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho. (Áudio do seminário no final desta matéria).

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Palestra em comemoração a Semana Espirita Humberto de Campos

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Humberto de Campos


BiografiaEditar

De origem humilde, era filho de Joaquim Gomes de Farias Veras e Ana de Campos Veras. Nasceu no então município maranhense de Miritiba - hoje batizado com o seu nome. Com a morte do pai, aos seis anos, mudou-se para São Luís, onde começou a trabalhar no comércio local para auxiliar na subsistência da família. Aos dezessete, muda-se novamente para o Pará, onde começa a exercer atividade jornalística na Folha do Norte e n'A Província do Pará.[1]

Salmo 91

Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.
8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
9 Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.
10 Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
12 Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.

Atendimento Fraterno hoje quinta 22/10/2015.

QUINTA:DAS 19:15 as 20:30hs -
Abertura: Presidente Antonio Rodrigues Ribeiro.
 Atendimento Médico Espiritual.
 Limpeza.
 Passe.

Personagens da historia que mudaram is pensamentos

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Essa palestra e imperdivel de Haroldo Dutra Dias - O ceu e o inferno


As "sem" razoes do amor

As Sem - Razões do Amor

Carlos Drummond de Andrade

Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
E nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
E com amor não se paga.
Amor é dado de graça
É semeado no vento,
Na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
E a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
Bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
Não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
Feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
E da morte vencedor,
Por mais que o matem (e matam)
A cada instante de amor.
Composição: Carlos Drummond de Andrade

Semana Espirita Humberto de Campos - Parnaiba/Piaui


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

MEU AMIGO JESUS:



Há quanto tempo não O procuro para conversar. Reconheço que somente O busco quando as provações sacodem o barco da minha vida. Confesso que tenho mais pensado nas coisas da Terra do que nas coisas do Céu.
E hoje a tempestade bateu à minha porta em forma de doença. Por isso busco em Ti o socorro, Jesus, para que não afunde a minha embarcação.
Querido Mestre, ampara-me para que jamais me falte a esperança na cura e a paciência para suportar as dores do momento.
Divino Terapeuta, ajuda-me a não me sentir um pobre coitado e a não me inclinar à autopiedade, pois isso seria o que de pior poderia me acontecer.
Incomparável Médico sustenta-me para que, sem desprezar a ajuda dos médicos da Terra, eu encontre em mim os canais da cura, pois se fui capaz de criar minhas doenças, tenho também todas as condições de recuperar a saúde.
Mestre Amigo, dá-me forças para vencer os desejos insanos, os melindres, os ataques de orgulho, pois sei que esses são os grandes venenos para a minha saúde.
Cristo Jesus, cura-me da insensatez de viver longe dos teus mandamentos de amor e fraternidade, sem cuja vivência eu jamais encontrarei a saúde inabalável.
Amado Pastor, ensina-me a perdoar os que me ofendem para que eu consiga remover os espinhos que me levam à enfermidade.
Querido Rabi, não me deixe perdido no labirinto das provas que a minha invigilância não quis evitar. Misericórdia, Senhor, é o que te peço. Trazei-me o elixir do seu amor, a derramar sobre mim as benções cristalinas da saúde do teu coração.
Obrigado, Jesus, por ser meu Amigo e Médico. Estou em paz, estou curado no teu amor.

(Trechos extraídos do livro “O Médico Jesus” do autor José Carlos De Lucca)

O TEMPO...














O tempo cura todas as mazelas da vida, muitas vezes as dificuldades parecem maiores do que realmente são justamente para testar a nossa capacidade de reação e superação. O tempo promove em nós mudanças de hábitos e conduta, justamente para garantir a nossa evolução. Perceba que hoje não pensa como ontem e que amanha os pensamentos não serão como hoje esta transformação chama-se amadurecimento porque o tempo é capaz de nos mudar, mas as escolhas são opções individuais por isso a importância de sempre estarmos atentos às nossas ações. O tempo pode nos trazer a alegria das conquistas espirituais bem sucedidas, mas pode nos provar também que se não nos modificarmos ele pode ser perdido e tempo perdido é atraso na evolução e este atraso nos fará muita falta. Por isso ocupe-se do tempo a seu favor para aprender, progredir, ensinar e principalmente para evoluir.

Gotas de Paz

ORAÇÃO



Senhor!

Ante as ofensas que, porventura, me firam, auxilia-me a lembrar quantas vezes já recebi o perdão alheio, diante de minhas próprias faltas.

Senhor!

Deixa-me perceber quanto tenho incomodado aos outros com os meus erros, para que os prováveis erros dos outros não me façam desanimar.

André Luiz - Chico Xavier
Endereços de Paz.

MUDANÇAS


A vida precisa ser renovada. A morte é a mudança que estabelece a renovação. Quando alguém parte, muitas coisas se modificam na estrutura dos que ficam e, sendo uma lei natural, ela é sempre um bem, muito embora as pessoas não queiram aceitar isso. Nada é mais inútil e machuca mais do que a revolta. Lembre-se de que nós não temos nenhum poder sobre a vida ou a morte. Ela é irremediável.
O inconformismo, a lamentação, a evocação reiterada de quem se foi, a tristeza e a dor podem alcançar a alma de quem partiu e dificultar-lhe a adaptação na nova vida. Ele também sente a sensação da perda, a necessidade de seguir adiante, mas não consegue devido aos pensamentos dos que ficaram, a sua tristeza e a sua dor.
Se ele não consegue vencer esse momento difícil, volta ao lar que deixou e fica ali, misturando as lágrimas, sem forças para seguir adiante, numa simbiose que aumenta a infelicidade de todos.
Pense nisso. Por mais que esteja sofrendo a separação, se alguém que você ama já partiu, libere-o agora. Recolha-se a um lugar tranqüilo, visualize essa pessoa em sua frente, abrace-a, diga-lhe tudo que seu coração sente. Fale do quanto a ama e do bem que lhe deseja. Despeça-se dela com alegria, e quando recorda-la, veja-a feliz e refeita.
A morte não é o fim. A separação é temporária. Deixe-a seguir adiante e permita-se viver em paz.

"A morte é só uma mudança de estado.
Depois dela, passamos a viver em outra dimensão"

Zíbia Gasparetto

PREOCUPARES


Não se aflija por antecipação, porquanto é possível que a vida resolva o seu problema, ainda hoje, sem qualquer esforço de sua parte.

Não é a preocupação que aniquila a pessoa e sim a preocupação em virtude da preocupação.

Antes das suas dificuldades de agora, você já faceou inúmeras outras e já se livrou de todas elas, com o auxílio invisível de Deus.

Uma pessoa ocupada em servir nunca dispõe de tempo para comentar injúria ou ingratidão.

Disse um notável filósofo: "uma criatura irritada está sempre cheia de veneno", e podemos acrescentar: "e de enfermidade também".

terça-feira, 13 de outubro de 2015

O Céu e o Inferno - A passagem

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1. A confiança na vida futura não exclui as apreensões da passagem desta vida à outra. Muitas pessoas não temem a morte pela própria morte; o que temem é o momento da transição. Sofre-se ou não se sofre na travessia? é isso o que as inquieta; e a coisa vale tanto mais a pena quanto ninguém pode escapar dela. Pode-se dispensar uma viagem terrestre; mas aqui, ricos como pobres devem dar esse passo, e se ele é doloroso, nem a posição nem a fortuna poderiam suavizar-lhe a amargura.
2. Ao ver a calma de certos mortos, e as terríveis convulsões de agonia de outros, já se pode julgar que as sensações não são sempre as mesmas; mas quem pode informar-nos a esse respeito? Quem nos descreverá o fenômeno fisiológico da separação da alma e do corpo? Quem nos dirá as impressões nesse instante supremo? Sobre este ponto a ciência e a religião são mudas.
E por que isso? Porque falta a ambas o conhecimento das leis que regem as relações do espírito e da matéria; uma se detém no limiar da vida espiritual, a outra no da vida material. O Espiritismo é o traço de união entre as duas; só ele pode dizer como se opera a transição, quer pelas noções mais positivas que ele dá da natureza da alma, quer pelo relato daqueles que deixaram a vida. O conhecimento do laço fluídico que une a alma e o corpo é a chave deste fenômeno, como de muitos outros.