#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

terça-feira, 29 de março de 2016


sábado, 26 de março de 2016

PROCURE JESUS


Se a angústia é o alvo de tuas aflições.
Corte o fio da amargura procurando Jesus.
Se os teus ideais de paz estão conturbados 
pelos desacertos da tua intranqüilidade.
Procure Jesus.
Se o caminho da redenção está bloqueado
pela intemperança do desânimo.
Procure Jesus.
Se abismas a tua fé na vala da incompreensão.
Procure Jesus.
Se o teu coração está aflito pelo desejo de servir.
Procure Jesus.
Encontrarás no Mestre a caridade eterna,
que fará dos teus dias, os dias da humildade,
da paciência e do amor ao próximo.
Ame o que fazes lembrando Jesus, e levarás ao
teu semelhante o vigor de um coração que
encontra na caridade a fórmula mágica
para alegrar os seus dias.

Jô Castro
Psicografia
Rubens Silvio Germinhasi

Aja com calma

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Não se deixe consumir pelas excitações e nervosismos desses dias tão agitados. Procure fazer tudo com calma.
É compreensível que num tempo em que ainda se afirma que tempo é dinheiro, você tenha os ímpetos comuns da época, quais sejam os de ganhar e ganhar, temendo as necessidades futuras.
É justificável que você corra de um lado para outro, na busca dos bons negócios, da conquista de melhores mercados, na busca, enfim, dos lucros.
É admissível que você não tenha tempo para se alimentar devidamente, para repousar um pouco, para meditar ou para orar.
Entendemos, meu irmão e minha irmã, que cada um dos seus negócios ou cada uma das suas ocupações lhe exija atenção e envolvimentos especiais.
Entretanto, vale a pena não esquecer que tudo isso é secundário para a vida da alma porque tudo isso vai ficar sobre o pó do mundo.
Foi Jesus que nos recomendou não nos atormentássemos pela posse do ouro e que, a cada dia, já bastam seus problemas.
Então, devemos pensar que o corpo físico nos é emprestado enquanto estamos no planeta com os divinos objetivos do progresso espiritual.
Compreendamos, pois, que a calma deve se tornar companhia e conselheira dos nossos dias terrenos, ensinando-nos a fazer tudo com moderação, procurando vincular a mente ao psiquismo celeste, a fim de que não convertamos em tormento e destruição o que deveria ser fonte de vida e de alegria: o tempo.
Aja sempre com calma, para que tenha tempo de pensar bem sobre tudo e de agir bem em tudo que faça.
Alimente-se o mais corretamente possível, preservando o corpo que o ajuda tanto. Dê ao seu corpo e à mente alguns momentos de repouso, para manter a necessária sanidade.
Encontre um tempinho, alguns poucos minutos que sejam, para meditar sobre a sua realidade no mundo, sobre o que é que Deus espera de você e ore.
Procure sintonizar com seu anjo guardião, com os nobres mentores da vida, pelo menos ao iniciar um novo dia de atividades.
Essas providências, ao mesmo tempo em que lhe trarão calma, serão consequências para seu estado de calma.
Com calma em seu cotidiano, você evitará as indisposições com terceiros, as irritações na via pública, a agressividade no trânsito da cidade, bem como os estresses desnecessários dentro do lar.
Com calma você entenderá cada ocorrência a sua volta e cada pessoa em seu caminho.
Nada você perderá pelo uso da calma em sua trajetória humana, pois, longe de alimentar-se da ideia materialista de que tempo é dinheiro, você começará a pensar que, fundamentalmente, tempo é oportunidade e que você deverá aproveitá-la para o melhor.
Mesmo que deixe de lucrar algumas poucas moedas, no jogo enlouquecido das competições, você conquistará harmonia e saúde, a fim de prosseguir na rota da felicidade que tanto deseja.
Seja qual for a situação cotidiana que o convide à ação, à tomada de atitude, faça-o com calma, com muita calma e aguarde os resultados excelentes em clima de paz.
*   *   *
A inteligência é rica de méritos para o futuro, mas, sob a condição de ser bem empregada.
Se todos os homens que a possuem dela se servissem de conformidade com a vontade de Deus, fácil seria, para os Espíritos, a tarefa de fazer que a Humanidade avance.

Redação do Momento Espírita com base no cap. 7, do livro Para uso diário
pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Disponível no livro Momento Espírita v. 5, ed. Fep.
Em 07.03.2012.

Atendimento fraterno hoje sabado

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SÁBADO:DAS 17:00 as 19:00hs.  
Abertura: Presidente Antonio Rodrigues Ribeiro.
Estudo Sistematizado.
Passe Magnético.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Diferentes Modos de Comunicação

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                         As comunicações inteligentes entre os Espíritos e os homens podem ocorrer por meio de sinais, pela escrita e pela palavra.
                        Os sinais consistem no movimento significativo de certos objetos e, mais freqüentemente, nos ruídos ou golpes desferidos. Quando os fenômenos comportam um sentido, não deixam dúvida quanto à intervenção de uma inteligência oculta, porquanto, se todo efeito tem uma causa, todo efeito inteligente deve ter uma causa inteligente.
Sob a influência de certas pessoas, designadas pelo nome de médiuns, e algumas vezes espontaneamente, um objeto qualquer pode executar movimentos convencionados, bater um número determinado de golpes e transmitir, assim, respostas pelo sim e pelo não, ou pela designação das letras do alfabeto.

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                       Os golpes também podem ser ouvidos sem nenhum movimento aparente e sem causa ostensiva, quer na superfície, quer nos próprios tecidos dos corpos inertes, em uma parede, numa pedra, em um móvel ou em outro objeto qualquer. De todos esses objetos, por serem os mais cômodos, pela mobilidade e facilidade com que nos colocamos à sua volta, as mesas são os mais freqüentemente utilizados: daí a designação do fenômeno em geral pelas expressões bastante triviais de mesas falantes e de dança das mesas, expressões que convém banir, primeiro porque se prestam ao ridículo, depois porque podem induzir em erro, fazendo crer, neste particular, que elas tenham uma influência especial.
                      A este modo de comunicação daremos o nome de sematologia espírita, expressão que dá uma perfeita idéia e compreende todas as variedades de comunicações por meio de sinais, movimentos dos corpos ou pancadas. Um de nossos correspondentes chegou mesmo a propor-nos que se designasse especialmente este último meio, o das pancadas, pela palavra tiptologia.
                      O segundo modo de comunicação é a escrita. Designálo-emos sob o nome de psicografia, igualmente empregado por um correspondente.
                      Para se comunicarem pela escrita, os Espíritos empregam, como intermediários, certas pessoas, dotadas da faculdade de escrever sob a influência da força oculta que as dirige e que obedecem a um poder evidentemente fora de seu controle, já que não podem parar nem prosseguir à vontade e, no mais das vezes, não têm consciência do que escrevem. Sua mão é agitada por um movimento involuntário, quase febril; tomam o lápis, malgrado seu, e o deixam do mesmo modo; nem a vontade, nem o desejo podem fazê-la  prosseguir, caso não o deva fazer. É a psicografia direta.
                     A escrita é obtida também pela só imposição das mãos sobre um objeto disposto de modo conveniente e munido de um

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                    lápis ou qualquer outro instrumento apropriado a escrever. Geralmente, os objetos mais empregados são as pranchetas ou as cestas, dispostas convenientemente para esse efeito. A força oculta que age sobre a pessoa transmite-se ao objeto, que se torna, assim, um apêndice da mão, imprimindo-lhe o movimento necessário para traçar os caracteres. É a psicografia indireta.
                    As comunicações transmitidas pela psicografia são mais ou menos extensas, conforme o grau da faculdade mediadora. Alguns não obtêm senão palavras; em outros, a faculdade se desenvolve pelo exercício, escrevem frases completas e, freqüentemente, dissertações desenvolvidas sobre assuntos propostos ou tratados espontaneamente pelos Espíritos, sem que se lhes tenha feito qualquer pergunta.
                    Às vezes a escrita é clara e legível; em outras, só é decifrável por  quem a escreveu e que a lê por uma espécie de intuição ou dupla vista.
                    Sob a mão da mesma pessoa, a escrita muda, em geral, de maneira completa, com a inteligência oculta que se manifesta, e o mesmo tipo de letra se reproduz  cada vez que a mesma inteligência se manifesta. Esse fato, entretanto, nada tem de absoluto.
                    Os Espíritos transmitem, por vezes, certas comunicações escritas sem intermediário direto. Os caracteres, neste caso, são traçados espontaneamente por um poder extra-humano, visível ou invisível. Como é útil que cada coisa tenha um nome, a fim de nos podermos entender, daremos a esse modo de comunicação escrita o de espiritografia, para distingui-la de psicografia, ou escrita obtida por um médium. 
                    A diferença entre esses dois vocábulos é fácil de apreender. Na psicografia a alma do médium desempenha, necessariamente, um certo papel, pelo menos como intermediário, ao passo que na espiritografia é o Espírito que age diretamente, por si mesmo.

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                    O terceiro modo de comunicação é a palavra. Certas pessoas sofrem nos órgãos vocais a influência de um poder oculto que se faz sentir na mão daqueles que escrevem. Transmitem, pela palavra, o que outras transmitem pela escrita.
                     As comunicações verbais, como as escritas, ocorrem algumas vezes sem intermediário corpóreo. Palavras e frases podem ressoar aos nossos ouvidos ou em nosso cérebro, sem causa física aparente. Os Espíritos podem, igualmente, aparecer-nos em sonho ou em estado de vigília, e dirigir-nos a palavra para nos dar avisos ou instruções.
                     Para seguir o mesmo sistema de nomenclatura que adotamos para as comunicações escritas, deveríamos chamar a palavra transmitida pelo médium, de psicologia, e a originada diretamente do Espírito, de espiritologia. Porém, a palavra psicologia já tem uma acepção conhecida e não a podemos distorcer. Designaremos, pois,  todas as comunicações verbais sob o nome de espiritologia: as primeiras pelas palavras espiritologia mediata, e as segundas pelas de espiritologia direta.
                      Dos diferentes modos de comunicação a sematologia é o mais incompleto; é muito lento e não se presta senão com dificuldade a desenvolvimentos de uma certa extensão. Os Espíritos superiores dela não se servem voluntariamente, seja por causa da lentidão, seja porque as respostas, por sim e por não, são incompletas e sujeitas a erro. Para o ensino preferem os meios mais rápidos: a escrita e a palavra.
                      Com efeito, a escrita e a palavra são os meios mais completos para a transmissão do pensamento dos Espíritos, quer pela precisão das respostas, quer pela extensão dos desenvolvimentos que  comportam. A escrita tem a vantagem de deixar traços materiais e de ser um dos meios mais adequados para combater a dúvida. De resto, não se é livre para escolher; os Espíritos comunicam-se pelos meios que julgam apropriados: isso depende das aptidões.

Diferentes Naturezas de Manifestações

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                      Os Espíritos atestam sua presença de diversas maneiras, conforme sua aptidão, vontade e maior ou menor grau de elevação. Todos os fenômenos, dos quais  teremos ocasião de nos ocupar ligam-se, naturalmente, a um ou outro desses modos de comunicação. Para facilitar a compreensão dos fatos, acreditamos, pois, dever abrir a série de nossos artigos pelo quadro das  formas de manifestações. Pode-se resumi-las assim:

1o Ação oculta, quando nada  têm de ostensivo. Tais, por exemplo, as inspirações ou sugestões de pensamentos, os avisos íntimos, a influência sobre os acontecimentos, etc.

2o Ação patente ou manifestação, quando é apreciável de uma maneira qualquer.

3o Manifestações físicas ou materiais: são as que se traduzem por fenômenos sensíveis, tais como ruídos, movimento e  deslocamento

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de objetos. Essas manifestações freqüentemente não trazem nenhum sentido direto; têm por fim somente chamar a atenção para qualquer coisa e de convencer-nos da presença de um poder extra-humano.

4o Manifestações visuais ou aparições, quando o Espírito se mostra sob uma forma qualquer, sem nada possuir das propriedades conhecidas da matéria.

5o Manifestações inteligentes, quando revelam um pensamento. Toda manifestação que comporta um sentido, mesmo quando não passa de simples movimento ou  ruído; que acusa certa liberdade de ação; que responde a um pensamento ou obedece a uma vontade, é uma manifestação inteligente. Existem em todos os graus.

6o As comunicações são manifestações inteligentes que têm por objetivo a troca de idéias entre o homem e os Espíritos.

                    A natureza das comunicações varia conforme o grau de elevação ou de inferioridade, de saber ou de ignorância do Espírito que se manifesta, e segundo a natureza do assunto de que se trata. Podem ser: frívolas, grosseiras, sérias ou instrutivas.
                    As comunicações frívolas emanam de Espíritos levianos, zombeteiros e travessos, mais maliciosos que maus, e que não ligam nenhuma importância ao que dizem.
                    As comunicações grosseiras traduzem-se por expressões que chocam o decoro. Procedem somente de Espíritos inferiores ou que se não despojaram ainda de todas as impurezas da matéria.
                    As comunicações sérias são graves quanto ao assunto e à maneira por que são feitas. A linguagem dos Espíritos superiores é sempre digna e isenta de qualquer trivialidade. Toda comunicação que exclui a frivolidade e a grosseria, e que tenha um fim útil, mesmo de interesse particular, é, por isso mesmo, séria.

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                   As comunicações instrutivas são as comunicações sérias que têm por objetivo principal um ensinamento qualquer, dado pelos Espíritos sobre as ciências, a moral, a filosofia, etc. São mais ou menos profundas e mais ou menos verdadeiras, conforme o grau de elevação e de desmaterialização do Espírito. Para extrair dessas comunicações um proveito real, é preciso sejam elas regulares e seguidas com perseverança. 
                  Os Espíritos sérios ligam-se àqueles que querem instruir-se e os secundam, ao passo que deixam aos Espíritos levianos, com suas facécias, a tarefa de divertir os que não vêem nessas manifestações senão uma distração passageira. Somente pela regularidade e freqüência das comunicações é que se pode apreciar o valor moral e intelectual dos Espíritos com os quais nos entretemos, assim como o grau de confiança que merecem. Se é preciso ter experiência para julgar os homens, mais ainda será necessário para julgar os Espíritos.

terça-feira, 22 de março de 2016

PÁSCOA NA VISÃO ESPÍRITA


Páscoa é uma palavra hebraica que significa "libertação". Esta festa surgiu para comemorar a libertação do povo hebreu da escravidão do Egito, através de Moisés.
Assumida pelos cristãos (católicos), a Páscoa Cristã é para eles, a lembrança de que Deus liberta seu povo dos “pecados” (erros), através de Jesus Cristo, novo cordeiro pascal. A comemoração acontece na época em que se lembra a crucificação de Jesus. Começa, infelizmente, após o término do carnaval, onde muitos já transgrediram Seus ensinamentos e termina no domingo onde Ele ressurgiu dos "mortos" para mostrar que Ele continua vivo e aguardando que O sigamos.
“Cristo é a nossa Páscoa (libertação), pois Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”- (João, 1:29). João usou o termo Cordeiro, porque usava-se na época de Moisés, sacrificar um cordeiro para agradar á Deus. Portanto, dá-se a idéia de que, Deus sacrificou Jesus para nos libertar dos pecados. Mas para nos libertarmos dos “pecados”, ou seja, dos nossos erros, das nossas falhas morais, devemos estar dispostos a contribuir, utilizando os ensinamentos do Cristo como nosso guia. Porque Jesus não morreu para nos salvar; Jesus viveu para nos mostrar o caminho da salvação. Esta palavra “salvação”, segundo Emmanuel, vale por “reparação”, “restauração”, “refazimento”. Portanto, “salvação” não é ganhar o reino dos céus; não é o encontro com o paraíso após a morte; salvação é "libertação" de compromisso; é regularização de débitos. Como diz a bandeira do Espiritismo: "Fora da Caridade não há Salvação". Então, fora da prática do amor (caridade) de uns pelos outros, não estaremos salvos, livres das complicações criados por nós mesmos, através de brigas, violência, exploração, desequilíbrios, frustrações e muitos outros problemas que fazem a nossa infelicidade. Portanto, aproveitemos mais esta data, para revermos os pedidos do Cristo, para "renovarmos" nossas atitudes.
Como disse Celso Martins, no livro "Em busca do homem novo", baseando-se nas palavras de Paulo de Tarso, em 4 ef. vs. 22/23 : "Que surja o homem novo a partir do homem velho. Que do homem velho, coberto de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de preconceito, ou seja, coberto de ignorância e inobservância com relação às leis morais, possa surgir, para ventura de todos nós, o homem novo, gerado sob o influxo revitalizante das palavras e dos exemplos de Jesus Cristo, o grande esquecido por muitos de nós, que se agitam na sociedade tecnológica, na atual civilização dita e havida como cristã. Que este homem novo seja um soldado da paz neste mundo em guerras. Um lavrador do bem neste planeta de indiferença e insensibilidade. Um paladino da justiça neste orbe de injustiças sociais e de tiranias econômicas, políticas e/ou militares. Um defensor da verdade num plano onde imperam a mentira e o preconceito tantas vezes em conluios sinistros com as superstições, as crendices e o fanatismo irracional. Que este homem novo, anseio de todos nós, seja um operário da caridade, como entendia Jesus: benevolência para com todos, perdão das ofensas, indulgência para com as imperfeições alheias."
Por isso, nós Espíritas, podemos dizer que, comemoramos a páscoa todos os dias. A busca desta “libertação” e/ou "renovação" é diário, e não somente no dia e mês pré determinado. Queremos nos livrar deste homem velho. Mas respeitamos a cultura e os costumes dos povos em geral, que ainda necessita de rituais. Que ainda dá maior importância para o coelhinho, o chocolate, o bacalhau, etc., do que renovar-se. Que acha desrespeito comer carne vermelha no dia em que o Cristo é lembrado na cruz. Sem se dar conta que o desrespeito está em esquecer-se Dele, nos outros 364 dias do ano, quando odiamos, não perdoamos, lesamos o corpo físico com bebidas alcoólicas, cigarro, comidas em excesso, drogas, sexo desregrado, enganamos o próximo, maltratamos os animais, a natureza, quando abortamos, etc. Aliás, fazemos na páscoa o que fazemos no Natal. Duas datas para reflexão e início de renovação nas atitudes. Mas que confundimos, infelizmente, com presentes, festas, comidas, etc.
Portanto, quando uma instituição espírita se propõe a distribuir ovos de páscoa aos carentes não significa que esteja comemorando esse dia, apenas está cumprindo o preceito de caridade, distribuindo um pouco de alegria aos necessitados. Aproveitando a ocasião para esclarecer o pensamento da Doutrina sobre a data.
 

Texto de Rudymara

Dê o exemplo

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Dê o exemplo
                         Comunicação recebida na Sala
                                  Bezerra de Menezes dia 25 de junho de 2015, na reunião de vibração bimestral do CEAL

                    Pai de amor e bondade abençoe a cada um de nós que trabalha nesta casa de amor e doação, onde deve imperar o amor de Cristo na sua pureza e simplicidade, sem restrições e sem privilégios.
                    O Cristo veio para os doentes, pois os sãos não necessitam do remédio divino, pois já alcançaram a cura real. Nós, habitantes deste planeta, somos todos necessitados dos esclarecimentos, das orientações e dos exemplos trazidos pelo Divino Amigo. Desta forma, nenhum de nós tem o direito de atirar nenhuma pedra, por menor que seja, em nenhum de nossos irmãos de caminhada.
                    Nós, que temos a oportunidade e a felicidade de encontrarmos o consolador prometido por Jesus, devemos ser os primeiros a exercitar a caridade com nossos irmãos de caminhada, que tantos erros cometem por ignorância quanto às Leis do amado Pai. Nesta Casa temos oportunidade de sabermos de onde viemos, para onde vamos e porque estamos habitando este planeta, tendo oportunidade de exercermos a fé raciocinada.
                   Trabalhemos para nossa iluminação própria para assim podermos iluminar o caminho daqueles que caminham conosco. De que vale colocarmos a candeia debaixo do alqueire? De que adianta julgarmos os enganos cometidos pelos nossos irmãos, se não lhes damos oportunidade de levantar e recomeçar a caminhada? Irmãos, precisamos dar o exemplo.
                   Que o Roteiro Divino, trazido pelo grande Mestre, não fique só em nossas mentes e em nossas bocas, mas essencialmente em nossos corações. Nas horas difíceis, em que sentirmos vontade de sentar à beira da estrada, procuremos forças para prosseguir em nosso Irmão Maior, que sofreu incompreensões, perseguições e sofrimentos maiores do que qualquer um de nós e nunca esqueceu que o Pai está no comando, olhando por cada um de seus filhos; que Ele é infinitamente bom e justo e não deixaria nenhum de seus filhos sofrer injustamente.
                   Tudo que nos ocorre é para nosso aprendizado e cada dificuldade superada nos serve de fortificante para continuarmos a caminhada mais esclarecidos. Amem para serem amados e felizes, nunca esqueçam que o trabalho é do Cristo, é a Ele que devemos prestar contas de nossos pensamentos e nossos atos.
                    Abrace a cada irmão que lhe procure, como se estivesse abraçando ao próprio Mestre, pois afinal, somos todos filhos do mesmo Pai e um dia nos reuniremos nas esferas dos felizes e compreenderemos a essência divina de nosso Pai Celestial. Graças a Deus.

                                                                                                 Um espírito amigo.

Atendimento fraterno hoje terça-feira 22/03

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TERÇA: DAS 19:15 as 20:30hs -
Abertura: Presidente Antonio Rodrigues Ribeiro.

Leitura explicativa de um capitulo (10min.) por Graça Brito - Livro de Jacob Melo/ O Passe.

Palestra de Ana Catharina Pessoa - Do livro O Evangelho Segundo Espiritismo - aplicado nos dias de hoje .

Limpeza Astral.
Fluidificação das Águas.
Tratamentos e cirurgias espiritual.
Desenvolvimento Mediúnico e Psicografia.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Ume-Parnaíba divulga programação da Semana Chico Xavier 2016

Sexualidade e prostituição. Mensagem da espiritualidade


“A situação daquele que fez mal uso da bela faculdade da sexualidade encontrará no seu retorno difíceis consequências que serão suportadas com muito temor e pesar.

Sinto que ainda muitos irmãos se perdem no caminho que permite a entrada de novos irmãos pela estrada da vida que os conduzirão ao crescimento moral.

A sexualidade é uma das potências humanas que Deus concede ao bem, para que seja utilizada com juízo e responsabilidade, sabendo de seus efeitos benéficos ou prejudiciais conforme o uso que lhe é dado.

Muitas mulheres vendem a sua alma ao entregar-se a prostituição como saída que lhe parece honrada para a miséria humana que ainda carrega em si as chagas do aprendizado.

Pensam estas pobres irmãs que estarão livres do remorso quando o corpo já não mais habitar vossas almas, mas assim não será, pois pela porta que as conduzirão ao retorno estarão as faltas que não cessarão da reprimenda e reparação necessárias a sua boa condução.

Não é para temer que eu digo isso, mas para que saibam que aquilo que Deus concedeu, sem nada pedir em troca, cuja potência traz a felicidade duradora e reparadora, não pode ser perde no comércio vil e mesquinho, como se estivesse a venda aquilo que nada pagou para que recebeste. 

O corpo é morada segura do espírito e tanto quanto o primeiro deve ser respeitado, admirado e cuidado com todo velo, sabendo que terá que demonstrar o bom uso que fizeste dele.

O caminho da prostituição é por de mais tortuoso e traz tormentos dos mais terríveis, sobre a alma e o corpo, ainda enquanto encarnado a alma já sente os efeitos da terrível escolha, que por vezes conduz o ser a um abismo moral que o afunda em solo pantanoso. 

O ajuste consigo mesmo não irá falhar, mas a escolha de se libertar dos grilhões que o prendem a tal caminho ainda pode ser vivida, a cada instante, ainda desta existência. 

Não será comercializando a sexualidade que o ser gozará da plenitude da felicidade terrena, acabando-se em moinhos de vento que levarão as fortunas por vezes adquiridas a custa de tal comercialização.

O fruto estará contaminado pela escolha incorreta, e assim será com os seus plantios, cada semente mal adquirida produzirá a mesma obra que lhe deu origem, sem que haja forma de suprir a consequência de sua atitude.

Por isso saibam mulheres e homens que comercializam a beleza da sexualidade, a riqueza adquirida será para ti a perdição, pois o fruto do trabalho que honestamente o produz sempre florescerá, enquanto o este o tempo encarregará que se perca até o último vintém. 

A beleza que o corpo possui e atrai sexualmente o parceiro que lhe será a fonte de alegria, traz consigo energia capaz de fortificar o ser e iluminar toda a alma com a força da paixão, até que a calmaria do amor transforme em fonte inesgotável de fortalecimento a sexualidade bem empregada. 

Assim, sinta a beleza da alma e saibam que nela reflete as alegrias e as dores do corpo, bem como as intenções e ações, sejam aquelas insanas, sejam aquelas nobres e voltadas ao bem.

A sexualidade não está renegada ao caos, pelo contrário, constitui poderosa fonte de luz e amor, desde que seja utilizada para o fim nobre que se destina, pois assim pede Deus para que cada criatura dela se utilize. 

Não será pelo caos da sexualidade que o mundo se transformará, seja para o bem viver ou para a reparação pontual das faltas, mas somente pelo amor e pelo bem que se fizer, ainda que com o uso de poderosa faculdade.

Por isso escutem, amem a vida e saibam que o corpo que produz o novo ser que habitará o espirito que se faz renascer, é fonte inesgotável de renovação, de luz e de oportunidade de servir a nobre causa do bem.

O prazer passageiro cuja efemeridade apresenta cairá por terra como a desilusão que se tem pelo projeto mal empregado, cujo uso incorreto interrompe por vezes um ciclo de luz e paz.

As consequências são sentidas e serão penosas, tanto para o corpo quanto para a alma, sobretudo quanto mais erro houver cometido em nome do amor ao orgulho e ao egoísmo, sendo capaz das mais vis ações em nome do ouro e do poder que ele, ironicamente, traz. 

Assim, sintam-se seguros ao amar o corpo, que traz o prazer e a luz que lhe cabe, pelo envolvimento sério e condizente com suas potencialidades, sabendo que o que nasce do amor é amor.

Não venda aquilo que nem a ti pertença, pois a gentil mãe natureza que lhe concedeu o véu que abriga a alma e que amanhã ao seu colo retornará, jamais pediu prata ou ouro, mas apenas o respeito e cuidado com a sua criação.

O amor de Deus é a fonte que deve nos guiar e sabedores que somos de sua benevolência, busquemos a sua misericórdia, pelo ato sereno de nossas faculdades, colocando a favor de sua obra as faculdades que nos concedeu, entre estas a sexualidade.

Como ensinou o Mestre: o amor e somente ele pode apagar uma multidão de erros e de pecados. 

Que o amor do Cristo nos guie hoje e sempre.

Que assim seja.

Da amiga Ana

Acompanhada de Pedro Paulo"

Atendimento fraterno terca 22/03

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TERÇA: DAS 19:15 as 20:30hs -
Abertura: Presidente Antonio Rodrigues Ribeiro.

Leitura explicativa de um capitulo (10min.) por Graça Brito - Livro de Jacob Melo/ O Passe.

Palestra de Ana Catharina Pessoa - Do livro O Evangelho Segundo Espiritismo - aplicado nos dias de hoje .

Limpeza Astral.
Fluidificação das Águas.
Tratamentos e cirurgias espiritual.
Desenvolvimento Mediúnico e Psicografia.

Os Simbolismos da Páscoa e o Espiritismo

A palavra Páscoa tem  origem em dois vocábulos hebraicos: um, derivado do verbo pasah, quer dizer “passar por cima” (Êxodo, 23: 14-17), outro, traz raiz etimológica de pessach (ou pasha, do grego) indica apenas “passagem”. Trata-se de uma festa religiosa tradicionalmente celebrada por judeus e por católicos das igrejas romana e ortodoxa, cujo significado é distinto entre esses dois grupos religiosos.
No judaísmo, a Páscoa comemora dois gloriosos eventos históricos, ambos executados sob a firme liderança de Moisés: no primeiro, os judeus são libertados da escravidão egípcia,  assinalada a partir da travessia no Mar Vermelho (Êxodo, 12, 13 e 14). O segundo evento  caracteriza a vida em liberdade do povo judeu, a formação da nação judaica e  a sua  organização religiosa,  culminada com o recebimento do Decálogo ou Os Dez Mandamentos da Lei de Deus (Êxodo 20: 1 a 21). As festividades da  Páscoa judaica duram sete dias, sendo proibida a  ingestão de alimentos e bebidas fermentadas durante o período. Os pães asmos (hag hammassôt), fabricados sem fermento, e a carne de cordeiro são os alimentos básicos.
A Páscoa católica, festejada pelas igrejas romana e ortodoxa, refere-se à ressurreição de Jesus, após a sua morte na cruz (Mateus, 28: 1-20; Marcos, 16: 1-20; Lucas, 24: 1-53; João, 20: 1-31 e 21: 1-25). A data da comemoração da Páscoa cristã, instituída a partir do século II da Era atual, foi motivo de muitos debates no passado. Assim, no primeiro concílio eclesiástico católico, o Concílio Nicéia, realizado em 325 d.C, foi estabelecido que a Páscoa católica não poderia coincidir com a judaica. A partir daí,a Igreja de Roma segue o calendário Juliano (instituído por Júlio César), para evitar a coincidência da Páscoa com o Pessach. Entretanto, as igrejas da Ásia Menor, permaneceram seguindo o calendário gregoriano, de forma que a comemoração da Páscoa dos católicos ortodoxos  coincide, vez ou outra, com a judaica.[1]
Os cristãos adeptos da igreja reformada, em especial a luterana, não seguem os ritos dos católicos romanos e ortodoxos, pois não fazem vinculações da Páscoa com a ressurreição do Cristo. Adotam a orientação mais ampla de que há, com efeito, apenas uma ceia pascoal, uma reunião familiar, instituída pelo próprio Jesus (Mateus 26:17-19; Marcos 14:12-16; Lucas 22:7-13) no dia da Páscoa judaica.[2]Assim, entendem que não há porque celebrar a Páscoa no dia da ressurreição do Cristo.  Por outro, fundamentados em certas orientações do apóstolo Paulo (1 Coríntios,5:7), defendem a ideia de ser o Cristo, ele mesmo, a própria Páscoa, associando a este pensamento importante interpretação de outro ensinamento  de Paulo de Tarso (1Corintios, 5:8): o “cristão deve lançar fora o velho fermento, da maldade e da malícia, e colocar no lugar dele os asmos da sinceridade e da verdade.[3]
Algumas festividades politeístas relacionados à chegada da primavera e à fertilidade passaram à posteridade e foram incorporados à simbologia da Páscoa. Por exemplo, havia (e ainda há) entre países da Europa e Ásia Menor o hábito de pintar ovos cozidos com
cores diferentes e decorá-los com figuras abstratas, substituídos, hoje, por ovos de chocolate. A figura docoelho da páscoa, tão comum no Ocidente, tem origem no culto à deusa nórdica da fertilidade Gefjun, representada por uma lebre (não coelho). As sacerdotisas de Gefjun eram capazes de prever o futuro, observando as vísceras do animal sacrificado.[1]
É interessante observar que nos países de língua germânica, no passado, havia uma palavra que denotava a festa do equinócio do inverno. Subsequentemente, com a chegada do cristianismo, essa mesma palavra passou a ser empregada para denotar o aniversário da ressurreição de Cristo. Essa palavra, em inglês, “Easter”, parece ser reminiscência de “Astarte”,  a deusa-mãe da fertilidade, cujo culto era generalizado  por todo o mundo antigo oriental e ocidental, e que na Bíblia é chamada de Astarote. (…) Já no grego e nas línguas neolatinas, “Páscoa” é nome que se deriva do termo grego pascha.[2]
A Doutrina Espírita não comemora a Páscoa, ainda que acate os preceitos do Evangelho de Jesus, o guia e modelo que Deus nos concedeu: “(…) Jesus representa o tipo da perfeição moral que a Humanidade pode aspirar na Terra.”[3] Contudo, é importante destacar: o Espiritismo respeita a Páscoa comemorada pelos judeus e cristãos, e compartilha o valor do simbolismo  representado, ainda que apresente outras interpretações.  A liberdade conquistada pelo povo judeu, ou a de qualquer outro povo no Planeta, merece ser lembrada e celebrada. Os Dez Mandamentos, o clímax da missão de Moisés, é um código ”(…) de todos os tempos e de todos os países, e tem, por isso mesmo, caráter divino. (…).”[4] A ressurreição do Cristo representa  a vitória sobre a morte do corpo físico, e anuncia, sem sombra de dúvidas, a imortalidade e a sobrevivência do Espírito em outra dimensão da vida.
Os discípulos do Senhor conheciam a importância da certeza na sobrevivência para o triunfo da vida moral. Eles mesmos se viram radicalmente transformados, após a ressurreição do Amigo Celeste, ao reconhecerem que o amor e a justiça regem o ser além do túmulo. Por isso mesmo, atraiam companheiros novos, transmitindo-lhes a convicção de que o Mestre prosseguia vivo e operoso, para lá do sepulcro.[5]
Os espíritas, procuramos comemorar a Páscoa todos os dias da existência, a se traduzir no esforço perene de vivenciar a  mensagem de Jesus, estando cientes que, um dia, poderemos também testemunhar esta certeza do inesquecível apóstolo dos gentios: “Fui crucificado junto com Cristo. Já não sou eu quem vivo, mas é Cristo vive em mim.  Minha vida presente na carne, vivo-a no corpo, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim”. (Gálatas 2.20)[6]

[1] //pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa Acesso: 27/03/2013.
[2] J.D. Douglas. O Novo Dicionário da Bíblia. Pág. 1002.
[3] Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Q. 625, pág.
[4] Idem. O Evangelho segundo o Espiritismo. Cap. I, it. 2, pág. 56.
[5] Francisco Cândido Xavier. Pão Nosso. Pelo Espírito Emmanuel. Cap. 176, pág. 365.
[6] Bíblia de Jerusalém. Pág. 2033.
Referências
BÍBLIA DE JERUSALÉM. Diversos tradutores. São Paulo: Paulus, 2002.
ELWELL, Walter A (editor). Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã. Trad. Gordon Chow. 1ªed. 3ª reimp. Vol. III.  São Paulo: Edições Vida Nova, 2003.
DOUGLAS, J.D. (organizador). O Novo Dicionário da Bíblia. Tradução de  João Bentes. 3ª ed. rev. São Paulo: Vida Nova, 2006.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2ªed. 1ª reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2011.
_____. O Evangelho segundo o Espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 1ªed. 1ª reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2008.
XAVIER, Francisco Cândido. Pão Nosso. Pelo Espírito Emmanuel. 1ªed. 3ª reimp. Brasília: FEB Editora, 2012 (Coleção Fonte viva;2)