#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Psicografia


O que eu fui na vida passada?

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MOREL FELIPE WILKON

Quase todo mundo que acredita em reencarnação tem essa curiosidade de saber o que foi na vida passada. Na verdade, vida nós temos só uma. Nós somos seres imortais. Temos uma vida e experimentamos muitas existências.
Tudo o que nós já vivemos, tudo o que nós já sentimos, pensamos, falamos e fizemos está arquivado dentro de nós. Jesus se referiu a isso ao dizer que “até os fios de cabelo de vossas cabeças estão todos contados”. Mas evidentemente o nosso cérebro físico não tem acesso a esses dados. O cérebro físico pertence a essa existência terrena, não pode acessar dados de existências anteriores.
Há casos em que nós temos pequenas lembranças de outras existências. Nós lembramos de cenas, de situações, sentimos determinadas emoções que sabemos que não são da existência atual – e quem sente isso sabe que isso não é fantasia, é lembrança real.
Há casos também, mais raros, de pessoas, principalmente crianças, que lembram nitidamente de fatos da sua existência imediatamente anterior a essa. Alguns desses casos são relatados no livro 20 casos sugestivos de reencarnação, do Dr. Ian Stevenson – um pesquisador canadense, não-religioso, que dedicou a sua vida a pesquisar sobre a reencarnação. Nesses casos relatados por ele há inclusive sinais de nascença, nessas crianças, relacionados a fatos vivenciados por elas na existência anterior.
Existem vários fatores que são capazes de despertar lembranças de uma existência anterior. Algum lugar que visitamos, algum trauma que experimentamos, uma doença, um sonho – eu tive contato com alguns acontecimentos passados quando desdobrado, na chamada projeção consciente.
E existem métodos artificiais, provocados, para reativar a memória de outras existências. A regressão, a hipnose, a terapia de vidas passadas são talvez as mais conhecidas.
Particularmente eu não aconselho esses métodos. Não tenho nada contra. Mas, se o terapeuta não for suficientemente capacitado para conduzir o processo com segurança, os resultados podem ser bem diferentes daquilo que se espera. Temos que ter em mente que somos ainda muito imperfeitos, muito falhos, que já cometemos muitos erros e que já sofremos muito. Se nós lembrarmos de fatos desagradáveis que nos marcaram no passado e formos capazes de revivê-los, dando novo significado a eles, ótimo – mas se apenas lembrarmos, reavivando-os em nós, isso pode ser prejudicial.
Lembremos que nós reencarnamos próximo de pessoas com quem nós temos reajustes a fazer. Se recuperássemos a memória de experiências anteriores com essas pessoas talvez não saberíamos lidar muito bem com isso.
Na verdade, se nós nos dedicamos a estudar as coisas do espírito, se nós adotamos a prática de servir ao próximo, e se nós reservamos algum tempo para analisar a nós mesmos, ao autoconhecimento, a perscrutar a própria consciência, nós descobrimos quem somos.
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O que nós somos hoje é o resultado do que nós fomos em outras existências. Nós nos construímos todos os dias. Os nossos pensamentos íntimos, os nossos desejos mais secretos, os medos que nós não contamos pra ninguém, isso é o que nós conseguimos fazer com nós mesmos até agora. Se não está bom, temos que tratar de neutralizar essas características através do trabalho – não interessa toda a soma de experiências que nos fez assim.
Observe o tipo de pessoas que lhe atrai, o tipo de ambiente que você procura, as suas falhas de caráter – seja honesto nessa análise e você terá uma boa noção do que você fez em outras existências.
As suas tendências, os seus gostos, as suas capacidades, tudo isso fala de você. Não importa o que você foi e o que você fez – não importa O QUE, mas COMO. Como você ficou, como isso agiu em você – e para isso basta observar a si mesmo.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

SEPARAÇÃO, CASAMENTO, RELACIONAMENTO | Visão Espírita


Tenha coragem de ser você mesmo - Leandro karnal


sexta-feira, 26 de maio de 2017

AMOR DIANTE DE RELACIONAMENTO

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DO LIVRO: LIBERTAÇÃO PELO AMOR.
PSICOGRAFIA DE DIVALDO P. FRANCO)
(ESPÍRITO JOANNA DE ÂNGELIS.

O amor é fonte inexaurível de bênçãos e medicamento eficaz para curar as feridas do sentimento.


Quanto mais se expande no coração, mais concessões de alegria e de felicidade proporciona.

Depositário de força incomum, arrasta outras vidas que estavam para sucumbir, na direção dos altos cimos da esperança e da paz.

Fluxo contínuo de energia instalado no indivíduo, enriquece-o de coragem e valor para os empreendimentos mais difíceis que executa com prazer.

Não se entorpece quando surgem dificuldades, nem desiste de lutar se enfrenta desafios que devem ser superados.

Ocorre, no entanto, que as heranças psicológicas humanas, nem sempre felizes quando se referem ao amor, estabelecem parâmetros para que viceje ditosos, e porque destituídos de legitimidade produzem desencantos e sofrimentos.

(...) Insegurança e instabilidade emocional apresentam-se como necessitadas de amor, quando, em realidade, precisam mais de terapia do que de envolvimentos afetivos, a fim de que não descarreguem noutrem os conflitos que não foram resolvidos, gerando agressividade e cobrança.

(...) É comum viver-se o presente, pensando-se no futuro, desejando-se que nunca sofra modificação, como se a vida fosse constituída de mesmices e repetições de sentimentos da mesma qualidade.

Noutras vezes, as lembranças do que já se fruiu estabelecem falsas necessidades para que novamente repitam-se, tornando o presente um campo de batalha em contínuo combate.

O hoje não pode ser como o ontem e certamente não será igual ao amanhã. Cada época é portadora das suas específicas manifestações, expressando fatores próprios que a caracterizam.

O amor somente é válido quando vivido no momento, conforme se apresenta, sem saudades do pretérito nem ansiedades pelo porvir.

(...) O amor não encarcera, e felicita-se, sempre quando liberta.

Podem ser dolorosas uma separação, uma ruptura de relacionamento por um ou outro motivo. No entanto, mais grave é permanecer exigindo que o outro perca o seu direito à felicidade dentro dos seus padrões, a fim de tornar vitorioso aquele que se lhe agarra sem nenhum respeito, fixado em conflitos de posse e de insegurança.

O amor não retém e sempre é favorável ao progresso daquele a quem se dedica.

Se alguém não pode mais ficar vinculado a outro coração, é necessário que siga adiante, levando as lembranças felizes, enriquecido de gratidão por tudo quanto vivenciou, continuando o relacionamento agora sob outra condição.

O relacionamento feliz não é aquele no qual, necessariamente, existe intercâmbio de natureza sexual. Embora esse impositivo ocorra amiúde e auxilie na planificação dos sentimentos, tem um caráter relativo, nunca absoluto entre os indivíduos.

O verdadeiro amor é amplo e generoso, jamais se tornando mesquinho e exigente, como se fora constituído de paixão asselvajada.

Quando alguém segue em frente, não deixa atrás quem o ama, que também deve avançar. Somente amplia o laço da afetividade que ora distende-se no rumo do infinito.

E quando se trata da ruptura da afetividade, por certo foi chegado o momento de assim acontecer, não devendo produzir dilaceração no sentimento, nem deixar uma herança de ressentimentos.

Toda vez que alguém se apresenta ressentido pelo amor não correspondido, é porque pretendia negociar o sentimento - eu te amo, a fim de que me ames. Essa é uma atitude incorreta, que não encontra respaldo no amor.

Pode-se amar a alguém e não sentir atração de natureza sexual, demonstrando que não se ama a uma parte da pessoa, mas a ela, em si mesma, de forma total, sem especificidade.

A permanente idéia de que o amor deve ter sempre um conteúdo erótico dele faz um tormento, porque sendo um sentimento superior da vida, é abrangente e felicita-se, nunca produzindo aflição.

Quando ele parece ter gerado desencanto e decepção, é porque não foi realmente vivenciado conforme deveria. Quem assim se sente, desprestigiado e infeliz, por não haver recebido o correspondente ao que pensava e pelo que lutava, em verdade não estabeleceu um vínculo de amor profundo, mas transferiu para o outro os seus desejos não realizados, as suas ambições não vividas.

O amor irradia paz e sempre gera satisfação física, emocional e psíquica.
(...) O amor é o mais vigoroso sustentáculo que se conhece para a manutenção da vida humana.

Quando Jesus recomendou o amor como condição essencial para a felicidade humana, estabeleceu que era necessário torná-lo amplo e irrestrito, de forma que se iniciasse em si mesmo, agigantasse-se até o seu próximo e rumasse na direção de Deus.


Esse é o amor incondicional, sem limite, libertador.


Quanto mais se ama, tanto mais se é ditoso.


O amor, portanto, abarca todas as aspirações da criatura inteligente que um dia se lhe renderá totalmente feliz.



Reencarnação e Memória

Reencarnação
Na máxima “nascer, morrer, renascer e progredir, incessantemente, tal é a lei”, encontramos o mais arrazoado pensamento universal sobre o processo da evolução humana.
Historicamente, apesar de o Clero lutar contra a doutrina das múltiplas existências, principalmente a partir do II Concílio de Constantinopla, realizado em 525, convocado pelo Imperador Justiniano, que proibiu o estudo do tema; com a institucionalização do Papado em 607, pelo Imperador Focas; com a criação do Tribunal do “Santo Ofício” em 1231, para combater, exclusivamente, os Cátharos ou Albigenses, reencarnacionistas que viviam no sul da França; os dominicanos foram convocados, pelo então Papa Gregório IX, para dizimá-los e, com eles, a doutrina palingenésica, a despeito disso tudo, a reencarnação continua sendo o mais legítimo mecanismo de aplicação dos Códigos da Justiça Divina entre os homens.
Somente a pluralidade das existências explica as diferenças individuais, que, desde sempre, desafiam as mentes mais críticas e meticulosas dos homens de ciência.
Conhecendo e entendendo os mecanismos da reencarnação, tornam-se claras e explicáveis as intrincadas perquirições, que teimam em permanecer obscuras, ante os açodados argumentos daqueles que não se dão ao trabalho de observar os fatos que a comprovam, mesmo porque, contra as evidências não há o que argumentar. A exemplo disso, vemos crianças e jovens portando patrimônio moral e intelectivo que seriam impossíveis terem sido adquiridos em um período de tempo de apenas uma só existência física.
“Por que o espírito encarnado perde a lembrança do seu passado?” Indaga Kardec aos Espíritos, que o esclarecem: “O homem não pode e nem deve tudo saber; Deus o quer assim em sua sabedoria. Sem o véu que lhe cobre certas coisas, ficaria deslumbrado, como aquele que passa, sem transição, da obscuridade à luz. Pelo esquecimento do passado ele é mais ele – mesmo”. (1)
Seja na confirmação de que João Batista era Elias, ou na inesquecível lição para o doutor Nicodemos, o Divino Mestre confirmou que só nascendo novamente compreenderemos as coisas de Deus. É a Lei da Evolução!
Na estrutura psicossomática, a memória tudo registra e, pelo mecanismo da criptomnésia, (2) são guardadas as conquistas da própria memória, conservando, momentaneamente apagadas, as lembranças de outras experiências reencarnatórias, o que não significa dizer que não se pode ter acesso a esses acervos de forma espontânea ou provocada.
Não está sendo em vão a grande contribuição científica de vários profissionais das áreas de medicina e psicologia, que publicam livros, relatando experiências de vidas passadas, que transcendem ao monolítico e conservador rito academicista, sem afrontarem os Códigos de Ética dos Conselhos Regionais.
Graças ao hipnotismo, várias contribuições criptoides foram catalogadas. Com as experiências de regressão da memória, finalmente, foi possível comprovar, cientificamente, a reencarnação.
O físico francês Patrick Drouot pesquisa esses assuntos com a autoridade de quem se formou na Universidade de Nancy e fez doutorado em física teórica pela conceituada Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque, e, ao presidir o Instituto de Pesquisas Físicas e da Consciência, em Paris, já tem catalogado mais de cinco mil casos de regressão.
Erlandur Haraldsson, professor de psicologia da Universidade de Iceland, e vários pesquisadores psiquiatras americanos, revelaram, cientificamente, que a reencarnação é um fato consumado, graças aos processos de mergulho no armazenamento psíquico das vidas anteriores onde tudo está registrado.
Hellen Wambach, que já fez 4500 pessoas regredirem na memória, fez pesquisa com uma senhora de 43 anos, cega de nascença, que descreveu ambientes da antiga Roma na época em que era esposa de um soldado. Ela foi capaz de falar, com toda precisão, das cadeiras, mesa, cama, das expressões faciais dos que a rodeavam, das luzes e das cores. Aliás, todos esses detalhes foram, historicamente, devidamente comprovados, segundo afirmou o Dr. James Pareyko, professor de Filosofia da Universidade Estadual de Chicago. Pareyko atesta que tal tipo de percepção, numa pessoa que já nasceu sem enxergar, é inexplicável sob o ponto de vista médico.
Sem nos desviarmos para fazer um comentário sobre as teses Junguianas do “ilusionista” inconsciente coletivo, por onde uma pessoa poderia sintonizar com qualquer faixa desse mecanismo e receber todo tipo de impressão, passada ou presente, só para ilustrar essa improcedência teórica, atentemos para uma explicação que, no mínimo, parece uma fábula: – quando uma criança europeia passou a falar chinês arcaico e a se recordar de uma vida passada, foi considerado, como explicação, o fato de a sua mãe, durante a gestação, ter vivido próxima a uma lavanderia chinesa e “provavelmente”, ter captado, pelo seu inconsciente coletivo, todo aquele conhecimento da língua asiática. Acreditem se quiserem!
“Em resumo, o Espiritismo é hoje um fato consumado; ele já conquistou o seu lugar na opinião pública e entre as doutrinas filosóficas; é pois preciso que aqueles, a quem ele não convém, se resignem a vê-lo ao seu lado, restando-lhes a liberdade de recusá-lo”. (3)
Jorge Hessen
Referências bibliográficas:1 – Kardec, Allan. O livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB , 2001, Perg. 392
2 – Criptomnésia sf (cripto+mnese+ia1) = Memória subconsciente. Disponível no site acesso em 27-05-08
3 – Kardec, Allan. O que é o Espiritismo, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 39ª Edição, pg.122
Nota do editor:
Imagem em destaque disponível em <https://waswirnichtwissen.wordpress.com/2014/09/11/der-fall-jenny-cockell/>. Acesso em 28SET2015.
Fotos ilustrativas de Mary Sutton (à esquerda) e Jenny Cole (à direita),  personagens do filme “Minha Vida na Outra Vida” (“Yesterday’s Children“, Estados Unidos, 2000). A história conta os desdobramentos dos fatos ocorridos com Jenny Cole ao começar a relembrar de sua vida em outra encarnação.

Brasil: desafios e soluções

brasil
É possível acertar o Brasil.
Como?
Com trabalho.
É possível sairmos mais fortes e melhores de qualquer crise.
Como?
Com trabalho.
O trabalho, como definem os Espíritos, é uma lei da vida, e ninguém pode crescer sem respeitar esta justa lei.
É necessário trabalharmos em nós as questões morais.
Isso é um imperativo para que a nação desenvolva, cresça e progrida.
A desonestidade de uma sociedade onera os cofres públicos. Pior: a desonestidade mata.
Apenas para ilustrar, trago um fato dramático: dia desses, aqui na Bahia, uma senhora morreu de picada de cobra. Veio do interior para a capital em busca de tratamento, porém, tombou sem vida por falta de atendimento.
Não havia mais vagas nos hospitais. A desonestidade mata mais do que qualquer guerra. Fundamental, também, estabelecermos em nós o compromisso com o acerto, com a alta produtividade e com a qualidade.
Quantos erros operacionais acontecem por que estávamos nos “zaps” da vida? Quanto o nosso país perde em competitividade por isso?
Quantos patrões lesam os funcionários ao não cumprirem seus acordos trabalhistas?
Quantos funcionários colocam a empresa na justiça, sem terem razão, afirmando que foram desviados de suas funções, ou que fizeram horas extraordinárias sem, realmente, terem feito?
A desonestidade desencoraja as pessoas.
É preciso abdicarmos de regalias e privilégios. Deputados, senadores e homens públicos abrirem mão de suas mordomias, em prol de uma vida mais simples. Em tempos difíceis é necessário aprender a viver com menos.
Mas não apenas os políticos, pois o cidadão também deve deixar de furar a fila, de estacionar o carro em vaga de pessoas com necessidades especiais, de cobrar valor irreal de mercadorias, de pegar canetas e objetos da empresa onde trabalha. É possível sair da crise, mas para isso é necessária cirurgia moral, uma total plástica nos costumes e hábitos e, claro, malhar todos os dias o caráter na academia do espírito. Quaisquer medidas, reformas ou atitudes sem a conscientização da sociedade, de maneira geral, serão inócuas.
Mudar dói, renunciar prazeres e trabalhar pelo coletivo não são tarefas fáceis, porém, imprescindíveis, se quisermos sair de qualquer crise.
É possível mudar o Brasil, mas depende de nós, e como mudar dói e ninguém, atualmente, está muito resistente às dores, fica esta nossa reflexão.
Pensemos nisso!
Wellington Balbo

Espirito explica passo a passo sua passagem para o plano espiritual


quinta-feira, 25 de maio de 2017

Implicações espirituais da Corrupção

A despeito de todo bem que já se pratica na Terra, o mal ainda se faz presente, principalmente, a partir de mentes aquinhoadas de profundo conhecimento intelectual e, por isso, de largo alcance.
Sempre haverá justificativa e atenuantes para o mal praticado, quando sua gênese está na ignorância da criatura malformada na estrutura sócio moral em que estagia, mas o que vem das criaturas, ditas esclarecidas, a responsabilidade pelas consequências avoluma-se, exponencialmente.
Ainda assim trata-se de ignorância. Da ignorância moral decorrente do desleixo pela essência humana e por sua natureza espiritual, mas…
Se soubessem o quanto lhes custará, em reencarnações futuras, devolver tudo o que retiraram do que não lhes pertencia…
Se soubessem o quanto lhes custará, em reencarnações futuras, a edificação do que impediram com gestos infelizes baseados na ganância material…
Se soubessem o quanto lhes custará, em reencarnações futuras, experimentar as moléstias que provocaram no próximo pela incúria na coisa pública…
Se soubessem o quanto lhes custará, em reencarnações futuras, vivenciar o estado de misérias materiais de largo curso, ao provocarem, intencionalmente, o desvio de verbas que facilitariam a vida dos seus iguais…
Se soubessem o quanto lhes custará, em reencarnações futuras, estacionar nas condições sociais mais abjetas, em função da vaidade e orgulho de hoje que causam a teima para atingir e se manter em classes sociais mais altas…
Se soubessem o quanto lhes custará, em reencarnações futuras, os estados de penúrias decorrentes da conduta perdulária de hoje…
Se soubessem o quanto lhes custará, em reencarnações futuras, trabalhar, profissionalmente, em regime de escravidão, por conta das imposições aos menos favorecidos de hoje…
Se soubessem o quanto lhes custará, em reencarnações futuras, experimentar as maiores dificuldades e dores, de todo tipo, para recompor o que foi destruído, e por de pé o que deixou de ser construído….
Se soubessem o quanto lhes custará, em reencarnações futuras, as lágrimas de remorso, arrependimento e de saudades dos seus pelo afastamento necessário para valorização das relações familiares e sociais destruídas hoje…
Se soubessem o quanto lhes custará, no além, pós morte física, os estados conscienciais abrasadores a lhes queimarem o íntimo, decorrente dos abusos irresponsáveis praticados no desenrolar da vida física…
Se soubessem o quanto lhes custará, no além, pós morte física, as perseguições e ataques diretos que sofrerão por parte daqueles que não souberam ou não conseguiram perdoar o prejuízo de toda sorte de que foram vítimas…
Se soubessem que a vida espiritual prossegue além da vida física e que a reencarnação é mecanismo de depuração e crescimento espiritual e que, carregada de provas e expiações, possibilita a construção paulatina da felicidade possível de ser apreciada, por estar vinculada ao mecanismo de ação e reação, certamente, pensariam com mais profundidade nos valores morais que praticam e dedicar-se-iam a construção do mundo melhor desde já, enquanto as possibilidades para tanto se fazem presentes.
Por nossa vez, enquanto praticantes do exercício da reforma íntima pessoal, faz-se necessário cuidado na emissão de juízos de valores, porque a falência faz parte da identidade dos Espíritos vinculados ao nosso Planeta, o que significa que podemos errar tanto quanto os outros, porque não há privilegiados ou exceções nas Leis Divinas.
Pensemos nisso.
Antônio Carlos Navarro

Atendimento Fraterno hoje quinta-feira 25/05/2017 as 19hs

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QUINTA:DAS 19:15 as 20:30hs -
Abertura: Pres. Antonio R. Ribeiro.
 Atendimento Médico Espiritual.
 Limpeza.
 Passe.

O Tempo - Mario Quintana

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A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. 
Quando se vê, já são seis horas! 
Quando de vê, já é sexta-feira! 
Quando se vê, já é natal... 
Quando se vê, já terminou o ano... 
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida. 
Quando se vê passaram 50 anos! 
Agora é tarde demais para ser reprovado... 
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. 
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Mudar é preciso!

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Cautela, muitas coisas deveriam mudar porque o mundo muda, mas existem coisas que não devemos alterar.
Cuidado na vida precisamos ser “raízes e não ancoras” porque a “raiz” te alimenta e faz crescer, a “âncora” te mobiliza não deixa você ir além...
Pessoas “âncoras” dizem: “Há no meu tempo”...
Há o mercado já não é mais como era...
Há os alunos já são mais como antes...
Meus filhos já são mais os mesmos...
Os jovens já não são mais como antes...
O jovem de hoje tem mais informação do que Santo Agostino no ano de 300 (tinha mais informação).
E dizer isso é quase uma insanidade mental, doença é repetir isso por ai.
Eles (os jovens de hoje) não conheceram: Dvd, Airton Senna, Mamona Assassinas...
Acreditem hoje um professor já não se fala mais em Pen driv...
Eles dizem professor coloca na nuvem.
Atenção você não está velho porque rebobinou fita VHS, você está velho se deixou a cabeça lá.
Eu rebobinei fita VHS, mas coloco meus textos na nuvem não deixei minha cabeça lá me adaptei com o novo que me facilita a vida.
Lembram? “Ancora ou Raiz” você quer ser?
“Mudar é complicado, mas acomodar é perecer”.
Ai eu pergunto: mas o que eu tenho com isso?
Mas se eu quero me comunicar com jovens, com pessoas porque eu escrevo para blogs, jornais, dou palestras, eu tenho filhos adolescentes, sobrinhos, eu tenho que ter diálogos com essas pessoas.
Então eu tenho que saber como funciona a mente desse publico, desse cliente, num é assim?!
São meus clientes, então nós temos que nos preparar.
Por exemplo, eu escuto muita musica, adoro e escuto de tudo apesar de gostar de clássica e mpb, mas gosto também de outros gêneros...
Minha filha entra no carro coloca o bluetooth do celular dela conectado com o som do carro ai vai desde Anita até Luan Santana... (para saber o que a letra fala).
Ai entra o de 17 anos e coloca Raapers, Alooc (Dj), e eu gosto de alguns e eu escuto, sabe porque eu tenho que me antenar com o mundo deles propositadamente.
Eu ouço musica deles não porque eu gosto, mas porque eu tenho que saber o que se passa no mundo deles.
Qual a linguagem deles, agora quando eu estou só nos meus momentos eu escuto as minhas musicas.
E isso serve também para os meus Pais, meus avós as pessoas que entram no meu carro dependendo da idade eu nem ligo o som...
Eu não tenho que gostar das outras coisas que o mundo me oferece não, mas eu tenho que me antenar e as me modificar para saber lhe dar com as pessoas.
Não estou falando aqui de mudar personalidade pelo amor de deus estou falando de adaptações, resiliência.
Como eu vou falar de drogas, de suicídio para jovens, de valorização da vida se eu não estiver atenada com o mundo deles, atualizada?!
Mudar é complicado, mas acomodar é perecer.
As mudanças fazem parte da vida.
Nós estamos num processo de mudança sempre apesar de nem notar muitas vezes.
Ir para uma nova cidade, decidir por uma carreira internacional, mudar de profissão, de estado civil, de emprego, de casa, de vida, casamento.
Existem as mudanças desejadas e também as imprevistas. Independente do jeito que for às novas situações nos leva a buscar diferentes formas de adaptação e nos dá a oportunidade de ampliar nossas experiências e amadurecer.
Ás vezes a vontade de mudar existe, é legítima, mas o indivíduo se vê paralisado frente às transformações que deseja realizar.
Isso é muito comum ocorrer ao longo do processo terapêutico. À medida que o sujeito começa a se perceber e se conhecer melhor, ganha autonomia e tem vontade de reformular para melhor algumas áreas da vida.
No entanto, deixar um estado conhecido para atingir um novo, traz consigo aspectos desafiadores.
Junto com a vontade da mudança surgem também as sensações de medo e insegurança.
Será que vale a pena?
Será que eu consigo?
Essas indagações são naturais e é importante estar atento, para evitar possíveis boicotes e, assim, conseguir realizar as mudanças desejadas.
Vontade, coragem e estratégia.

O anseio de mudar é importante, pois serve como motivador e encorajador para realizar as ações necessárias.
Para isso, é fundamental ter um bom planejamento.
Refletir, ponderar, criar estratégias e prazos é essencial para alcançar aquilo que se quer.
Alguns aspectos nesse processo merecem uma atenção especial.
Abaixo estão alguns deles a psicologia no ajuda:
– Toda mudança leva a algum tipo de perda.
É preciso colocar isso em perspectiva.
Para morar em uma nova cidade, por exemplo, é preciso perder o conforto do ambiente conhecido.
As perdas são naturais e positivas em certa medida, fazem parte do movimento da vida e são necessárias para que novas situações possam de fato acontecer.
– Por mais que haja planejamento e estratégias de ação, por mais que haja vontade, existe um elemento essencial para fazer a passagem da situação antiga para a nova: Coragem!
Essa capacidade de enfrentamento dos desafios é essencial para abrir o caminho e chegar onde é preciso. 
A coragem junto à fé, de que a mudança é o melhor caminho a seguir, é o que sustenta a travessia.
Quando abrimos mão da situação segura e estamos construindo uma nova, as dúvidas tendem a surgir intensamente: Será que fiz certo?
Será que vou dar conta?
Isso acontece porque a situação nova ainda está se formando, não é possível colher frutos ainda, é preciso investir tempo, energia e esperar com coragem e fé.
– Mudar deve atender o anseio de levar o sujeito para uma realidade mais condizente com aquilo que traz sentido para a sua vida e consequentemente mais satisfação e alegria, mas isso não quer dizer que não haverá dificuldades.
Problemas existirão sempre, o que muda é a condição emocional da pessoa.
Quando se faz uma escolha em direção a uma nova situação e a mudança é concretizada, a sensação de realização traz contentamento e a pessoa tende a se tornar mais tolerante perante as adversidades e mais capaz de superar os próprios desafios.
A essência
Uma vez li uma frase que me chamou a atenção e cabe bem nesse momento: “É importante não perder de vista as coisas que te encantam, pois ali há um pouco da tua essência”.
Quanto mais nos distanciamos daquilo que nos encanta em função do que é puramente conveniente, mais a vida perde seu sentido.
Ás vezes não percebemos esse distanciamento e quando nos damos conta estamos muito longe daquilo que nos traz alegria.
Nesse momento a semente de uma transformação é plantada e é importante olhar para ela com coragem e avaliar se é a hora de iniciar uma transição com todos os desafios e satisfações que essa mudança irá trazer.
“Tolice é fazer as coisas do mesmo jeito e esperar que as coisas mudem”.
Mudar é complicado, mas acomodar é perecer.
E você quer ser “raiz ou âncora”?
Muita paz meus amados filhos de Deus.
Que assim seja

Ana Catharina Pessoa.