#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

quarta-feira, 29 de junho de 2016

“Acautelai-vos, para não perderdes o fruto de nossos trabalhos, mas, ao contrário, receber pela recompensa” (II João 1:8) Aflição

Resultado de imagem para aflição
“Acautelai-vos, para não perderdes o fruto de nossos trabalhos, mas, ao contrário, receber pela recompensa”
(II João 1:8)
Aflição
Cada criatura retorna à Terra com a aflição que lhe diz respeito às lides regeneradoras.
Aflição que nos expressa o passado renascente ou nos define o débito atuante na Contabilidade divina.
Aqui, é a enfermidade, que o tempo trará inevitável, quando precisa, ao campo de nossos impulsos inferiores.
Ali, é a condição social, repleta de espinhos, em que se nos reajustarão as diretrizes e os pensamentos.
Acolá, é o templo doméstico, transformado em cadinho de angustiosos padecimentos, caldeando-nos emoções e ideias, para que a simplicidade nos retome a existência.
Além, é a tarefa representativa em que o estandarte do bem comum exige de nós os mais largos testemunhos de compreensão e renúncia, reclamando-nos integral ajustamento à felicidade dos outros, antes de cogitar de nossa
própria felicidade.
Em toda parte, encontra a criatura a aflição quando vista por ensinamento bendito, propondo-lhe as mais belas conquistas espirituais para a Esfera superior.
Entretanto, se o caminho terreno é a nossa prova salvadora, somos em nós o grande problema da vida, uma vez que estamos sempre interessados na deserção do trabalho difícil que nos conferirá o tesouro da experiência.
Trânsfugas do dever, nas menores modalidades, achamo-nos sempre à caça de consolação e reconforto, disputando escusas e moratórias, com o que apenas adiamos indefinidamente a execução dos serviços indispensáveis à restauração de nós mesmos.
Saibamos valorizar a nossa oportunidade de crescimento para o Mundo maior, abraçando na aflição construtiva da jornada o medicamento capaz de operar-nos a própria cura ou o recurso suscetível de arrojar-nos os mais altos níveis de evolução.
Não bastará sofrer.
É preciso aproveitar o concurso da dor, convertendo-a em roteiro de luz.
Colocados, desse modo, entre as provações que nos assinalam a senda de cada dia, usemos constantemente a chave do sacrifício próprio, em favor da paz e da alegria dos que nos cercam, porque somente diminuindo as provações alheias é que conseguiremos converter as nossas em talentos de amor para as bem-aventuranças imperecíveis.
(Ceifa de luz. Ed. FEB. Cap. 31)

Atendimento fraterno 30/06

QUINTA:DAS 19:15 as 20:30hs -
Abertura: Pres. Antonio Ribeiro.
 Atendimento Médico Espiritual.
 Limpeza.
 Passe.

AS PROVAS CIENTÍFICAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS


Divaldo responde:

1)      Existe estudos ou obras recentes no campo científico sobre a existência de Deus?

R: Em Nova York apareceu uma obra literária perturbadora (As 7 provas científicas da existência de Deus) firmada por um homem admirável, o dr. Cressey Morrison, que durante 40 anos foi diretor do Museu de História Natural de Nova York. Diante da calamidade do ceticismo, que voltou a crescer na década de 60, ele resolveu fazer a sua colaboração. Assim, o dr. Cressey Morrison afirmou, na sua postura de acadêmico e homem de cultura, que acreditar em Deus não diminui a dignidade da criatura humana. E que Deus já não é mais entidade mitológica, mas a única fonte para explicar a realidade do Universo.

2)  Haverá, dentro da Ciência, evidências desta realidade?

R: O dr.Morrison estabeleceu que facilmente se pode demonstrar a existência de Deus. Ele se utiliza de uma experiência matemática, da chamada Lei das Probabilidades, para demonstrar de uma forma muito simples a realidade de Deus. Para realizarmos uma experiência de casualidade, por exemplo, ele propõe que reunamos 10 moedas e as enumeremos, em ordem crescente, de 1 até 10. Se as colocarmos no bolso, e tentarmos tirar a moeda número um, sem olhá-la, a nossa probabilidade de êxito é de uma vez para 10 tentativas falsas. Se devolvermos a moeda número um e tentarmos, de imediato, retirar a número 2, a nossa probabilidade de êxito será de uma vez em 100. Se devolvermos a moeda número 2 e tentarmos retirar a de número 3, a nossa probabilidade será de êxito em mil possibilidades. E se repetirmos a experiência, até retirarmos em ordem cronológica a moeda de número 10, a nossa probabilidade de êxito será de uma vez em 10 bilhões de experiências fracassadas. Logo, se analisarmos as condições da habitabilidade na Terra, veremos que alguém que pensou sobre elas. Não foi o acaso que criou as condições de nosso habitat.

3)      Em outras palavras, o senhor quer dizer que ocorreu um número muito grande de experiências bem sucedidas que respondem pela existência da vida e que só são explicadas pela existência de uma inteligência superior?

R: Comecemos pelo movimento de rotação do sol, que é de cerca de 1.600 quilômetros horários. Se, por acaso, este movimento fosse 10 vezes menor, o que eqüivale dizer de 160Km/h, a vida na Terra seria impossível. Os dias teriam 120 horas, assim como as noites. E durante as 120 horas de calor, a vida seria totalmente destruída pela excedência de luminosidade, pela ardência. E qualquer forma de vida que sobrevivesse morreria nas 120 horas de trevas, portanto de frio. Logo, alguém pensou sobre isso!
Se, por exemplo, o sol não se encontrasse a 150 milhões de quilômetros de distância, digamos que ele estivesse a 100 milhões, a vida seria impossível, porque os raios caloríficos seriam tão terríveis que absorveriam todas as águas e a vida desapareceria. Mas, se por acaso, o sol estivesse a 200 milhões de quilômetros de distância, a vida também seria impossível por falta de calor suficiente. Se, por acaso, a lua estivesse mais próxima da Terra, a vida seria totalmente impossível, porque a pressão magnética sobre as águas ergueriam marés tão altas que lavariam as cumeadas das montanhas e, através da erosão, destruiriam, duas vezes ao dia, todas formas de vida. Logo, alguém – ou algo – pensou matematicamente em como manter esse equilíbrio.
Se, por acaso, o fundo do mar fosse mais baixo dois metros apenas não haveria a vida na superfície da Terra, pois a água do mar absorveria o oxigênio e o gás carbônico e os seres vivos não poderiam respirar. Se, por acaso, a atmosfera da Terra, que mede60 quilômetros, fosse menor, a vida seria totalmente impossível porque diariamente caem sobre a Terra milhões de aerólitos, pedaços de planeta. Se a atmosfera da Terra não houvesse sido necessariamente calculada, eles destruiriam a vida e provocariam milhões de incêndios diariamente. Logo, alguém pensou sobre isso!

4)      O instinto dos animais, segundo Morrison, seria outra prova da existência de Deus. Quais as bases argumentativas desta tese?

R: Ninguém sabe qual é a sede do instinto dos animais. É algo tão admirável que a Ciência ainda não localizou. Tomemos como exemplo o “nosso” João de Barro, pássaro que, quando chega a Primavera, sobe no galho mais alto da árvore mais elevada, coloca o bico na direção do vento e ele sabe de que direção virá o vento quando chegar o próximo inverno. Assim, o João de Barro constrói a casa colocando a porta no sentido oposto do vento de inverno. Se a porta for colocada errada, as suas crias morrerão. Mas o João de Barro não erra nunca.
Vamos usar outro exemplo: o instinto das enguias, que sabem que quando procriam, elas morrem. E elas, só podem procriar em águas muito profundas. Quando chega a época da reprodução, elas nadam milhares de milhas marítimas, de todos os lados, de todos os mares, de todos os oceanos onde estão, e vão reproduzir-se nas águas abissais das Bermudas. Ali elas se reproduzem e morrem. E os seus filhos? Sem saberem de onde vieram os seus ancestrais, nadam e voltam às águas de onde vieram os seus genes. E não erram nunca. Jamais foram encontradas enguias européias em águas americanas ou enguias americanas em águas européias. E esse instinto foi tão caprichoso que, sabendo que a enguia européia está mais longe do que a americana das águas das Bermudas, atrasa um ano a reprodução européia para chegarem todas ao momento da reprodução na América Central. É maravilhoso narrar a respeito dos instintos dos animais. Mas quem ensinou primeiro pássaro fez isso. E fazem-no até hoje. E Morrison afirma crer em Deus por causa também dos instintos dos animais.

5)      Nesta linha de raciocínio, o equilíbrio ecológico também evidencia a existência de Deus?

R: Vamos ilustrar este equilíbrio com um fato que ocorreu na Austrália. Os australianos desejavam transformar seu país em uma região agrícola, mas a colocação da Austrália não permitia grandes plantações. Os ventos que sopram do mar, em determinadas épocas, destruiriam as mudas. Surgiu uma idéia: plantar cercas vivas, que se transformariam em paredes contra os ventos. Importaram uma cactácea e naturalmente não havia na Austrália nenhum inimigo natural para este tipo de cactos. O resultado inicial foi excelente. Só que os australianos não se deram conta de que esses cactos se multiplicavam com muita rapidez. E em breve eles constituíram-se em uma verdadeira praga. Os australianos usaram tratores, usaram lança-chamas, e não havia solução, porque o vento carregava o pólen e os cactos continuava a se multiplicar. Dez anos depois, a Austrália havia perdido uma área correspondente à das ilhas Britânicas. Foi dado um alarme internacional e houve um congresso na cidade de Sidney. Entomologistas do mundo inteiro reuniram-se para estudar uma forma de acabar com os cactos e chegaram à conclusão de que só havia uma fórmula: conseguir um besouro que gostasse de cactos e que também se reproduzisse muito. E encontraram este besouro no Brasil, na Amazônia. Os insetos começaram a comer os cactos na Austrália e a multiplicar-se. De repente, os australianos ficaram apavorados: “Quando acabarem os cactos, o que faremos com os besouros?”
Mas a ecologia manteve o equilíbrio. Na medida em que os cactos diminuíram, os besouros também diminuíram, mantendo a harmonia ecológica. E esse fenômeno é tão extraordinário que não ocorre por acaso.

6)  Com base em tudo o que o senhor argumentou, e que Morrison estudou, a que conclusão podemos chegar sobre Deus?

R: O apóstolo João escreveu que Deus é amor. E somente através do amor podemos receber Deus. Allan Kardec, o codificador da Ciência, da Filosofia, e da Religião Espírita, também interrogou aos espíritos: “O que é Deus?” E os espíritos imortais responderam: “É a causa primeira de todas as coisas e a inteligência suprema do universo.” Allan Kardec volta a interrogar: “E que prova nós poderemos ter de Deus?” A resposta é comovedora pela simplicidade: “Tudo aquilo que não foi feito pelo homem, por Deus foi feito.” Eu era jovem quando tive a oportunidade de ouvir uma pessoa contar-me que um materialista, cheio de orgulho e vazio de cultura, chegou certa tarde à periferia de uma cidade e encontrou um camponês que trabalhava a terra. Era um daqueles entardecer em que o sol coroava o planeta por trás das montanhas. Fascinado pela natureza lírica, o materialista perguntou ao homem do campo: “Matuto, tu crês em Deus?” O modesto trabalhador tirou o chapéu de palha, em respeito ao nome pronunciado, e disse: “Eu creio em Deus!” E o orgulhoso, então, perguntou-lhe: “Se tu crês em Deus, mostra-me um lugar aqui onde está Deus?” O homem do campo olhou ao derredor e na sua simplicidade respondeu: “Eu não posso doutor, mas agora eu queria pedir ao doutor que me mostrasse aqui um lugar ‘adonde’ Deus não está."

(Parte da entrevista com Divaldo Pereira Franco em Catanduva, em 30 de setembro de 2002)

Questão 11:
Kardec perguntou: Será que um dia compreenderemos o mistério da Divindade?
Os Espíritos responderam: “Quando vocês não mais estiverem obscurecidos pela matéria e, pela sua imperfeição, se tiverem aproximado d’Ele, então vocês O compreenderão e O verão.” E Allan Kardec, comentando esta resposta, nos diz: “A inferioridade das faculdades do homem não lhe permite compreender a natureza íntima de Deus. Na infância da Humanidade, o homem O confunde muitas vezes com a criatura, cujas imperfeições lhe atribui; mas, à medida que seu senso moral se desenvolve, seu pensamento penetra melhor o fundo das coisas; e ele faz então a respeito d’Ele uma idéia mais justa e mais conforme com a boa razão posto que sempre incompleta.”

Os Benefícios da Gratidão

A Necessidade Maior
Você sabia que viver agradecido por tudo traz felicidade? Isso mesmo, quanto mais grato você for ao que lhe fazem, mais feliz você fica. Essa conclusão é do Dr. Robert A. Emmons, professor da Universidade da Califórnia. Só que a gratidão não pode ser uma obrigação, pois assim ela perde o sentido. Tem de ser natural, dirigida às coisas que, de um modo ou outro, lhe fazem bem. Ainda o Dr. Emmons descobriu que “a gratidão é ainda mais importante durante épocas em que tudo parece estar perdido. Encontrar algo para estimar e valorizar pode nos salvar do desespero, o que é impossível com queixas e lamentos. O mais importante é comemorar a vida enquanto ela existe”.
Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, em seu capítulo 28, item 28, Allan Kardec insere importante texto sobre o assunto, lembrando o quanto temos de ser gratos a Deus por tudo o que recebemos na vida. Eis o texto:
“É necessário não considerarmos como felizes apenas os acontecimentos importantes, pois os que parecem insignificantes são frequentemente os que mais influem no nosso destino. O homem esquece facilmente o bem, e se lembra mais do que o aflige. Se diariamente notássemos os benefícios que recebemos, sem pedir, ficaríamos muitas vezes admirados de haver recebido tanta coisa que nos esquecemos, e nos sentiríamos humilhados pela nossa ingratidão. Cada noite, elevando nossa alma a Deus, devemos recordar intimamente os favores que Ele nos concedeu durante o dia, e agradecê-los. É sobretudo no momento em que experimentamos os benefícios da sua bondade e da sua proteção que, espontaneamente, devemos testemunhar-lhe a nossa gratidão. Basta para isso um pensamento que lhe atribua o benefício, sem necessidade de interromper o trabalho. Os favores de Deus não consistem apenas em benefícios materiais. Devemos igualmente agradecer-lhes as boas ideias, as inspirações felizes que nos são dadas. Enquanto o orgulhoso tudo atribui aos seus próprios méritos, e o incrédulo ao acaso, o homem de fé rende graças a Deus e aos Bons Espíritos pelo que recebeu. Para isso, são inúteis as longas frases. ‘Obrigado, meu Deus, pelo bom pensamento que me inspiraste!’”, diz mais do que muitas palavras. O impulso espontâneo que nos faz atribuir a Deus tudo o que nos acontece de bom, é o testemunho natural de um hábito de reconhecimento e de humildade, que nos atrai a simpatia dos Bons Espíritos”.
A gratidão a Deus e às pessoas não nos isenta de enfrentarmos as vicissitudes da vida, pois estamos num mundo de expiações e provas, mas com a gratidão e o reconhecimento aprendemos a aceitar melhor as coisas provocando um forte eco emocional para encobrir resmungos e lamentos, que apenas nos desequilibram e trazem consequências ruins para nossa saúde orgânica e psíquica.
Em seu livro Psicologia da Gratidão a benfeitora espiritual Joanna de Ângelis assim se expressa através da psicografia do médium Divaldo Pereira Franco:
“Gratidão é como luz na sua velocidade percorrendo os espaços e clareando todo o percurso, sem se dar conta, sem o propósito de diluir-se no facho incandescente que assinala a sua conquista. Uma das razões fundamentais para que a gratidão se expresse é o estímulo propiciado pela humildade que faz se compreenda o quanto se recebe, desde o ar que se respira gratuitamente aos nobres fenômenos automáticos do organismo, preservadores da existência. Nessa percepção da humildade, ressuma o sentimento de alegria por tudo quanto é feito por outros, mesmo que sem ter ciência, em favor, em benefício dos demais. Essa identificação proporciona o amadurecimento psicológico, facultando compreender-se que ninguém é autossuficiente a tal ponto que não depende de nada ou de ninguém, numa soberba que lhe expressa a fragilidade emocional. Sem esse sentimento de identificação das manifestações gloriosas do existir, a gratulação não vai além da presunção de devolver, de nada ficar-se devendo a outrem, de passar incólume pelos caminhos existenciais, sem carregar débitos… Quando se é grato, alcança-se a individuação que liberta. Para se atingir, no entanto, esse nível, o caminho é longo, atraente, fascinante e desafiador”.
Os benefícios da gratidão são inúmeros, gerando paz íntima e nos predispondo a colaborar com Deus em sua obra. Com a gratidão ampliamos nossa resignação, pois compreendemos que os desígnios divinos são justos, sempre nos impulsionando para frente e para o alto, e com a gratidão superamos desavenças, dissabores, mágoas, resmungos, vivendo bem melhor e semeando essa vida mais feliz nos corações daqueles que partilham sua vida com a nossa vida.
Façamos diariamente o exercício de sermos gratos às pessoas que amamos e àquelas que nos amam. Lembremos de agradecer aos espíritos amigos que velam por nós. Sintonizemos em prece com nosso Mestre Jesus, que nos ama incondicionalmente, e louvemos a Deus pela vida que nos dá. São exercícios de gratidão tornando nossa vida mais fácil, mais alegre e menos penosa.
Marcus de Mario
23

Dê o exemplo

Resultado de imagem para de exemplos
Dê o exemplo
Comunicação recebida na Sala Bezerra de Menezes dia 25 de junho de 2015, na reunião de vibração bimestral do CEAL
                    Pai de amor e bondade abençoe a cada um de nós que trabalha nesta casa de amor e doação, onde deve imperar o amor de Cristo na sua pureza e simplicidade, sem restrições e sem privilégios.
                    O Cristo veio para os doentes, pois os sãos não necessitam do remédio divino, pois já alcançaram a cura real. Nós, habitantes deste planeta, somos todos necessitados dos esclarecimentos, das orientações e dos exemplos trazidos pelo Divino Amigo. Desta forma, nenhum de nós tem o direito de atirar nenhuma pedra, por menor que seja, em nenhum de nossos irmãos de caminhada.
                    Nós, que temos a oportunidade e a felicidade de encontrarmos o consolador prometido por Jesus, devemos ser os primeiros a exercitar a caridade com nossos irmãos de caminhada, que tantos erros cometem por ignorância quanto às Leis do amado Pai. Nesta Casa temos oportunidade de sabermos de onde viemos, para onde vamos e porque estamos habitando este planeta, tendo oportunidade de exercermos a fé raciocinada.
                   Trabalhemos para nossa iluminação própria para assim podermos iluminar o caminho daqueles que caminham conosco. De que vale colocarmos a candeia debaixo do alqueire? De que adianta julgarmos os enganos cometidos pelos nossos irmãos, se não lhes damos oportunidade de levantar e recomeçar a caminhada? Irmãos, precisamos dar o exemplo.
                   Que o Roteiro Divino, trazido pelo grande Mestre, não fique só em nossas mentes e em nossas bocas, mas essencialmente em nossos corações. Nas horas difíceis, em que sentirmos vontade de sentar à beira da estrada, procuremos forças para prosseguir em nosso Irmão Maior, que sofreu incompreensões, perseguições e sofrimentos maiores do que qualquer um de nós e nunca esqueceu que o Pai está no comando, olhando por cada um de seus filhos; que Ele é infinitamente bom e justo e não deixaria nenhum de seus filhos sofrer injustamente.
                   Tudo que nos ocorre é para nosso aprendizado e cada dificuldade superada nos serve de fortificante para continuarmos a caminhada mais esclarecidos. Amem para serem amados e felizes, nunca esqueçam que o trabalho é do Cristo, é a Ele que devemos prestar contas de nossos pensamentos e nossos atos.
                    Abrace a cada irmão que lhe procure, como se estivesse abraçando ao próprio Mestre, pois afinal, somos todos filhos do mesmo Pai e um dia nos reuniremos nas esferas dos felizes e compreenderemos a essência divina de nosso Pai Celestial. Graças a Deus.

                                                                                                 Um espírito amigo.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Palestra hoje

Graça Brito: Leitura de um capitulo do livro O Passe de Jacob Melo.
Ana Catharina Pessoa: Palestra; Dai gratuitamente o recebeste gratuitamente.

Foto do perfil de Graça Brito

Atendimento fraterno hoje 28/06

TERÇA: DAS 19:15 as 20:30hs -
Abertura: Pres. Antonio R. Ribeiro.
Leitura de Graça Brito - Livro de Jacob Melo/ O Passe
Palestra de Ana Catharina Pessoa - Do livro O Evangelho Segundo Espiritismo - aplicado nos dias de hoje .
Limpeza Astral.
Fluidificação das Águas.
Tratamentos e cirurgias espiritual.
Desenvolvimento Mediúnico e Psicografia.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

A DIFICULDADE DE NOS COLOCARMOS NO LUGAR DO OUTRO


Jesus nos deixou uma regra de ouro: FAÇA AO OUTRO O QUE QUER QUE O OUTRO FAÇA A VOCÊ. Mas, ainda temos muita dificuldade em viver este ensinamento, que, se seguíssemos, o mundo seria melhor. Vemos pessoas buscando seus direitos, mas não são capazes de respeitar o direito do outro. Acham certo seus filhos responderem, serem desrespeitosos com seus professores e funcionários da escola, mas quando tais funcionários são seus familiares sentem-se revoltados com tal comportamento do aluno. Reclamam do chefe, mas quando são chefes não aceitam reclamação dos subalternos. Chefes exploram funcionários, mas não gostam de ser explorados ou que explorem seus entes queridos. Há homens que humilham, exploram, abusam, magoam, maltratam uma mulher, mas não admitem que nenhum homem faça o mesmo com sua filha, irmã, esposa, mãe ou mulher da sua família. Jovens afrontam a autoridade dos pais, mas quando se tornam pais não toleram desrespeito dos filhos. Muitos ignoram os idosos, mas quando chegam na velhice querem ser respeitados e receber atenção. Há quem fale do filho do vizinho, do amigo, mas quando sabem que estão falando de seu filho, se revoltam. Muitos querem igualdade social, mas não são capazes de dividir o que tem aos mais necessitados. Querem distribuição de renda, desde que não mexam com a sua; querem políticos honestos, mas não devolvem o troco que recebem a mais, param em vagas de idosos e deficientes sem ser nenhum dos dois; desrespeitam as leis do trânsito; não pagam o que devem; não devolvem o que emprestam; compram produtos roubados, mesmo sabendo que alguém foi lesado financeiramente ou com a vida; usam drogas mesmo sabendo que por trás disso há morte, furto, roubo, infelicidade familiar e da sociedade, enfim, cometem muitas corrupções no dia a dia porque não se colocam no lugar de quem está sendo lesado. Então, o que devemos fazer? Se somos cristãos, sejamos cristãos nas atitudes, não só freqüentador de templo religioso. Está mais do que na hora de despertarmos para o que o Cristo nos pede todos os dias e há séculos.

Rudymara

CONVERSAR


A palavra é um fio de sons carregado por nossos sentimentos;
em razão disso aquilo que sentimos é o remoinho vibratório que nos conduzirá a palavra ao lugar certo que nos propomos atingir.

Quando falamos, cada qual de nós apresenta o
próprio retrato espiritual passado a limpo.

Conversando, dialogamos; dialogando, aprendemos.

Quem condena atira uma pedra que voltará sempre ao ponto de origem.
As artes são canais de expressão derivados do verbo: a escultura é a palavra coagulada, a pintura é a palavra colorida, a dança é a palavra em movimento, a música é a palavra em harmonia; mas a palavra, em si, é a própria vida.

Quando haja de reclamar isso ou aquilo, espere que as emoções se mostrem pacificadas; um grito de cólera, muitas vezes, tem a força de um punhal.

Sempre que possa e quanto possa abstenha-se de comentar o mal; a palavra cria a imagem e a imagem atrai a influência que lhe diz respeito.

Você falou, começou a fazer.

Não fale na treva para que a treva não comece a caminhar por sua conta.

Abençoadas serão as suas palavras sempre que você fale situando-se na posição dos ausentes ou no lugar dos que lhe ouvem a voz.

André Luiz - Chico Xavier

SEJA QUAL FOR A DIFICULDADE, PERSEVERA NO BEM


Seja qual for a dificuldade, persevera no Bem.
Fracasso é lição. Dor é porta de acesso a esferas superiores.
Quem te agride não te conhece por dentro.
Os que te desprezam, desconhecem tua essência.
Pensa no bem e esquece o mal.
Rompe as algemas que te atam ao pessimismo.
Mentaliza o progresso e abraça a tarefa nobilitante.
O tempo tudo encaminha e a tudo corrige.
Entra no clima da prece sincera, em cuja atmosfera ouvirás a voz do Mais Alto.
Segue para frente, confiando em Deus e em ti.
A felicidade do amanhã começa no pensamento que cultivares agora.
Abraça o ideal elevado, entregando-te ao Bem possível.
No final, a vitória será sempre do amor.

Clayton Levy, pelo espírito Scheilla.

PORQUE OS ESPÍRITAS NÃO TEMEM A MORTE


A doutrina espírita transforma completamente
a perspectiva do futuro. A vida futura deixa
de ser uma hipótese para ser realidade.
O estado das almas depois da morte não é
mais um sistema, porem um resultado de observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos
na plenitude da sua realidade prática; não foram
os homens que a descobriram pelo esforço de uma
concepção engenhosa, são os próprios habitantes
desse mundo que nos vem descrever a sua situação;
aí os vemos de todos os graus da escala da vida
espiritual, em todas as fases da felicidade ou da
desgraça, assistindo enfim, a todas as peripécias
da vida de além tumulo. Eis aí porque os espíritas
encaram a morte calmamente e se revestem de
serenidade nos seus últimos momentos sobre a terra.
Já não é só a esperança, mas a certeza que o
conforta; sabem que a vida futura é a continuação
da vida terrena em melhores condições e
aguardam-na com a mesma confiança que
aguardariam o despontar do sol após uma noite
de tempestade. Os motivos desta confiança
decorrem, outrossim, dos fatos testemunhados
e da concordância desses fatos com a lógica,
com a justiça e palavra de Deus, correspondendo
às íntimas aspirações da humanidade.
Para os espíritas, a alma não é uma abstração;
ela tem um corpo etéreo que a define ao pensamento,
o que muito é para fixar as idéias sobre a sua individualidade, aptidões e percepções.
As lembranças dos que nos são caros repousa
sobre alguma coisa real. Não se nos apresentam
mais como chamas fugitivas que nada falam ao pensamento, porém sob uma forma concreta que
antes no-los mostra como seres viventes.
Além, disso, em vez de perdidos nas profundezas
do Espaço, estão ao redor de nós; o mundo corporal
e o mundo espiritual identificam-se mutuamente.
Não mais permissível é a duvida sobre o futuro,
desaparece o temor da morte; encara-se a sua
aproximação a sangue frio, como quem aguarda
a libertação pela porta da vida e não do nada.

Trecho do livro:
“O céu e o inferno “ de Allan Kardec

sábado, 25 de junho de 2016

Atendimento Fraterno hoje sábado 25 de junho

Resultado de imagem para estudos espiritas
SÁBADO:DAS 17:00 as 18:00hs - 
Abertura: Pres. Antonio R. Ribeiro.
Estudo Sistematizado.
Passe Magnético.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

14º Aniversario do Centro Espirita Semente Cristã

Neste sábado, 25 de junho, teremos a grata satisfação de receber os companheiros de ideal espírita e simpatizantes da doutrina espírita, em nossa casa, para comemorarmos mais um ano de atividades, nesta seara que o Senhor nos confiou.
Participem da nossa alegria. Bem vindos!

10 supostas provas de que a reencarnação existe

Independentemente das várias religiões que pregam a existência da reencarnação, investigadores paranormais rotineiramente analisam incidentes de almas velhas que possivelmente reaparecem em novos corpos. As histórias a seguir não passaram por qualquer controle científico, e os contos relacionados não foram todos verificados, mas elas contêm evidências supostamente inexplicáveis que podem fazer até mesmo a mente mais cética parar para pensar.

10. Marcas de nascimento transferidas

reencarnacao 10
Em partes da Ásia, a tradição dita que, quando uma pessoa morre, os parentes marcam o seu corpo, muitas vezes usando fuligem, com a esperança de que a alma do falecido reencarne dentro da mesma família. O sinal é usado para se tornar tanto uma marca de nascença quanto uma evidência de que a alma renasceu.
Em 2012, o professor e psiquiatra da Escola de Medicina da Universidade da Virgínia Jim Tucker, juntamente com Jurgen Keil, professor emérito e psicólogo da Universidade da Tasmânia, na Austrália, apresentaram um documento para o The Journal of Scientific Exploration (um jornal revisto por pares destinado ao estudo de áreas misteriosas da ciência, desde a medicina alternativa até extraterrestres). O estudo detalhava famílias com crianças que nasceram com marcas correspondentes a seus parentes mortos.
Em um caso, K. H., um menino de Myanmar, tinha uma marca de nascença no braço esquerdo no mesmo lugar onde o corpo de seu avô tinha sido marcado. O homem tinha morrido 11 meses antes do nascimento de K. H. Muitas pessoas, incluindo membros da família, alegam ter visto a marca sendo feita por um vizinho com carvão vegetal.
Com pouco mais de dois anos de idade, K. H. teria chamado sua avó e sua mãe por nomes apenas usados pelo falecido avô. Outra “prova” seria um sonho que a mãe do menino teve quando estava grávida. Ela sonhou com o pai dizendo: “Eu quero viver com você”. A marca de nascença e os nomes da criança para os seus entes queridos fazem sua família achar que o sonho se tornou realidade.

9. A criança que nasceu com ferimentos de bala

reencarnacao 9
Ian Stevenson era um professor de psiquiatria da Universidade de Virgínia (EUA) cuja pesquisa era focada em reencarnação. Em 1993, ele publicou um artigo no Journal of Scientific Exploration detalhando marcas de nascença e defeitos de nascimento aparentemente ligados a memórias de vidas passadas. De acordo com os resultados, supõe-se que a maioria dos defeitos de nascença têm “causas desconhecidas”.
Em um caso, uma criança na Turquia lembrava a vida de um homem que foi morto por uma espingarda. Os registros hospitalares falavam de um homem que morreu após seis dias no hospital através de ferimentos causados por uma explosão no lado direito de seu crânio. O garoto em questão nasceu com microtia unilateral – má formação da orelha – e microsomia hemifacial, que é o subdesenvolvimento do lado direito de seu rosto. A microtia ocorre em cerca de 1 em cada 6.000 bebês, enquanto a microsomia é estimada em 1 a cada 3.500 bebês.

8. A paciente que matou e se casou com o próprio filho

reencarnacao 8
Brian Weiss, o presidente do departamento de psiquiatria do Mt. Sinai Medical Center, em Miami (EUA), afirma ter visto um paciente ter um episódio de regressão espontânea a vidas passadas durante um tratamento. Mesmo que tenha sido um psiquiatra de formação clássica com uma prática regular por muitos anos, ele agora é um líder em terapia de regressão a vidas passadas.
Em seu livro “Messages from the Masters: Tapping into the Power of Love” (Mensagens dos Mestres: explorando o Poder do Amor, em tradução livre), o Dr. Weiss conta a história de uma paciente chamada Diane, que trabalhava como enfermeira-chefe em um centro de atendimento de urgência. Durante uma sessão de regressão a vidas passadas, Diane supostamente voltou à vida de uma jovem mulher na América do Norte durante os primeiros anos de conflito com os nativos americanos. Ela especificamente falou sobre se esconder de um grupo de caça com seu filho em um compartimento secreto, enquanto o marido estava fora.
Ela descreveu uma marca de nascença em forma de meia lua ou espada curvada sob o ombro direito do bebê. Enquanto se escondia, o filho gritou. Temendo por suas vidas, e em um esforço para acalmá-lo, a mulher acidentalmente sufocou a criança ao cobrir sua boca.
Meses depois da experiência de regressão, Diane sentiu-se atraída por um paciente que tinha sido admitido por causa de ataques de asma. O paciente também sentiu uma conexão ou familiaridade com Diane. Diane ficou chocada quando notou uma marca de nascença em forma de meia-lua no mesmo local do bebê da regressão no paciente. Dr. Weiss afirma ter visto casos de asma em pessoas cuja morte em vidas anteriores envolvia asfixia.
Diane se casou com o paciente.

7. Caligrafia reencarnada

reencarnacao 7
Aos seis anos, Taranjit Singh morava na aldeia Alluna Miana na Índia. O rapaz afirmava desde os dois anos que seu nome verdadeiro era Satnam Singh e que ele nasceu na aldeia Chakkchela em Jalandhar, a cerca de 60 km de distância.
Taranjit alegava ser um estudante da Classe 9 (com cerca de 15 ou 16 anos de idade) e que o nome de seu pai era Jeet Singh. Um homem em uma scooter havia colidido com Satnam, que estava em uma bicicleta, e matou-o, em 10 de setembro de 1992. Taranjit dizia que os livros que ele estava carregando no dia do acidente foram embebidos em seu sangue, e que tinha 30 rúpias na carteira. A criança era tão insistente, e a história era tão detalhada, que seu pai, Ranjit, decidiu investigar.
Um professor em Jalandhar disse a Ranjit que um menino chamado Satnam Singh realmente tinha morrido em um acidente, e que o pai deste menino se chamava Jeet Singh. Ranjit conversou com a família de Satnam, que confirmou os livros encharcados de sangue e os detalhes sobre o dinheiro. Quando Taranjit e membros da família de Satnam se encontraram cara a cara, Taranjit foi capaz de identificar corretamente Satnam nas fotos.
O cientista forense Vikram Raj Chauhan leu sobre Taranjit no jornal e decidiu investigar a história. Ele pegou amostras de caligrafia de Satnam tiradas de um caderno velho e comparou com as de Taranjit. Mesmo que o jovem “não estivesse acostumado a escrever”, a letra era bem parecida. O Dr. Chauhan compartilhou suas descobertas com os colegas, que também encontraram similaridades nas amostras.

6. A americana que nasceu sabendo sueco

reencarnacao 6
O professor Ian Stevenson investigou inúmeros casos do fenômeno de xenoglossia, que é definido como “falar uma linguagem real totalmente desconhecida para o falante em seu estado normal”. A definição foi cunhada originalmente por Charles Richet entre 1905 e 1907. Richet foi um médico ganhador do Prêmio Nobel, cujos interesses e investigações abrangeram muitas áreas, incluindo a parapsicologia.
Stevenson investigou uma mulher americana de 37 anos a quem chamou de T. E. Ela nasceu e foi criada na Filadélfia, filha de pais imigrantes que falavam inglês, polonês, iídiche e russo em casa enquanto ela estava crescendo. Ela estudou francês na escola. Sua única exposição à língua sueca foram algumas frases faladas em um programa de televisão sobre a vida dos suecos americanos. No entanto, durante oito sessões de regressão com hipnose diferentes, T. E. tornou-se Jensen Jacoby, um camponês sueco.
Como Jensen, T. E. respondeu perguntas feitas em sueco, com respostas em sueco, usando cerca de 60 palavras não ditas primeiro pelo entrevistador. T. E. como Jensen também foi capaz de responder a perguntas em inglês com respostas em inglês.
Stevenson deu a T. E. dois testes de polígrafo, um teste de associação de palavras, e uma prova de aptidão para línguas, as quais ela respondeu como sueca. Ele também perguntou a seu marido, familiares e conhecidos sobre sua aptidão ou exposição a línguas escandinavas. Todos concordaram que ela não tinha nenhuma. Nenhuma língua escandinava foi ensinada nas escolas que T. E. esteve.
Dito isto, T. E. como Jensen não era fluente. A transcrição da sessão mostra que ela tinha um vocabulário de cerca de apenas 100 palavras e raramente falava com frases completas. Na verdade, não houve frases complexas, apesar de Jensen ser supostamente um homem adulto. O sotaque foi elogiado, no entanto, por consultores de Stevenson. Em uma adição ainda mais estranha para a história, vários especialistas apontaram que a linguagem foi misturada com o norueguês.

5. Memórias dos mosteiros

reencarnacao 5
Em seu livro “Your Past Lives And The Healing Processs” (“Suas vidas passadas e o processo de cura”, em tradução livre), o psiquiatra Adrian Finkelstein descreve um rapaz chamado Robin Hull, que muitas vezes falava em uma linguagem que sua mãe não conseguia entender. Ele entrou em contato com um professor de línguas asiáticas, que identificou a linguagem como um dialeto falado especificamente na região norte do Tibete.
Robin afirma que ele foi para a escola há muitos anos em um mosteiro, e foi aí que ele aprendeu a falar esse idioma. No entanto, a verdade é que Robin não tinha ainda a idade escolar e nunca tinha colocado os pés em uma sala de aula.
O professor investigou com base nas descrições de Robin e acabou encontrando um mosteiro nas montanhas de Kunlun que batiam com as informações que o menino era capaz de transmitir. A história de Robin inspirou o professor de fato a viajar para o Tibete, onde ele localizou o mosteiro.

4. O soldado japonês queimado

reencarnacao 4
Outra investigação de Stevenson gira em torno de uma menina birmanesa chamada Ma Win Tar. Ma Win Tar nasceu em 1962. Com cerca de três anos de idade, ela começou a fazer referência a uma vida como um soldado japonês. O soldado tinha sido capturado por aldeões birmaneses e queimado vivo enquanto estava amarrado a uma árvore.
A vida específica não foi identificada, mas, como ressalta Stevenson, as circunstâncias eram plausíveis. Em 1945, os aldeões birmaneses capturavam todos os retardatários do exército japonês que recuavam, e às vezes os queimavam vivos.
Ma Win Tar mostrou traços que eram incongruentes com a sua vida como uma garota birmanesa. Ela gostava de seu cabelo cortado curto e gostava de se vestir com roupas de menino (algo que sua família proibiu). Ela não comia os alimentos picantes típicos da cozinha birmanesa, mostrando uma preferência por alimentos doces e por carne de porco. Ela também mostrava um “traço de crueldade”, incluindo o hábito de golpear os rostos de seus companheiros. Stevenson afirma que os soldados japoneses “muitas vezes” davam tapas em aldeões birmaneses e que a prática não é culturalmente natural na área. Ma Win Tar resistiu ao budismo de sua família e até mesmo chegou ao ponto de considerar-se “uma estrangeira”. Ela declarou os membros visitantes da Comissão de Guerra japoneses que estavam na sua cidade como “cidadãos”.
O mais estranho de tudo é que Ma Win Tar tinha nascido com defeitos congênitos graves em ambas as mãos. Seus dedos médio e anular da mão direita estavam “frouxamente ligados” com o resto de sua mão. Eles foram amputados quando ela tinha apenas alguns dias de vida. Vários outros dedos estavam faltando ou tinham anéis de “constrição”. Um anel em seu pulso esquerdo tinha três depressões separadas. Houve também, de acordo com sua mãe, uma marca semelhante em seu pulso direito que havia desaparecido. As marcas eram estranhamente similares a queimaduras causadas por uma corda – algo que um soldado japonês que havia sido queimado vivo enquanto estava amarrado a uma árvore poderia ter adquirido durante seu calvário.

3. As cicatrizes do irmão

reencarnacao 3
Em 1979, Kevin Christenson morreu com dois anos de idade. Uma perna quebrada aos 18 meses havia revelado um câncer metastático. A quimioterapia foi administrada através do lado direito do seu pescoço para combater os danos provocados pela doença, incluindo um tumor que fez seu olho esquerdo se projetar e um nódulo acima da orelha direita.
Doze anos mais tarde, a mãe de Kevin, que havia se divorciado de seu pai e se casado novamente, teve outro filho chamado Patrick. Desde o início, havia semelhanças entre os meio-irmãos. Patrick nasceu com uma marca de nascença que parecia um pequeno corte no lado direito do pescoço. Ainda mais estranho, havia um nódulo no couro cabeludo de Patrick no mesmo lugar que Kevin tinha. Como Kevin, Patrick teve um problema com seu olho esquerdo, que acabou sendo diagnosticado como um leucoma corneano (felizmente, não um tumor).
Quando Patrick começou a andar, ele mancava, mesmo que não houvesse nenhuma razão médica para isso. Ele alegou ter a memória de uma cirurgia. Quando sua mãe lhe perguntou onde em seu corpo, Patrick apontou para a área acima da orelha direita, o mesmo lugar que seu meio-irmão tinha um nódulo.
Com cerca de quatro anos de idade, Patrick começou a perguntar sobre sua “velha casa”, mesmo que ele nunca tivesse vivido em qualquer outra casa. Ele a descreveu como sendo laranja e marrom. Se você já deduziu que Kevin tinha vivido em uma casa laranja e marrom, ganhou uma estrelinha. Os pesquisadores que investigaram a situação realmente levaram Patrick para a casa antiga, mas o menino não identificou qualquer coisa que os convenceu de que estava realmente familiarizado com a casa.
Embora Patrick fosse capaz de lembrar em detalhes a vida de sua mãe com seu marido anterior e o filho falecido, as conexões biológicas são difíceis de explicar.

2. Memórias felinas

reencarnacao 2
Quando John McConnell foi morto por seis tiros em 1992, ele deixou para trás uma filha chamada Doreen. Doreen deu à luz um filho, William, em 1997. William foi diagnosticado com atresia pulmonar valvar, uma condição congênita em que uma válvula defeituosa direciona o sangue do coração para os pulmões. O ventrículo direito do coração dele também era deformado. A condição de William melhorou após inúmeras cirurgias e tratamentos.
Quando John foi baleado, uma das balas entrou em suas costas, atingindo seu pulmão esquerdo e a artéria pulmonar principal em seu coração. A lesão de John e condição de William afetavam o coração e os pulmões de uma maneira muito similar.
Um dia, ao tentar evitar uma bronca, William disse a Doreen, “Quando você era uma menina, e eu era o seu pai, você era ruim um monte de vezes, e eu nunca bati em você!”. Declarações semelhantes excessivamente familiares se seguiram. William perguntou a Doreen sobre um gato que ela tinha tido quando menina e mencionou que ele o chamava de “Boss”. Surpreendentemente, apenas John chamava o gato assim – seu nome era Boston. William também foi capaz de diferenciar entre Boss e outro gato da família chamado Maniac.
William foi capaz de indicar o dia em que nasceu (uma terça-feira) e o dia em que John morreu (quinta-feira) antes mesmo de saber os dias da semana. Ele disse que tinha sido dito em uma terça-feira por “Deus” que ele estava pronto para “voltar”.

1. O estado “intermediário”

reencarnacao 1
Quando John McConnell foi morto por seis tiros em 1992, ele deixou para trás uma filha chamada Doreen. Doreen deu à luz um filho, William, em 1997. William foi diagnosticado com atresia pulmonar valvar, uma condição congênita em que uma válvula defeituosa direciona o sangue do coração para os pulmões. O ventrículo direito do coração dele também era deformado. A condição de William melhorou após inúmeras cirurgias e tratamentos.
Quando John foi baleado, uma das balas entrou em suas costas, atingindo seu pulmão esquerdo e a artéria pulmonar principal em seu coração. A lesão de John e condição de William afetavam o coração e os pulmões de uma maneira muito similar.
Um dia, ao tentar evitar uma bronca, William disse a Doreen, “Quando você era uma menina, e eu era o seu pai, você era ruim um monte de vezes, e eu nunca bati em você!”. Declarações semelhantes excessivamente familiares se seguiram. William perguntou a Doreen sobre um gato que ela tinha tido quando menina e mencionou que ele o chamava de “Boss”. Surpreendentemente, apenas John chamava o gato assim – seu nome era Boston. William também foi capaz de diferenciar entre Boss e outro gato da família chamado Maniac.
William foi capaz de indicar o dia em que nasceu (uma terça-feira) e o dia em que John morreu (quinta-feira) antes mesmo de saber os dias da semana. Ele disse que tinha sido dito em uma terça-feira por “Deus” que ele estava pronto para “voltar”.