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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

O bem é o caminho!

O bem é o caminho!
“Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me tu”. (1)
Em nosso próprio benefício, é muito importante que nas atividades diárias e nas relações de convivência com nossos irmãos de caminhada evolutiva utilizemo-nos de tudo que já aprendemos com a Doutrina Espírita e preocupemo-nos, primeiramente, em fazer, de forma bem-feita, as atividades e atribuições confiadas pela Espiritualidade Superior a cada indivíduo.
Urge atentemos para o fato de que seriam muito melhores os resultados finais das diversas tarefas realizadas por cada um de nós, se dedicássemos toda atenção, devotamento e boa vontade para executar da forma mais perfeita possível a parte que nos está confiada na obra de amor e caridade, seguindo com fidelidade a Lei Divina que estabelece a todos“Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.
Precisamos agir de forma diferente da que normalmente agimos quando a vida nos propõe alguma experiência em forma de dificuldade na relação interpessoal, entendendo, antes de tudo, que estamos devidamente credenciados e cuidadosamente preparados pelos responsáveis amigos do Plano Maior, quando da preparação para a nossa volta à vida física, assegurando-nos que, sem dúvida alguma, temos todas as ferramentas necessárias para o perfeito desempenho de tal tarefa que nos propusemos realizar.
“Não vale rogar as concessões do Céu, alongando mãos vazias, com palavras brilhantes e comoventes, mas sim pedir a proteção de que carecemos, apresentando, em nosso favor, as possibilidades ainda que diminutas de nosso esforço próprio. 
Não adianta solicitar as bênçãos do pão imobilizando os braços no gelo da preguiça, como é de todo Impróprio rogar aos talentos do amor, calcinando o coração no fogo do ódio. 
Decerto, o Senhor operara maravilhas, no amparo a todos aqueles que te partilham a marcha… 
Dispensará socorro aos que amas, transformará o quadro social em que te situas e exaltará o templo doméstico em que respiras… 
Contudo, para isso, e necessário lhe ofereças os recursos que já conseguiste amontoar em ti mesmo para a extensão do progresso e para a vitória do bem. 
Não te esqueças, pois, de que no auxilio aos outros não prescindirá o Senhor do auxilio, pequenino embora, que deve encontrar em ti.” (2)
Se por algum motivo não conseguimos os resultados que esperávamos alcançar, não podemos simplesmente jogar a culpa na vida ou nos outros, sem verificar antes a nossa própria responsabilidade diante dos acontecimentos que nos infelicitaram, e refletir com atenção e sinceridade no porquê dos resultados negativos, para então trabalhar com mais dedicação e responsabilidade a fim de refazer o que não realizamos com o devido esmero. Pois, muitas das vezes, não alcançamos os resultados almejados simplesmente pela desatenção ou negligência com os deveres e compromissos assumidos.
Poucos são os que realmente se comportam de forma elevada na execução de suas atribuições, em todas as áreas de sua atuação, na família, no trabalho ou na sociedade. Embora saibamos que ninguém é perfeito, e que qualquer um de nós pode cometer erros e, por isso mesmo, não temos o direito de julgar o semelhante, pois sabemos também que precisamos, urgentemente, empregar todos os esforços possíveis no combate à influência do egoísmo e do orgulho que campeiam em nosso mundo íntimo na atualidade de nossas condições de moralidade.
Urgente se faz combater as nossas tendências negativas, buscando enxergar os nossos defeitos e corrigi-los, para que não entremos na tentação de achar que os modestos pontos de vista que defendemos alicerçados no nosso orgulho camuflado continue a tisnar a nossa visão, fazendo-nos escravos das ideias preconceituosas que carregamos de tempos imemoriais, das quais precisamos nos livrar o quanto antes.
Dessa forma, entendamos o quanto é importante cumprir com nossas obrigações e mudar nossa atitude de fiscais do serviço dos outros para nos dedicarmos, com alegria e discernimento, no trabalho de transformação do homem velho que habita em nós há tantos séculos e deixar crescer em nosso interior o homem novo que jaz esquecido no imo do nosso ser, engajando-nos, desde já, no bom combate a serviço do bem que está a espera, simplesmente, de que nos decidamos por assumir e cumprir com os nossos deveres de modo a atender da melhor maneira possível a condição de co-criadores que somos.
Francisco Rebouças
Referências bibliográficas:
(1) Evangelho de JOÃO, capítulo 21, versículo 22.
(2) Xavier, Francisco Cândido, Livro: Palavras de Vida Eterna, pelo Espírito Emmanuel. CEC, 24ª edição, Cap. 9.
Nota do Editor:
Imagem em destaque <http://plenitudeteen.blogspot.com.br/2011/01/licao-2-1-trimestre-de-2011-ebb.html>. Acesso em 25AGO2016.

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