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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

O DIARIO (1) DE CRISTÓVÃO COLOMBO E ALGUNS RELATOS INTRIGANTES

(1) O Diário manuscrito de Cristóvão Colombo se extraviou, o que se dispõe é a recompilação organizada pelo frei Bartolomé de Las Casas Vejamos duas transcrições de sua primeira viagem: Sábado, 15 de setembro. "– Navegou neste dia, com a noite incluída, vinte e sete léguas na sua rota para o oeste e algumas mais. E logo no começo da noite VIRAM CAIR DO CEU UM MARAVILHOSO BUQUE (algumas traducoes falam em "galho") DE FOGO NO MAR, a uma distância de quatro ou cinco léguas (1) de onde se encontravam." 1 legua = 4 milhas conforme relato de sexta-feira, do dia 3 de agosto Quinta, 11 de outubro "...Depois que o Almirante lhe disse, vislumbrou, uma ou duas vezes, o que mais parecia A CHAMA DE UMA VELA E SUBIA E SUBIA (algumas traduções relatam: uma velinha de cera que se levantava e sacudia), e que bem poucos interpretaram como sinais de terra..." As descricoes deste experiente marinheiro eram detalhadas de modo muito peculiar em todo o diário, e a tudo que se via no mar era relatado, inclusive as situações mais insólitas e que não se encaixavam nas definições e entendimentos da época. O que seria o tal "buque de fogo" que caía no mar tão próximo a eles? E que luz era aquela que subia e descia como se estivesse a sinalizar a localização de uma terra por todos a ser "descoberta"? Aqui cabe explicar que estavam a 14,5 léguas (a uns oitenta quilômetros) da observação, sendo assim não corrobora a tese de uma fogueira a ser avistada. SERIAM SINAIS DOS IRMÃOS DAS ESTRELAS? Poucos também sabem do caráter messiânico de Colombo e de sua forte identificação religiosa. Numa célebre carta, provavelmente de 1501, destinada aos Reis Católicos, o navegador afirmava: “Eu já disse que para a execução do empreendimento das Índias de nada me serviam razões matemáticas ou mapas-múndi. O que integralmente se realizou foi o que Isaías havia anunciado. E é o que eu desejo deixar aqui escrito para avivar as vossas memórias e para que rejubilem com o que lhes direi sobre Jerusalém… e sobre o empreendimento, cujo êxito, se tiverem fé, podem tomar por certo”. Libro de las Profecias (of Cristofer Columbus), op. cit.,p.110. Quanto a sua veia profética assim escreveu o navegador em 1500: “Deus fez de mim o mensageiro de novos céus e da nova terra, de que falou no Apocalipse de São João, depois de já antes ter falado pela boca de Isaías. Foi ele que me mostrou o lugar onde encontrá-los. Do novo céu e da nova terra, de que falava Nosso Senhor através de João no Apocalipse, depois de o ter posto na boca de Isaías, ele fez-me mensageiro e mostrou-me o lugar”. DELUMEAU, Jean. Mil Anos de Felicidade, op. cit., p. 246, 248. Querendo viajar com Colombo em sua primeira viagem, bem vindo a bordo: http://migre.me/sylIT Discípulo de Ramatís

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