#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

domingo, 31 de julho de 2016


Sobre a saúde física e mental - Página ditada a Chico Xavier pelo espírito Joaquim Murtinho, ex-senador do Brasil


Joaquim Duarte Murtinho (Cuiabá7 de dezembro de 1848 — Rio de Janeiro18 de novembro de 1911) foi um político brasileiro liberal.
Estadista, ganhou fama por restaurar as finanças republicanas no governo Campos Sales (1898-1902).
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Se o homem compreendesse que a saúde do corpo é o reflexo da harmonia espiritual, e se pudesse abranger a complexidade dos fenômenos íntimos que o aguardam além da morte, certo se consagraria à vida simples com o trabalho ativo e a fraternidade legítima por normas de verdadeira felicidade.

A escravização aos sintomas e aos remédios não passa, na maioria das ocasiões, de fruto dos desequilíbrios a que nos impusemos. Quanto maior o desvio mais dispendioso o esforço de recuperação. Assim, também, cresce o número das enfermidades à proporção que se nos multiplicam os desacertos, e, exarcebadas as doenças, tornam-se cada vez mais difíceis e complicados os processos de tratamento, levando milhões de criaturas a se algemarem a preocupações e atividades que adiam, indefinidamente, a verdadeira obra de educação que o mundo necessita.

O homem é inquilino da carne, com obrigações naturais de preservação e defesa do patrimônio que temporariamente usufrui. Não se compreende que uma pessoa instruída amontoe lixo e lama, ou crie insetos patogênicos no próprio âmbito doméstico. Existe, no entanto, muita gente de boa leitura e de hábitos respeitáveis que não se lhe dá atochar dos mais vários tóxicos a residência corpórea e que não acha mal no libertar a cólera e a irritação, de minuto a minuto, dando pasto a pensamentos aviltantes, cujos efeitos por muito tempo se fazem sentir na vida diária.

Sirvamo-nos ainda desse símbolo para estender-nos em mais simples considerações. Se sabemos imprescindível a higiene interna da casa, por que não movermos o espanador da atividade benéfica, desmanchando as teias escuras das idéias tristes? Por que não fazer ato salutar do uso da água pura, em vasta escala, beneficiando os mais íntimos escaninhos do edifício celular e atendendo igualmente ao banho diário, no escrúpulo do asseio? Se nos desvelamos em conservar o domicílio suficientemente arejado, por que não respirar, a longos haustos, o oxigênio tão puro quanto possível, de modo a facilitar a vida dos pulmões?

Quem construa uma habitação cogita não somente de bases sólidas que a suportem, senão também da orientação, de tal jeito que a luz do sol a envolva e penetre profundamente. Jamais voltaria esse alguém a situar o ambiente doméstico numa caverna de troglodita. Analogamente, deve o homem assentar fundamentos morais seguros que lhe garantam a verdadeira felicidade, colocando-se, no quadro social onde vive, de frente voltada para os ideais luminosos e santificantes, de modo que a divina inspiração lhe inunde as profundezas da alma.

Frequentemente, a moradia das pessoas cuidadosas e educadas se exorna, em seu derredor, de plantas e de flores que encantam o transeunte, convidando-o à contemplação repousante e aos bons pensamentos. Por que não multiplicar em torno de nós os gestos de gentileza e de solidariedade, que simbolizam as flores do coração? Ninguém é tentado a descansar ou a edificar-se em recintos empedrados ou espinhosos.

Assim também a palavra agradável que proferimos ou recebemos, as manifestações de simpatia, as atitudes fraternais e a compreensão sempre disposta a auxiliar constituem recursos medicamentosos dos mais eficientes, porque a saúde, na essência, é harmonia de vibrações. Quando nossa alma se encontra realmente tranquila, o veículo que lhe obedece está em paz.



A mente aflita despende raios de energia desordenada que se precipitam sobre os órgãos à guisa de dardos ferinos, de consequências deploráveis para as funções orgânicas. O homem comumente apenas registra efeitos, sem consignar as causas profundas. E que dizer das paixões insopitadas, das enormes crises de ódio e de ciúme, dos martírios ocultos do remorso que rasgam feridas e semeiam padecimentos inomináveis na delicada constituição da alma?

Que dizer relativamente à hórrida multidão dos pensamentos agressivos duma razão desorientada, os quais tanto malefício trazem, não só ao indivíduo, mas, igualmente, aos que se achem com ele sintonizados? O nosso lar de curas na vida espiritual vive repleto de enfermos desencarnados. Desencarnados, embora, revelam psicoses de trato difícil.

A gravitação é lei universal e o pensamento ainda é matéria em fase diferente daquelas que nos são habituais. Quando o centro de interesses da alma permanece na Terra, embalde se lhe indicará o caminho das Alturas. Caracteriza-se a mente também por peso específico e é na própria massa do planeta que o homem enrodilhado em pensamentos inferiores se demorará depois da morte no serviço de purificação.

Os instrutores religiosos, mais que doutrinadores, são médicos do espírito que raramente ouvimos com a devida atenção, enquanto na carne. Os ensinamentos da fé constituem receituário permanente para a cura positiva das antigas enfermidades que acompanham a alma, século trás século.

Todos os sentimentos que nos ponham em desarmonia com o ambiente onde fomos chamados a viver geram emoções que desorganizam, não só as colônias celulares do corpo físico, mas também o tecido sutil da alma, agravando a anarquia do psiquismo. Qualquer criatura, conscientemente ou não, mobiliza as faculdades magnéticas que lhe são peculiares nas atividades do meio em que vive. Atrai e repele. Do modo pelo qual se utiliza de semelhantes forças depende, em grande parte, a conservação dos fatores naturais de saúde.

O espírito rebelde ou impulsivo que foge às necessidades de adaptação assemelha-se a um molinete elétrico, armado de pontas, cuja energia carrega e, simultaneamente, repele as moléculas do ar ambiente; assim, esse espírito cria em torno de si um campo magnético sem dúvida adverso, o qual, a seu turno, há de repeli-lo, precipitando-o numa "roda-viva" por ele mesmo forjada. Transformando-se em núcleo de correntes irregulares, a mente perturbada emite linhas de força que interferirão como tóxicos invisíveis sobre o sistema endocrínico, comprometendo-lhe a normalidade das funções.

Mas não são somente a hipófise, a tireóide ou as cápsulas supra-renais as únicas vítimas da viciação. Múltiplas doenças surgem para a infelicidade do espírito desavisado que as invoca. Moléstias como o aborto, a encefalite letárgica, a esplenite, a apoplexia cerebral, a loucura, a nevralgia, a tuberculose, a coréia, a epilepsia, a paralisia, as afecções do coração, as úlceras gástricas e as duodenais, a cirrose, a icterícia, a histeria e todas as formas de câncer podem nascer dos desequilíbrios do pensamento.

Em muitos casos, são inúteis quaisquer recursos medicamentosos, porquanto só a modificação do movimento vibratório da mente, à base de ondas simpáticas, poderá oferecer ao doente as necessárias condições de harmonia. Geralmente, a desencarnação prematura é o resultado do longo duelo vivido pela alma invigilante; esses conflitos prosseguem na profundeza da consciência, dificultando a ligação entre a alma e os poderes restauradores que governam a vida.

A extrema vibratilidade da alma produz estados de hipersensibilidade, os quais, em muitas circunstâncias, se fazem seguir de verdadeiros desastres organopsíquicos. O pensamento, qualquer que seja a sua natureza, é uma energia, tendo, conseguintemente, seus efeitos. Se o homem cultivasse a cautela, selecionando inclinações e reconhecendo o caráter positivo das leis morais, outras condições, menos dolorosas e mais elevadas, lhe presidiriam à evolução.



É imprescindível, porém, que a experiência nos instrua individualmente. Cada qual em seu roteiro, em sua prova, em sua lição. Com o tempo, aprenderemos que se pode considerar o corpo como o "prolongamento do espírito", e aceitaremos no Evangelho do Cristo o melhor tratado de imunologia contra todas as espécies de enfermidade. Até alcançarmos, no entanto, esse período áureo da existência na Terra, continuemos estudando, trabalhando e esperando.

Joaquim Murtinho

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Mensagem do livro "Falando à Terra" | Chico Xavier - Espíritos diversos | FEB

1 In: http://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Murtinho



Enviado por Geraldo Lemos Neto | Vinha de Luz Editora | Antônio Peixoto | Imagem in: http://siteespirita.com/2012/10/20/saude/
14/01/2015

sábado, 30 de julho de 2016

atenção

sua foto do perfil
Desculpe a demora nas postagens do evento em Comemoração dos 98 anos do Centro Espirita Perseverança, logo em seguida do evento viajei por motivo de saúde na família mas tudo ja foi resolvido e retornei hoje sábado, amanha postarei uma matéria sobre o evento, de já agradeço a todos que participaram foi um momento inesquecível em minha vida e acredito que na vida dos que estavam la, de lá pra cá a unica palavra que vem na minha cabeça e coração e agradecimento,,,

AMOR A DEUS


Você ama a Deus?
Ou será que você tem medo de Deus?
Ainda nos dias de hoje se ouve a expressão: Cuidado, Deus castiga.
Ou então: Ele é um homem temente a Deus. Temente quer dizer que teme, que tem medo.

As frases são muito infelizes. E não verdadeiras. Por que temer a Deus?

Se ficarmos com o conceito de Moisés, o grande legislador do povo hebreu, com certeza teremos medo da Divindade.

Porque, ao apresentar a ideia de Deus aos homens daquela época, mais ou menos quatro mil anos atrás, Moisés O apresentou como ciumento, vingativo.

Um Deus injusto, pois punia um povo inteiro pela falta do seu chefe.

Era o Deus dos exércitos que presidia aos combates contra o Deus dos outros povos.

Um Deus que recompensava e punia só pelos bens da Terra. Que fazia se acreditasse que havia felicidade na escravidão dos outros povos.

Mas, depois de Moisés veio Jesus. E uma das partes mais importantes da revelação do Cristo é o ponto de vista pelo qual Ele nos apresentou Deus.

O Pai que ama aos Seus filhos. Soberanamente justo e bom. Cheio de mansidão e de misericórdia.

Pai que perdoa as faltas dos Seus filhos e dá a cada um segundo as suas obras. O Pai de todas as criaturas, que estende a Sua proteção por sobre todos os Seus filhos.

Deus que diz aos homens: A verdadeira pátria não é deste mundo.

Deus de misericórdia que diz: Perdoai as ofensas se desejais ser perdoados, fazei o bem em troca do mal. Não façais o que não quereis que vos façam.
Deus grande que vê o menor pensamento de Seus filhos e que não dá importância à forma com que esses filhos O honram.
Não é um Deus para temer. É um Deus para amar.

Tudo na Criação revela o amor de Deus por Seus filhos. O Universo é um poema de beleza e perfeição.

A Terra preparada até os mínimos detalhes para que o homem nela possa viver e progredir.

As sementes que reproduzem segundo sua espécie e saciam a fome.
Os rios, lagos e vertentes que propiciam o líquido precioso.

As estações com suas características. As variedades infinitas de plantas, de animais.
Deus que cria Espíritos simples e ignorantes e os coloca nas Suas moradas, os mundos, para progredirem, conquistarem sabedoria até a perfeição.

Deus que ama.
Deus quer o seu progresso. Deus quer o seu bem-estar, que seja fruto de uma vida saudável, que resulta de um aprimoramento moral.

Deus quer a sua paz legítima, depois de acalmados os anseios do seu coração e regularizados os débitos da sua consciência.
Deus quer o seu amor, superadas as instabilidades da sua emoção.
Deus quer o melhor para você.
Se você ainda não descobriu como, guarde a certeza de que Ele concede todos os dias os meios para conseguir tudo isto, em definitivo. Sem chance de perder.

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Redação do Momento Espírita com base no cap. 1, itens 23 e 25 do livro A gênese, de Allan Kardec, ed. Feb; no cap. 21 do livro Filho de Deus, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal e no texto das páginas 22/23 da Revista O espírita, de out/dez 1995, nº 90.
Disponível no cd Momento Espírita, v. 1 , ed. Fep. Em 03.10.2011.

VIVER EM PAZ


Ante a onda avassaladora do materialismo, não se rebele; demonstre a sua convicção cristã, de modo a sensibilizar os que não têm fé.Não censure a indiferença alheia; aqueça o próximo com o ardor da sua crença.
Considerando o desequilíbrio que assoma em toda parte, não se revolte; aja com serenidade, facultando que outros o acompanhem.Vitimado pela insensatez dos atormentados, não reaja; conserve a calma e atue com acerto.
Desprezado pela astúcia dos que são prepotentes, não revide com azedume; dê ensejo aos outros para que o conheçam melhor.
Apoiado ao ideal e combatido, não magoe ninguém; quem sabe, melhor compreende.Não recebendo apoio na exposição do seu pensamento, insista com bondade; a perseverança atesta a virtude do comportamento idealista.Confrontado com hábeis negadores do bem, não assuma postura negativa; seja paciente e permaneça fiel aos seus propósitos.
Os atos dizem do valor da filosofia de cada um.
Preconize paz e viva em paz com você e todos.

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Marco Prisco / Médium Divaldo Franco

A EUTANÁSIA,A MEDICINA E O ESPIRITISMO


Eutanásia é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista. Independentemente da forma de eutanásia praticada, seja ela legalizada ou não (tanto em Portugal como no Brasil esta prática é considerada ilegal), ela é considerada um assunto controverso, existindo sempre prós e contras. Usada como pretexto de evitar sofrimento, é também conhecida como “morte piedosa”. Esta questão envolve também a medicina, que tem a finalidade de curar e sanar dores. No código de Ética Médica, por exemplo, está prescrito como dever do médico o cuidado de preservar a vida e a proibição, ao mesmo tempo, da utilização de meios destinados a abreviar a vida do paciente, ainda que a pedido desse ou de seu representante legal.

Em o “Evangelho Segundo o Espiritismo” está explicado: Um homem está agonizante, presa de cruéis sofrimentos. Sabe-se que seu estado é desesperador. Será lícito poupar-lhe alguns instantes de angústias, apressando-lhe o fim?

“Quem vos daria o direito de prejulgar os desígnios de Deus? Não pode ele conduzir o homem até à borda do fosso, para daí o retirar, a fim de fazê-lo voltar a si e alimentar ideias diversas das que tinha? Ainda que haja chegado ao último extremo um moribundo, ninguém pode afirmar com segurança que lhe haja soado a hora derradeira. A Ciência não se terá enganado nunca em suas previsões? … Pois bem: essa hora de graça, que lhe é concedida, pode ser-lhe de grande importância. Desconheceis as reflexões que seu Espírito poderá fazer nas convulsões da agonia e quantos tormentos lhe pode poupar um relâmpago de arrependimento… Minorai os derradeiros sofrimentos, quanto o puderdes; mas, guardai-vos de abreviar a vida, ainda que de um minuto, porque esse minuto pode evitar muitas lágrimas no futuro.” – S. Luís. (Paris, 1860.) Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo V, item 28.
Quem sabe então, não seja este um momento para aquele enfermo se reerguer, quem sabe neste período de sofrimento não esteja a resposta para tantas perguntas que fazemos durante a vida?

Devemos buscar entender que todo e qualquer sofrimento não vem à toa e nem é de graça. Mesmo que ainda não esteja claro, ele tem sim a sua glória e a sua importância nesta existência terrena.

E você? Acha justo praticar a Eutanásia e desligar o botão da vida de alguém?

Fonte: Site Tv Mundo maior

domingo, 24 de julho de 2016

Agradecer aos nossos patrocinadores




PROTEÇÃO ESPIRITUAL


Todos possuímos proteção espiritual. Revelam os Espíritos que, antes mesmo de nosso renascer, a cada um de nós foi designado um ser espiritual, mais elevado que seu tutelado, para nos orientar durante toda a encarnação na Terra inclua-se os momentos do planejamento reencarnatório e os primeiros instantes do retorno à pátria espiritual quando o Espírito se desvencilha do corpo físico.

O Catolicismo chama estes seres de Anjos da Guarda; em outros contextos religiosos, são conhecidos como Guias Espirituais. Na verdade, estes seres têm status espiritual conforme o nível evolutivo dos homens que se dispõem a orientar. Ressalvada a poesia de que estes Espíritos agem à feição de anjos e como a maioria de nós ainda tem pouco de angelical, isto implica que a maioria de nossos orientadores espirituais não precisam ser, necessariamente, anjos. Entre o estado espiritual da maioria dos humanos terrenos e o dos anjos, há uma imensa gama de seres espirituais que são capazes de orientar.

A palavra guia dá uma idéia de dependência que o indivíduo encarnado teria em relação ao seu tutor. Ser guiado por outrem, mesmo um Espírito, passa a idéia de ausência de responsabilidade do tutelado, como se este não possuísse livre-arbítrio e capacidade para decidir por si próprio.

Assim, devido a impossibilidade de Deus nos atender pessoalmente, ajuda-nos por meio de seus mensageiros. Independentemente do nome, o que importa é Deus não nos abandona nunca e sempre está disponível quando nos recolhemos (interiormente) e nos conectamos com Ele, através dos bons sentimentos em forma de prece. A resposta será a ativação da intuição em mim ou em alguém, conhecido ou não, que surge e decide nos ajudar naqueles momentos difíceis.

*Ideias Maravilhosas

EXILADOS DE CAPELA RAÇAS ADÂMICAS(Espíritos, vindos de outra esfera)


Milhões de espíritos não puderam permanecer num dos orbes do sistema de Capela, na Constelação do Cocheiro, justamente em razão da evolução espiritual que não se esforçaram por atingir.
Vieram então para a Terra, exilados, sendo carinhosamente acolhidos pelo nosso Governador Espiritual, Jesus Cristo, e aqui puderam dar continuidade ao seu processo evolutivo. Porém, encontraram na Terra condições de vida ainda bem inferiores e primitivas em relação às condições existentes naquele orbe evoluído de Capela.
Formaram-se então quatro grandes raças adâmicas. A Índia. A civilização egípcia. A civilização ariana. O povo de Israel.

O espírito Emmanuel, através da psicografia de Chico Xavier, nos oferece preciosos ensinamentos sobre esse assunto no livro “A Caminho da Luz”

TEXTO DE: Marcelo Badaró Duarte

A GERAÇÃO NOVA Por Allan Kardec


Para que na Terra sejam felizes os homens, preciso é que somente a povoem Espíritos bons, encarnados e desencarnados, que somente ao bem se dediquem. Havendo chegado o tempo, grande emigração se verifica dos que a habitam: a dos que praticam o mal pelo mal, ainda não tocados pelo sentimento do bem, os quais, já não sendo dignos do planeta transformado, serão excluídos, porque, senão, lhe ocasionariam de novo perturbação e confusão e constituiriam obstáculo ao progresso. Irão expiar o endurecimento de seus corações, uns em mundos inferiores, outros em raças terrestres ainda atrasadas, equivalentes a mundos daquela ordem, aos quais levarão os conhecimentos que hajam adquirido, tendo por missão fazê-las avançar. Substituí-los-ão Espíritos melhores, que farão reinarem em seu seio a justiça, a paz e a fraternidade.

sábado, 23 de julho de 2016

É amanha as 17.30hs


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Sinais trocados, valores invertidos!

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“(…) observamos na paisagem político-social da Terra as aberrações, os absurdos teóricos, os extremismos, operando a inversão de todos os valores.” (1)
Amigos de estudos doutrinários, Emmanuel afirma que vivemos tempos em que os valores encontram-se invertidos. Isso equivale a dizer, basicamente, que os sinais estão trocados: damos grande importância às coisas que tem pouca ou nenhuma importância e damos pouca ou nenhuma importância àquilo que tem grande valor.
Sinais trocados, valores invertidos: o que vale MENOS (+) para nós é MAIS (-) e o que vale MAIS (-) para nós é MENOS (+)!
Compreendeu! (?)
Quais valores estão invertidos, deve ser a primeira pergunta que você se fez. A quê tenho dado grande importância e que não vale tanto quanto aquilo que eu deveria dar mais valor, mas não dou?
Pois bem, vamos a uma pequena lista exemplificativa:
– você tem ido a academias de ginástica e salões de beleza, ultimamente? Justo, muito justo; mas tem também dedicado tempo para o fortalecimento do ânimo e embelezamento dos sentimentos, através da leitura de um bom livro ou da frequência a uma reunião de estudos doutrinários?
– reúne parentes e amigos para confraternizações em torno de uma churrasqueira? Que ótimo! Mas consegue reservar meia horinha na semana, com os familiares, para alimentar a alma em torno do “culto do evangelho no lar”?
– lazeres no final de semana, como não? Mas também um espaçozinho na agenda das diversões para levar a alegria do alimento, do abrigo ou da palavra amiga àqueles menos aquinhoados que você?
Não é difícil perceber que ocupam, grande parte de nossas atenções, os cuidados com o primeiro grupamento de atividades, muitas vezes, em detrimento dos do outro.
No entanto, já fomos informados pelos luminares da Codificação que sim, existem dois mundos, um material e outro espiritual, que se entrelaçam e interpenetram e que o mais importante deles é o mundo espiritual, “porque preexiste e sobrevive a tudo”. (2)
Sempre bom voltarmos ao grande dia do Calvário, justamente para relembrar aquele momento em que se defrontam duas formas distintas de ver o mundo e de interpretar a vida: a maneira de Pilatos, representante de César e, por extensão, da vida material e dos interesses terrenos, e o modo como Jesus via as coisas, representante de Deus e, por extensão, da vida espiritual e dos interesses eternos.
“Meu Reino não é deste Mundo” (3) – dirá Ele, como a informar a Pilatos, na ocasião, e à humanidade, por extensão, que há um lugar, que não é o do aqui nem o do agora, em que as coisas terão os seus valores ajustados na medida certa. Um com os olhos no presente, outro com os olhos no futuro, olhando para as mesmas coisas da vida sob perspectiva diversa.
Pontos de vista, dirá o Codificador (4).
Alma amiga e irmã, enquanto não observarmos os sinais corretos, os valores prosseguirão invertidos: priorizamos a matéria, menosprezamos o espírito e o mundo segue sua sina na lógica dos célebres provérbios “quem pode mais chora menos” e do “farinha pouca meu pirão primeiro” que, de algum modo, expressam nossa compreensão (distorcida) dos valores da vida e das coisas que a compõem.
A verdade é que a matéria nos distrai e entretém a tal ponto que esquecemos a realidade da alma, a prevalência do espírito e lavamos as mãos para Jesus por muito menos que Pilatos.
Pode o barco estar na água, mas a água não deve estar no barco; pode o Homem viver no mundo, mas o mundo não pode viver nele – já alertava o milenar Hinduísmo.
Estar no mundo, sem pertencer a ele, ou ainda, viver no mundo, mas não só de pão, eis aí o bíblico desafio!
Difícil, sem dúvida, mas ajuda se destrocarmos os sinais e passarmos a dar os valores justos às coisas.
***
E é aí que os Espíritos da Codificação, tal qual o Senhor, nos colocam a ordem precisa dos valores que devemos buscar para dar sentido à vida: o mundo espiritual é o MAIS importante.
Paulo Lara
Referências Bibliográficas:
(1) “O Consolador” (Emmanuel/Chico Xavier), q. 207;
(2) “O Livro dos Espíritos”, questões 84/85/86;
(3) “Bíblia Sarada”, Jo; 18-36;
(4) “O Evangelho segundo o Espiritismo”, capítulo II, item 5;
Nota do Editor:
Imagem em destaque é fotografia do fotógrafo Felipe Barcellos, disponível em <https://www.facebook.com/felipebvisuals>. Acesso em 21JUL2016.

COMO AMAR O INIMIGO?


Amar aos inimigos, não é, pois, ter por eles uma afeição que não é natural, uma vez que o contato de um inimigo faz bater o coração de maneira inteiramente diversa que o de um amigo. Mas é não lhes ter ódio, nem rancor, ou desejo de vingança. É perdoá-los sem segunda intenção e incondicionalmente, pelo mal que nos fizeram. É não opor nenhum obstáculo à reconciliação. É desejar-lhes o bem em vez do mal. É alegrar-nos em lugar de aborrecer-nos com o bem que os atinge. É estender-lhes a mão prestativa em caso de necessidade. É abster-nos, por atos e palavras, de tudo o que possa prejudicá-los. É, enfim, pagar-lhes em tudo o mal com o bem, sem a intenção de humilhá-los. Todo aquele que assim fizer, cumpre as condições do mandamento: Amai aos vossos inimigos.


Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo)

Domingo estamos em comemoração todos estão convidados para conhecer