#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Justiça das aflições.

Justiça das aflições.
(...)Mas, então, pergunta-se: por que sofrem uns mais do que outros? Por que nascem uns na miséria e outros na opulência, sem coisa alguma haverem feito que justifique essas posições? Por que uns nada conseguem, ao passo que a outros tudo parece sorrir? Todavia, o que ainda menos se compreende é que os bens e os males sejam tão desigualmente repartidos entre o vício e a virtude; e que os homens virtuosos sofram, ao lado dos maus que prosperam. A fé no futuro pode consolar e infundir paciência, mas não explica essas anomalias, que parecem desmentir a justiça de Deus.

O Duelo 
(...)Há crime no homicídio em duelo; a vossa própria legislação o reconhece. Ninguémtem o direito, em caso algum, de atentar contra a vida de seu semelhante: é um crime aos olhos de Deus, que vos traçou a linha de conduta que tendes de seguir.Adolfo, bispo de Argel. (Marmande, 1861.)

Não vim destruir a Lei
(...) Sim, meus filhos, o mundo está abalado; os bons Espíritos vo-lo dizem sobejamente; dobraivos à rajada que anuncia a tempestade, a fim de não serdes derribados,Fénelon. (Poitiers, 1861.)


A França deparava com uma situação de descontentamento social e espiritual. Os dogmas religiosos existentes já não nutriam espiritualmente aquele povo que esperava depois da Revolução Francesa, a tão dita: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”.
Os franceses esperavam encontrar uma luz no fim do túnel, “Fiat Lux”, e com o advento do Consolador Prometido “A luz se fez”.

A LUZ SE FEZ

Tudo começou com a invasão organizada dos Espíritos Superiores trazendo a lume a Codificação da Doutrina dos Espíritos, coordenada pelo Mestre Lionês Hypollite Leon Denizar Rivail, que ficaria conhecido mundialmente e pela eternidade como o Sr.Allan Kardec.



Começara nesse momento uma nova fase, aquela prometida por Jesus:
“Se me amais, guardai os meus mandamentos, e eu rogarei a meu Pai e ele vos enviará outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco: - O espírito da Verdade, que o não pode receber, porque o não vê e absolutamente o não conhece”. Mas, quanto a vós, conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós. – Porém, O Consolador, que é o Santo Espírito que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos tenho dito (São João 14:15 a 17:26),


O que motivou Allan Kardec a fazer a codificação da Doutrina dos Espíritos?
Qual era a base religiosa de Rivail? E o que o motivou a conhecer as famosas correntes Espiritualistas da época?
Allan Kardec tinha convicção no trabalho proposto pelos Espíritos, que era a codificação da Doutrina?
Quem foi os participantes deste trabalho de codificação?
Como foi a escolha dos médiuns que contribuíram para que o trabalho acontecesse? Como foi a análise das comunicações feita por Allan Kardec e como foi seu critério de análise das psicografias?
Como foi a reação da igreja católica na época com a codificação da Doutrina dos Espíritos?

A Terceira revelação encerrou-se”... “Com o Ultimo segundo do dia de 18 de abril de 1857...”
“(...) Tudo quanto Allan Kardec, investido de sua nobre missão e inspirada pelo Alto pelo Espírito da Verdade, escreveu a partir desse derradeiro segundo, sem exceção – acrescenta (p. XXVIII)-, foi feito segundo os fundamentos lançados por ordem e sob o ditado do primeiro Livro dos Espíritos mas de conformidade com o critério humano do Missionário.

As respostas para essas indagações logo acima, serão apresentadas em breve em nosso blog, onde daremos continuidade na série de postagens “O inicio da Codificação da Doutrina Espírita”.

LUCIANO DUDU

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