#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

sexta-feira, 31 de março de 2017

Domingo iluminado

A Doutrina do Bom-Senso Bernardino da Silva Moreira

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A Filosofia Espírita prima sempre pelo equilíbrio, e não pelos extremismos alienantes da rebeldia arrogante, que insulta e violenta a todos com o disparatar do verbalismo inflamado, a incendiar com a discórdia o campo da paz.
O Movimento Espírita Brasileiro está sendo agitado, por abusos cometidos pelos pseudo-sábios espíritas, que disseminam absurdos à mancheias. Os fluidistas são estudiosos da obra de Roustaing e os laicistas adversários dos roustainguistas.
Lamentavelmente com esse bate-boca, Kardec é colocado em segundo plano, ou, o que é pior, esquecido.
Fazer do espiritismo meio de dissensão é, sem dúvida nenhuma, um absurdo dos mais grosseiros. Allan Kardec, o mestre por excelência, mostrou que a educação espírita se faz de forma integral com Jesus, aliás, esse é o pensamento que dá base a toda Doutrina Espírita. Então por que toda essa algaravia em torno de Jesus?
A religião Espírita é natural, está na Natureza, porque é aonde encontramos as leis de Deus, que também está em nossa consciência. Não vai levar a nada os formalismos farasaístas, e nem a indiferença daqueles que propagam um Espiritismo sem Jesus.
Na introdução de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, Kardec em suas primeiras palavras, declara com sabedoria:
“Podem dividir-se em cinco partes as matérias nos Evangelhos: os atos comuns da vida do Cristo; os milagres; as predições; as palavras que foram tomadas pela Igreja para fundamento de seus dogmas; e o ENSINO MORAL. As quatro primeiras têm sido objeto de CONTROVÉRSIAS: a última porém, conservou-se constantemente INATACÁVEL. Diante desse código divino, a própria incredulidade se curva. É terreno onde todos os cultos podem reunir-se, estandarte sobre o qual podem todos colocar-se, quaisquer que sejam suas crenças, porquanto jamais constituiu MATÉRIA DAS DISPUTAS RELIGIOSAS, que sempre e por toda parte se originam das questões dogmáticas. Aliás, se discutissem, nele teriam as seitas encontrado a sua própria CONDENAÇÃO, visto que, na MAIORIA, elas se agarram mais à parte MÍSTICA do que à parte MORAL, QUE EXIGE DE CADA UM A REFORMA DE SI MESMO.”
Sublinhamos algumas palavras que, é bem possível, tenham passado despercebidas daqueles que pretendem, fazer da Doutrina Espírita, um angu de caroço.
Nem oito, nem oitenta, o Espiritismo deve ser o fiel da balança das leis morais e deixar as carolices ou impertinências dos ideólogos quixotescos que pensam revolucionar o mundo, no disparatar acidulante da verborragia desvairada no matraquear desnecessário dos propagadores da discórdia.
Vamos botar a mão na consciência e lembrar que as leis de Deus, estão escritas em nossa consciência e não esquecer, que Jesus continua senso “o tipo mais perfeito” que ele é para toda humanidade, o guia e modelo que todos devemos seguir.
E para encerrar:
“Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más.”
(Publicado no CORREIO FRATERNO DO ABC, Ano XXXIV, Nº 385, Fevereiro de 2003)

A polêmica do uso de células-tronco Oswaldo Magalhães Rodrigues (com o estudo e coleta de artigos de vários autores)

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A capacidade das células-tronco de se multiplicarem, reparando e formando diversos tecidos do corpo, como os da própria pele, do cérebro, dos ossos, do coração e dos músculos, torna essa pesquisa um importante avanço da  medicina no tratamento de doenças até hoje incuráveis, como câncer (a leucemia inclusive), lesões na coluna (problemas de paralisia), danos cerebrais (traumas e doenças como os males de Alzheimer e de Parkinson), tratamentos para doenças neurodegenerativas, danos no coração entre outras.
Alguns métodos de coleta das células-tronco não geram polemicas ético-religiosas, como a coleta pelo cordão umbilical ou da medula óssea do próprio paciente. A polêmica surge quando se trata da retirada de células-tronco de embriões, visto que isso implica a destruição deles. Muitos argumentam que o extermínio desses embriões é tão criminoso quanto o aborto, uma vez que acaba com uma forma de vida. Aliás, embriões e fetos provenientes de abortos seriam fontes para a coleta desse material.
As células-tronco podem ser encontradas mais comumente em duas regiões do corpo: na medula óssea e no sangue do cordão umbilical, que permanece na placenta após o nascimento do bebê. E elas podem ser uma alternativa, por exemplo, para os casos de leucemia, em que o transplante de medula óssea nem sempre pode ser realizado, embora seja um procedimento de sucesso. Já com o sangue do cordão umbilical congelado, as células-tronco ficam disponíveis para serem usadas em casos como esse durante, pelo menos, 15 anos após a coleta, embora alguns estudos considerem a possibilidade de estocagem por até 50 anos. Além dessa vantagem, nesse tipo de transplante não há risco de rejeição, uma vez que as células provêm do próprio paciente.
No Brasil
O Brasil realizou no dia 08/10/2004 numa menina de 9 anos portadora de leucemia linfóide aguda o primeiro transplante de medula óssea com cordão umbilical coletado, congelado e disponibilizado no país. A informação foi divulgada por autoridades médicas em Jaú, no interior paulista, onde o procedimento foi realizado. O Ministério da Saúde anunciou a implantação no país da rede BrasilCord, um banco de sangue público de cordões umbilicais
 Com o sangue do cordão umbilical congelado, as células-tronco ficam disponíveis para necessidades futuras, como no caso do surgimento de doenças, durante pelo menos 15 anos após a coleta. Além dessa vantagem, não há risco de rejeição quando essas células forem implantadas no paciente, uma vez que elas foram retiradas dele mesmo.
Clonagem terapêutica
Muitas pessoas pensam que a clonagem serve apenas para a criação de cópias de seres humanos. Entretanto, vários cientistas a vêem como uma possibilidade de cura para diversas doenças que atualmente não podem ser tratadas. Trata-se da tão falada clonagem terapêutica.
Esse processo consiste em obter um embrião da pessoa doente por meio da clonagem e retirar as células-tronco dele. Essas células têm potencial para se transformar em qualquer tipo de célula adulta do nosso corpo, como, por exemplo, células cardíacas ou nervosas. Assim, elas poderiam ser estimuladas a se transformar no mesmo tipo de célula que estão lesadas no organismo do doente. Por exemplo: uma pessoa com leucemia que necessitasse de um transplante de medula seria clonada, dando origem a um embrião, do qual seriam retiradas células-tronco. Dessa forma, a pessoa seria doadora para si mesma, sem correr o risco de que seu organismo viesse a rejeitar o transplante, pois as células utilizadas seriam retiradas de seu clone, que apresentaria a mesma constituição genética que ela.
Mas ainda existe uma séria e relevante discussão envolvendo a técnica: embriões teriam de ser sacrificados em prol da vida do doente. Muitas pessoas no mundo inteiro se manifestam contra esse procedimento, alegando que, se o embrião não tivesse seu desenvolvimento interrompido, uma pessoa nasceria. Isso é comparar essa forma de clonagem a um aborto. Por outro lado, muitas pessoas portadoras de doenças genéticas ou lesões medulares que impedem a locomoção defendem essa técnica porque enxergam nela a única possibilidade de cura definitiva atualmente conhecida.
Conclusão pessoal do autor: A meu ver, existindo a possibilidade do uso de células-tronco originárias da medula óssea ou de cordões umbilicais seria o mais indicado no auxilio ao tratamento das diversas enfermidades supra citadas. Mas por outro lado, não existindo a possibilidade desses dois meios e restando somente a alternativa de clonagem de um embrião, penso que não seria o mesmo que um aborto.
Primeiro, no aborto provocado, a mãe age por seu livre arbítrio sem o consentimento de Deus, que em muitos casos enviou aquele espírito sem a intenção de fazer com que sofresse essa prova, e pela vontade dela haveria o aborto ou não, conseqüentemente ela pagaria por esse ato de uma forma ou de outra.
No caso da clonagem do embrião em laboratório, tudo isso já estaria premeditado, com a intenção de curar e salvar outras vidas, e Deus não enviaria um espírito para sofrer um aborto (a não ser que fosse para pagar uma prova), para reencarnar em um embrião que já estaria destinado a ciência para este fim.
Referencias:
  1. O debate sobre o uso de células-tronco de 14/05/2004
    Por Diogo Dreyer no site www.portalpositivo.com.br
  2. Clonagem terapêutica
    Por Silvia Schaefer — Professora de Biologia do portal no site www.portalpositivo.com.br
  3. Brasil realiza 1º transplante com cordão umbilical
    Por Reuters site http://noticias.terra.com.br

Fragmentos de Kardec Orson Peter Carrara Data sugere conhecer melhor o Codificador

A ocorrência do bicentenário de nascimento de Allan Kardec, o Codificador do Espiritismo, em 03 de outubro de 2004 (o nascimento ocorreu em 1804), sugere que, além dos dados biográficos – amplamente divulgados e conhecidos –, ampliar-se o conhecimento de seus pensamentos, para identificação de seu perfil psicológico.
Colhemos em Obras Póstumas (1), alguns fragmentos de seus raciocínios, para homenagear a importante efeméride.
Para conhecer seu perfil moral, a transcrição seguinte traz preciso embasamento: “Um dos primeiros resultados das minhas observações foi que os Espíritos, não sendo senão as almas dos homens, não tinham nem a soberana sabedoria, nem a soberana ciência que o seu saber era limitado ao grau de seu adiantamento, e que a opinião deles não tinha senão o valor de uma opinião pessoal. Esta verdade, reconhecida desde o começo, evitou-me o grave escolho de crer na sua infalibilidade e preservou-me de formular teorias prematuras sobre a opinião de um só ou de alguns. Só o fato da comunicação com os Espíritos, o que quer que eles pudessem dizer, provava a existência de um mundo invisível ambiente era já um ponto capital, um imenso campo franqueado às nossas explorações, a chave de uma multidão de fenômenos inexplicados. O segundo ponto, não menos importante, era conhecer o estado desse mundo e seus costumes, se assim nos podemos exprimir. Cedo, observei que cada Espírito, em razão de sua posição pessoal e de seus conhecimentos, desvendava-me uma face desse mundo exatamente como se chega a conhecer o estado de uma país interrogando os habitantes de todas as classes e condições, podendo cada qual nos ensinar alguma coisa e nenhum deles podendo, individualmente, ensinar-nos tudo.”
Para conhecer o método aplicado nos estudos e observações sobre o Espiritismo, basta analisar esta frase: “(...) apliquei a esta ciência o método experimental, não aceitando teorias preconcebidas, e observava atentamente, comparava e deduzia as conseqüências, dos efeitos procurava elevar-me às causas, pela dedução e encadeamento dos fatos, não admitindo por valiosa uma explicação, senão quando ela podia resolver todas as dificuldades da questão. Foi assim que procedi sempre em meus anteriores trabalhos, desde os quinze anos”.
Sobre a responsabilidade que se impunha, expõe Kardec: “compreendi logo a gravidade da tarefa, que ia empreender, e entrevi naqueles fenômenos a chave do problema, tão obscuro e tão controvertido, do passado e do futuro da humanidade, cuja solução vivi sempre a procurar era, enfim, uma revolução completa nas idéias e nas crenças do mundo. Cumpria, pois, proceder com circunspecção e não levianamente, ser positivo e não idealista para não me deixar levar por ilusões”.
Comentando sobre o sistema de análise nas comunicações com os Espíritos: “Incumbe ao observador formar o conjunto, coordenando, colecionando e conferindo, uns com os outros, documentos que tenham recolhido. Desta forma, procedi com os Espíritos como teria feito com os homens considerei-os, desde o menor até o maior, como elementos de instrução e não como reveladores predestinados”.
Estabeleceu duas máximas que se imortalizaram de maneira patente a indicar os caminhos da Doutrina Espírita: a) Fora da caridade não há salvação, princípio que ressalta a igualdade entre as criaturas humanas, perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua; b) Fé inabalável é aquela que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade, ressaltando que a fé raciocinada se apoia nos fatos e na lógica.
Para concluir, nada melhor que trazer aos leitores Uma Prece de Allan Kardec, também extraída de Obras Póstumas, onde podemos sentir toda grandeza d’alma deste nobre espírito: “Senhor! Se vos dignastes lançar os olhos sobre mim, para satisfazer os vossos desígnios, seja feita a vossa vontade! A minha vida está em vossas mãos disponde do vosso servo. Para tão alto empenho, eu reconheço a minha fraqueza. A minha boa vontade não faltará, mas podem trair-me as forças. Supri a minha insuficiência, dai-me as forças físicas e morais, que me sejam necessárias. Sustentai-me nos momentos difíceis e com o vosso auxílio e o dos vossos celestes mensageiros esforçar-me-ei por corresponder às vossas vistas”.
(1) Edicão Lake
Nota do autor: esta matéria usou como referência a publicação Hippolyte Léon Denizard Rivail - O Perfil de um Mestre, elaborado pelo Centro Espírita “Esperança e Fé”, de Franca-SP, e reeditado pelo Centro Espírita “Caminho de Damasco”, de Garça-SP, com pequenas alterações do texto original, e utilizando como bibliografia as seguintes obras:
  1. Biografia de Allan Kardec, de Henry Sausse, edição LAKE;
  2. Grandes Espíritas do Brasil, de Zêus Wantuil, ed. FEB;
  3. Allan Kardec, de Zêus Wantuil e Francisco Thiesen, ed. FEB;
  4. Vida e Obra de Allan Kardec, de Canuto Abreu, ed. Edicel;
  5. Obras Postumas, de Allan Kardec, ed. LAKE;
  6. Revista Reformador, de 1952, ed. FEB;
  7. Narrações do Infinito, de Camile Flammarion, ed. FEB;
  8. Herculanun, de J. W. Rochester, ed. FEB.
Matéria publicada originariamente no jornal O Clarim, de outubro de 2004.

quinta-feira, 30 de março de 2017

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QUINTA:DAS 19:15 as 20:30hs -
Abertura: Pres. Antonio R. Ribeiro.
 Atendimento Médico Espiritual.
 Limpeza.
 Passe.

quarta-feira, 29 de março de 2017

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"Uma ostra que não foi ferida não produz pérola"

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As pérolas são feridas curadas

____Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada.

____Uma ostra que não foi ferida, de modo algum, (não) produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada:

Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo?
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
Suas ideias já foram rejeitadas?

____Então produza uma pérola ... cubra suas mágoas e as rejeições sofridas com camadas e camadas de amor.

Mensagem anônimo
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Primeira palestra de Divaldo


ATIRE A PRIMEIRA FLOR!!!

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Quando tudo parecer caminhar errado, seja você a tentar
Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto, acenda você
a primeira luz, traga para a treva, você primeiro, a pequena lâmpada;
Quando todos estiverem chorando, tente você o primeiro sorriso; talvez não na forma de lábios sorridentes, mas na de um coração que compreenda, de braços que confortem;

Se a vida inteira for um imenso não, não pare você na busca do primeiro sim, ao qual tudo de positivo deverá seguir-se;
Quando ninguém souber coisa alguma
Quando alguém estiver angustiado à procura, consulte bem o que se passa, talvez seja em busca de você mesmo que este seu irmão esteja. Daí, portanto, o seu deve ser o primeiro a aparecer, o primeiro a mostrar-se, primeiro que pode ser o único e, mais sério ainda, talvez o último;
Quando a terra estiver seca, que sua mão seja a primeira a regá-la; quando a flor se sufocar na urze e no espinho, que sua mão seja a primeira a separar o joio, a arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor;
Se a porta estiver fechada, de você venha a primeira chave;
Se o vento sopra frio, que o calor de sua lareira seja a primeira proteção e o primeiro abrigo;

Se o pão for apenas massa e não estiver cozido, seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento.
****

terça-feira, 28 de março de 2017

Atendimento fraterno nesta terça-feira sempre aberto ao publico


TERÇA: DAS 19:15 as 20:30hs -
Abertura: Pres. Antonio R. Ribeiro.
Leitura de Graça Brito - Livro de Jacob Melo/ O Passe
Palestra de 15 min. de Ana Catharina Pessoa - Do livro O Evangelho Segundo Espiritismo - aplicado nos dias de hoje .
Limpeza Astral.
Fluidificação das Águas.
Tratamentos e cirurgias espiritual.
Desenvolvimento Mediúnico e Psicografia.

segunda-feira, 27 de março de 2017

XVI Semana espirita Chico Xavier

“COMO O ESPIRITISMO EXPLICA AS CATÁSTROFES?

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Um dos argumentos mais usados por descrentes da doutrina espírita e cristã para "desmoralizar" o amor fraterno e infinito de Deus é citar ele como culpado das catástrofes naturais ou acidentais. Então, como o Espiritismo consegue explicar esses acontecimentos (como o que aconteceu em São Francisco de Paula, na Serra gaúcha)?
No Livro dos Espíritos, Kardec indaga sobre as mesmas questões com os espíritos que o ajudaram a codificar a Doutrina.
737. Com que fim fere Deus a Humanidade por meio de flagelos destruidores?
“Para fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a destruição uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos, por efeito do prejuízo que vos causam. Essas subversões, porém, são frequentemente necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos.”
740. Não serão os flagelos, igualmente, provas morais para o homem, por porem-no a braços com as mais aflitivas necessidades?
“Os flagelos são provas que dão ao homem ocasião de exercitar a sua inteligência, de demonstrar sua paciência e resignação ante a vontade de Deus e que lhe oferecem ensejo de manifestar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se o não domina o egoísmo.”
No blog "Guardas Municipais de Recife" achei um texto que se refere à catástrofe ocorrida no Haiti em Janeiro de 2010, mas que pode ser lido por quem procura respostas para o incidente no Japão pois possui o mesmo significado.
Para todos os fenômenos da vida humana, há sempre uma razão de ser. No dicionário Espírita, não deve constar a palavra “acaso”, ainda que as situações se nos afigurem insuportáveis. A tragédia do Haiti nos expõe, de maneira evidente, um episódio de resgate coletivo. Qual o significado dos milhares de seres que foram esmagados pelo terremoto? Catástrofe, cujas dimensões deixaram o mundo inteiro consternado? Para as tragédias coletivas, a Doutrina Espírita tem as explicações prováveis, considerando que, nos Estatutos de Deus, não há espaço para injustiça.
Segundo os Espíritos, “se há males nesta vida cuja causa primária é o homem, outros há, também, aos quais, pelo menos na aparência, ele é completamente estranho e que parecem atingi-lo como por fatalidade. Tal, por exemplo, os flagelos naturais.” (1) Pela reencarnação e pela destinação da Terra - como mundo expiatório - são compreensíveis as anomalias que o planeta apresenta quanto à distribuição da ventura e da desventura neste planeta. Aliás, anomalia só existe na aparência, quando considerada, tão-só, do ponto de vista da vida presente. “Aquele, pois, que muito sofre deve reconhecer que muito tinha a expiar e deve regozijar-se à ideia da sua próxima cura. Dele depende, pela resignação, tornar proveitoso o seu sofrimento e não lhe estragar o fruto com as suas impaciências, visto que, do contrário, terá de recomeçar.”
Em verdade, "as grandes provas são quase sempre um indício de um fim de sofrimento e de aperfeiçoamento do Espírito, desde que sejam aceitas por amor a Deus”.
Os flagelos destruidores ocorrem com o fim de fazer o homem avançar mais depressa. A destruição é necessária para a regeneração moral dos Espíritos, que adquirem, em cada nova existência, um novo grau de perfeição. "Esses transtornos são, frequentemente, necessários para fazerem com que as coisas cheguem, mais prontamente, a uma ordem melhor, realizando-se em alguns anos o que necessitaria de muitos séculos.” Dessa maneira, esses flagelos destruidores têm utilidade do ponto de vista físico, malgrado os males que ocasionam, "pois eles modificam, algumas vezes, o estado de uma região; mas o bem, que deles resulta, só é, geralmente, sentido pelas gerações futuras.”
Antes de reencarnarmos, sob o peso de débitos coletivos, muitas vezes, somos informados, no além-túmulo, dos riscos a que estamos sujeitos, das formas pelas quais podemos quitar a dívida, porém, o fato, por si só, não é determinístico, até, porque, depende de circunstâncias várias em nossas vidas a sua consumação, uma vez que a Lei de causa e efeito admite flexibilidade, quando o amor rege a vida e "o amor cobre uma multidão de pecados.”
Aquele que se compraz na caminhada pelos atalhos do mal, a própria lei se incumbirá de trazê-lo de retorno às vias do bem. O passado, muitas vezes, determina o presente que, por sua vez, determina o futuro. "Quem com ferro fere, com ferro será ferido" - disse o Mestre. Porém, cabe a ressalva de que nem todo sofrimento é expiação. No item 9, Cap. V, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec assinala: "Não se deve crer, entretanto, que todo sofrimento porque se passa neste mundo seja, necessariamente, o indício de uma determinada falta: trata-se, frequentemente, de simples provas escolhidas pelo Espírito para sua purificação, para acelerar o seu adiantamento."


Texto por Jorge Hessen- Rede Amigo Espírita

“QUANDO DESENCARNAMOS, ENCONTRAMOS OS ENTES QUERIDOS IMEDIATAMENTE”?


A alma, ao atravessar o portal do túmulo, geralmente encontra os que lhe foram caros na Terra, bem como aqueles que a guiaram nos roteiros espirituais; no entanto, nem sempre isso acontece, devido a sua posição na escala espiritual. Compete a cada criatura trabalhar no seu aperfeiçoamento enquanto encarnada, aliviando o seu fardo e clareando sua mente para ter a felicidade de encontrar os seus parentes e amigos no limiar do túmulo. Por outro lado, nem sempre os seus parentes estão preparados para assistir a sua desencarnação e dar-lhe assistência. Tudo é relativo, na pauta da vida a que nos submetemos viver, mas, quando os que se foram antes estão bem postos no mundo dos Espíritos e os que desencarnam estão bem em consciência, eis que é uma festa de luz, onde o coração manifesta toda a alegria, com a evolução da própria vida.
Procuremos, pois, conhecer a Nosso Senhor Jesus Cristo, por ser Ele o caminho por onde encontramos as maiores alegrias da vida. Ele é a porta por onde nunca erramos as diretrizes que nos levam à paz. Ele é a verdade que sempre nos liberta da ignorância com todos os seus aspectos de infortúnios.
Podemos rever os nossos parentes e amigos que já passaram para o mundo dos Espíritos, sendo que, dos mais elevados, recebemos a ajuda para nos fortalecer, e aos mais infortunados prestamos auxílio, mesmo que eles não nos vejam.
Deus, a Bondade Absoluta, proporciona segurança a todos os Seus filhos. Criou o Senhor o Sol que sustenta a vida na Terra e mesmo em alguns planos do Espírito; no entanto, criou igualmente filtros para abrandarem a luz, de modo que ela não nos causasse danos nas condições de Espíritos ainda necessitados. Toda a natureza carrega consigo defesas que o amor de Deus sustenta, para que a vida vibre com todo o seu fulgor e harmonia.
No plano do Espírito, as defesas são as mesmas: somente recebemos o que merecemos. A justiça rege o universo, sustentando a paz em todos os ângulos. As criaturas recebem, do amor do Criador, a misericórdia capaz de aliviar todos os que sofrem, dotando-os de esperança rumo ao futuro. A nossa alegria é grandiosa ao atravessarmos o túmulo e encontrarmos do outro lado os nossos entes queridos nos esperando com ansiedade, para nos transmitir as lições sublimes de todas as suas experiências no mundo da verdade. Esse aconchego nos dá mais vida e faz crescer sobremodo a esperança, de sorte que as promessas crescem para o futuro, por reconhecermos que a morte não existe, que somente a vida brilha em todos os sentidos do Universo. A Doutrina dos Espíritos é um coadjuvante desta felicidade. Essa escola muito ajuda a alma na transição da Terra para o mundo dos Espíritos.
Não percas tempo, meu irmão. Procura melhorar, melhorando-te por dentro, corrigindo faltas e aprimorando ideias, iluminando sentimentos e trabalhando no bem comum, para que, no momento da mudança da Terra para o mundo espiritual, sejas iluminado e possas encontrar todos os companheiros que já regressaram e que estão em condições festejar a tua vitória.


Filosofia Espírita - Comentário de Miramez sobre a questão 0160 do Livro dos Espíritos.

Uma oportunidade de conhecer para quem ainda não conhece, venham nos visitar.

XVI Semana espirita Chico Xavier

sexta-feira, 24 de março de 2017

É bom ser bom!

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Não sei dizer onde mas entre as coisas q leio e estudo vi uma lenda que gostei muito dizia assim: Um mestre andando pela beira mar com seu discípulo viu um escorpião se afogando pela onda q levava e trazia, eis q o mestre foi salva-lo e pegou-o e o escorpião picou o mestre na mão, e o discípulo q andava c o mestre disse: Mestre vc não sabe q é da natureza do escorpião picar? E o mestre respondeu e vc não sabe que é da minha natureza ajudar.

Médico indica menos remédio e mais espiritualidade contra a depressão



A receita, à primeira vista pouco ortodoxa para um psiquiatra, é do doutor Jorge Jaber, professor de pós-graduação em psiquiatria na PUC-Rio e pós-graduado em dependência química pela Harvard Medical School. Ele celebra a evolução dos medicamentos para os pacientes que usam antipsicóticos (doentes com esquizofrenia ou transtorno bipolar, por exemplo), mas alerta para o preocupante abuso na utilização de diazepínicos – os chamados “tranquilizantes” ou ansiolíticos – que podem vir a deteriorar a saúde mental e física. Ele lembra que dormimos menos com a idade, e exercitar-se pode ser o melhor agente para regularizar o sono, não os remédios que levam à dependência.
 
“Utilizar a medicação não é suficiente”, afirma. “É importante que a pessoa faça exercício, se envolva com atividades de ordem espiritual, ou ligadas à arte, que inclusive se tornaram mais acessíveis aos idosos. Somos o resultado de genética e meio ambiente. Não só isso vai alterar a resposta genética, como terá grande influência no sentido de criar um novo estilo de vida”.
 
O doutor Jaber aconselha também as técnicas de meditação, como o mindfulness, método criado para aliviar a ansiedade e o estresse. O objetivo é trazer a atenção para a respiração e as sensações corporais, como tensões musculares ou dores. O foco no que o corpo nos diz é o maior aprendizado na experiência do mindfulness, de forma que consigamos relaxar em qualquer ambiente. “A espiritualidade modifica o prognóstico da doença”, ensina.
 
Na sua opinião, um ponto de atenção é o número crescente de casos de depressão entre as mulheres mais velhas: “É frequente que se sintam sem um papel social definido, porque não têm uma carreira ou uma atividade gratificante. Além disso, os filhos cresceram e muitas se ressentem da falta de uma relação estável. O resultado é que deixam de enxergar possibilidades”.

 O diagnóstico obedece à observação de uma série de fatores: falta de interesse pelas coisas, problemas de memória, alteração no apetite e no sono (para mais ou para menos) e irritabilidade. Para o doutor Jorge Jaber, não se pode afirmar categoricamente que a envelhecimento está associado à depressão: “o que acontece é que, na maioria dos casos, essa depressão não foi corretamente diagnosticada no primeiro ou no segundo episódio. Depois, esses episódios vão se repetindo e se tornam o padrão na vida do paciente. E mais uma vez eu reforço: o exercício físico produz neurotransmissores que atuam na prevenção da depressão”.

Intolerância Religiosa

preconceito-espiritismo
Vamos falar um pouco de intolerância religiosa. Historicamente a Umbanda e o Espiritismo foram perseguidos no Brasil. No Governo Vargas, a partir da década de 30 do século passado, a coisa aliviou um pouco para o Espiritismo, mas para a Umbanda e para as religiões de nação africana continuou. Foi isso que levou muitos centros de Umbanda e casas de religião africana a se auto-intitularem de centros espíritas, o que causa confusão até hoje.
A intolerância contra o Espiritismo é oficial por parte de algumas agremiação religiosas. É comum nós vermos padres e pastores “baixando o sarrafo” no Espiritismo. Padre até não tanto (tem um padre careca, aí, que atira pra tudo que é lado, é uma metralhadora ambulante – ele deve estar revoltado com alguma coisa), mas pastor tem um monte. Quase sempre eles vêm com aquela conversinha mole de que “Deus ama os espíritas mas odeia o Espiritismo”. Eles não têm o menor fundamento para dizer isso. Eles se apoiam na Bíblia, mas não há base bíblica para dizer isso. Eu tratei desse tema no Vídeo é proibido consultar os mortos? A Bíblia condena o Espiritismo? O vídeo é muito longo, tem uma hora. É só para quem realmente quer buscar argumentos dentro da própria Bíblia. Se quiser assisti-lo, clique no link em azul logo acima.
Eles dizem isso, que “Deus ama os espíritas mas odeia o Espiritismo” (o que já é uma grande mentira, de uma estupidez inacreditável), mas o que eles fazem, institucionalmente, é jogar os seus adeptos contra os espíritas. Mesmo dizendo que Deus ama os espíritas, eles ensinam os seus fiéis a odiarem os espíritas.
Tem uma passagem, Levítico 19,31, que diz assim (na tradução da Bíblia de Jerusalém): “Não vos voltareis para os necromantes nem consultareis os adivinhos (…)”
A Bíblia Ave Maria traduz assim: “Não vos dirijais aos espíritas nem adivinhos: não os consulteis (…)”
A Bíblia Novo Mundo traduz assim: “Não vos vireis para médiuns espíritas e não consulteis prognosticadores profissionais de eventos (…)”
E a Nova Versão Internacional traduz assim: “Não recorram aos médiuns, nem busquem os espíritas (…)”
Tem outras passagens em que eles usam o mesmo artifício – se aproveitam da falta de informação das pessoas e traduzem do jeito que querem. A maior parte dos fiéis talvez nem saiba que existem outras versões, outras traduções, que a Bíblia – no caso o Antigo Testamento – foi escrito em hebraico e que precisa ser traduzida. O tradutor que faz uma coisa dessas é um bandido, devia ser responsabilizado criminalmente cada vez que alguém que usa a sua tradução comete um ato de intolerância religiosa contra um espírita. Os fiéis das igrejas que usam essas traduções acreditam que aquilo que está ali foi escrito por Deus – e, se Deus está dizendo isso, eles têm que obedecer.
Tem uma passagem, 1 Sm 28, 3:7-8, que, na tradução Novo Mundo, traduz assim: “Quanto a Saul, tinha removido do país os médiuns espíritas”. – Saul viveu mais ou menos 1.000 anos a.C. A expressão “médiuns espíritas” foi surgir na segunda metade do século XIX, com Allan Kardec. Não existia “médium espírita” no tempo de Saul. Faltava mais de 2.800 anos para surgirem “médiuns espíritas”.
Por que eu estou abordando este tema? Porque muitos espíritas convivem com esse tipo de intolerância e não sabem responder, ficam confusos, ou pensam que a Bíblia e o Espiritismo são coisas que não combinam.
Precisamos nos esclarecer e saber responder à altura. Claro que não vamos bater boca – poucas coisas podem ser mais ridículas que uma discussão religiosa de baixo nível. Sem contar que a maioria só repete o que ouviu – são pessoas que não têm condições de manter um debate racional. E também há os mal intencionados, que querem nos desestabilizar, que querem incomodar. Não temos tempo a perder com eles.
Mas há pessoas sérias, do nosso círculo de convívio, que falam coisas desse tipo contra o Espiritismo e para isso a resposta deve ser dada.
Há uma tendência hoje, no meio espírita, de achar que não devemos responder a nada, que temos que ficar quietos, compreender “o irmãozinho”, porque “cada um tem o seu tempo”, e fazer uma oração por ele.
Não tem nada disso. Cada um tem o seu tempo, mas também tem o tempo de parar de dizer bobagem.
O espírita que acha que devemos ficar sempre calados está precisando ler Allan Kardec. Ninguém respondeu mais críticas, ninguém refutou mais opositores, sempre com muita elegância, do que o bom e velho Allan Kardec. Sempre na categoria, sempre com argumentos bem embasados.
Duvida? Então dá uma olhada neste trabalho do Paulo Neto: Refutação das críticas contra o Espiritismo Meu amigo Paulo Neto organizou um trabalho de mais de mil páginas com a refutação às críticas ao Espiritismo feita por Allan Kardec.
Eu estou citando Allan Kardec, que é o codificador da Doutrina. Tenho a maior admiração e respeito por Allan Kardec. Mas meu mestre não é Allan Kardec, meu mestre é Jesus. E como é que Jesus se comportava nessas questões?
Você acha que se Jesus estivesse encarnado hoje e ouvisse esse tipo de crítica baseada em mentiras, ele iria ficar quieto? De jeito nenhum. Jesus nunca ficou quieto para ninguém.
Jesus nunca deixou de responder a perguntas capciosas e às acusações dos seus opositores. Os escribas, fariseus, saduceus que lhe objetavam sempre ouviram respostas à altura e, muitas vezes, duras.
  • Geração má e adúltera; raça de víboras; cegos que guiam cegos; duros de coração; maus, sepulcros caiados, que parecem limpos por fora mas por dentro estão cheios de podridão; mandou tomar cuidado com o fermento dos fariseus; indiretamente os chamou de assassinos, tanto assim que queriam prender Jesus; hipócritas muitas vezes – e expulsou os mercadores do templo.
Os espíritas criaram um Jesus meloso. Dizem que um ser de luz não agiria assim. Mas quem fez a descrição do que é um ser de luz? Quem decidiu quais são as características que devem ser preenchidas para que se seja considerado um ser de luz?
Ah, mas o espírito tal disse! – Nós, eventualmente, criticamos adeptos de outras correntes de pensamento, principalmente alguns evangélicos porque acreditam cegamente no pastor – se o pastor falou, está falado!
Mas o que é mais estranho: acreditar cegamente no pastor ou acreditar cegamente no espírito? Olha, isso é loucura! Acreditar cegamente num espírito, ou nos espíritos em geral, ou em tudo o que dizem algum espíritos, ou em tudo o que diz algum médium, isso é loucura! É fanatismo! É fanatismo! Tem gente que tem chilique se se falar alguma coisa contra o Chico. Contra o Divaldo não tanto ainda porque ele não morreu, mas quando ele morrer também será endeusado.
São pessoas maravilhosas, são exemplos não só de espíritas – porque não são exemplo só para os espíritas, sãos exemplos de liderança, exemplo de cidadãos. Qualquer pessoa razoável reconhece os seus méritos. Ambos têm uma contribuição inestimável ao Espiritismo, não há como calcular. Mas não são perfeitos. E nem eles nem os espíritos que se comunicam através deles dizem isso.
Vamos usar a razão: se nós não respondemos, não nos defendemos, a mentira toma conta. Aliás, é assim em todas as áreas. Se não nos defendemos, o mal toma conta. Em qualquer lugar – desde o nosso lar até o Governo.
A única vez que Jesus não responde é quando é interrogado por Pilatos. Pilatos pergunta a ele: – não ouves quantas acusações te fazem? Jesus não respondeu nada e Pilatos ficou grandemente impressionado. Por que Jesus não respondeu ali? Porque disso dependia o cumprimento da sua missão. E esse foi o amor de Jesus por nós – o sentido do seu mandamento em João, amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Jesus doou-se por nós.