#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

sábado, 26 de agosto de 2017

Revista Espírita 1859 » Janeiro » Conversas familiares de além-túmulo » Diógenes

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─ Evocação.

─ Ah! Como venho de longe!
─ Podeis aparecer ao Sr. Adrien, nosso médium vidente, tal qual éreis na vossa existência que conhecemos?
─ Sim. E até, se quiserdes, virei com a lanterna.
Retrato:
Fronte larga e de ossos frontais bem pronunciados; nariz fino e aquilino; boca grande e séria; olhos pretos e encovados; olhar penetrante e zombeteiro. Rosto um pouco alongado, magro e enrugado; tez amarela; bigodes e barba incultos; cabelos grisalhos e ralos.
Roupa branca e muito suja; pernas e braços nus; corpo magro e ossudo. Sandálias estragadas, amarradas com cordas nas pernas.
─ Dissestes que vínheis de longe. De que mundo vindes?
─ Não o conheceis.
─ Teríeis a bondade de responder a algumas perguntas?
─ Com prazer.
─ A existência em que vos conhecemos sob o nome de Diógenes, o Cínico, foi proveitosa à vossa felicidade futura?
─ Muito. Enganai-vos ridicularizando-a, como o fizeram meus contemporâneos. Admiro-me mesmo de que a História se haja inteirado tão pouco da minha existência e que a posteridade, pode-se dizer, tenha sido injusta comigo.
─ Que bem pudestes fazer, de vez que vossa existência foi muito pessoal?
─ Trabalhei para mim, mas podiam aprender muito comigo.
─ Quais as qualidades que gostaríeis de ter encontrado no homem que procuráveis com a lanterna?
─ Firmeza.
─ Se em vosso caminho tivésseis encontrado o homem que acabamos de evocar, Chaudruc-Duclos, que também renunciava voluntariamente a todo supérfluo, teríeis visto nele o homem que procuráveis?
─ Não.
─ Que pensais dele?
─ Sua alma transviou-se na Terra. Quantos são como ele e não o sabem!... Ele pelo menos o sabia.
10 ─ Pensáveis possuir as qualidades que procuráveis no homem?
─ Sem dúvida. Eu tinha o meu critério.
11 ─ Qual dos filósofos do vosso tempo tem a vossa preferência?
─ Sócrates.
12 ─ Qual o que preferis agora?
─ Sócrates.
13 ─ E o que dizeis de Platão?
─ Muito duro. Sua filosofia é muito severa. Eu admitia os poetas, ele, não!
14 ─ É verdade aquilo que se conta de vossa entrevista com Alexandre?
─ Realíssimo. A História até a truncou.
15 ─ Em que a História a truncou?
─ Refiro-me a outras conversas entre nós dois. Pensais que ele me tivesse vindo ver para só me dizer uma palavra?
16 ─ É verdadeiro o dito que se lhe atribui, de que se ele não fosse Alexandre gostaria de ser Diógenes?
─ Talvez o tenha dito, mas não em minha presença. Alexandre era um jovem maluco, vão e orgulhoso. Aos seus olhos eu não passava de um mendigo. Como poderia o tirano se dizer instruído pelo miserável?
17 ─ Reencarnastes na Terra depois de vossa existência em Atenas?
─ Não, mas em outros mundos. Atualmente pertenço a um mundo em que não somos escravos. Isso quer dizer que se vos evocassem em estado de vigília, não poderíeis atender ao chamado, como entretanto o faço esta noite[1].
18 ─ Poderíeis traçar-nos um quadro das qualidades que buscáveis no homem, tais quais as concebíeis então e tais quais as concebeis  atualmente?
─ OUTRORA: Coragem, ousadia, segurança de si mesmo e poder sobre os homens, pela inteligência. AGORA: Abnegação, doçura e poder sobre os homens, pelo coração.


[1] Não sendo escravo do corpo, no mundo superior em que se encontrava, Diógenes podia atender à evocação, embora estivesse acordado no momento em que se realizava a sessão. O Espírito aproveitou a ocasião para acentuar a diferença entre o nosso mundo e o mundo superior em que então vivia. A resposta à pergunta seguinte confirma essa condição mais elevada que ele havia atingido, e o faz de maneira muito significativa. Na Terra ele buscava um homem dominador, cheio de ousadia e firmeza; com a visão dos mundos superiores prefere um abnegado, capaz de dirigir por meio do amor. (N. da Eq. Revisora Edicel)

FRANCISCO VALDOMIRO LORENZ LORENZ Pelo Amado Irmão Sephariel - Hermanubis USA

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Este grande Iniciado nasceu na Boêmia província da Checoslováquia, no dia 24 de dezembro de 1872, situada entre a Áustria e a Alemanha.
Foi nas montanhas da Boêmia que nasceu na "Véspera de Natal" esse gênero das línguas e do Esperanto. Seu primeiro livro foi editado em 1890, ainda na Boêmia, em Es-peranto, quando tinha apenas 18 anos de idade e, posteriormente, publicado em quarenta idio-mas diferentes.
Lorenz, no Brasil, foi morar em Dom Feliciano, na época, distrito de Encruzi-lhada do Sul, Estado do Rio Grande do Sul.
Publicou várias obras como "Raios de Luz Espiritual", "Elementos de Quiro-mância", "Lições Práticas de Ocultismo Utilitário", "A Sorte Revelada pelo Horóscopo Caba-lístico", "O Filho de Zanoni", "A Cabala" e muitas outras obras.
Foi um grande Astrólogo. Por mais de 20 anos redigiu o "Almanaque do Pen-samento", editado até hoje pela Editora Pensamento.
Era colaborador espontâneo do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensa-mento. Através de suas obras foi um evangelizador do Ocidente. Falava 72 línguas com seus respectivos dialetos.
Desencarnou no dia 24 de maio de 1957, às 13 horas, em Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul.
Era doutor em Cabala da Ordem Cabalística da Rosa-Cruz. Aconteceram mui-tos fatos na vida deste Iniciado de primeira grandeza. Como exemplo de tais fatos, vamos transcrever a matéria publicada na Revista Maçônica "União", de outubro de 1965:
"Corria o ano de 1928 e governava o Estado do Rio Grande do Sul o Dr. Getú-lio Vargas. Certa manhã, recebi um amável convite para comparecer às 14 horas na Bibli-oteca Pública, pois que lá estava sendo feita uma triagem de todo o Professorado Estadual do Curso Primário, por ordem de S. Ex.a o Dr. Getúlio Vargas, então vivamente interessado na reforma e aprimoramento do ensino. Além disso, salientou que entre os que seriam examinados estava um homem que era um verdadeiro fenômeno e que ele tinha sincero desejo de que tam-bém eu o conhecesse.
Aquiescendo ao convite, compareci à hora aprazada e lá o encontrei. O amigo que me convidara era professor de Contabilidade e mantinha o Curso Rápido Comercial num prédio sito à Praça Parobé.
Ao fundo de um enorme salão estava a Comissão Examinadora, presidida pelo ilustre e saudoso Ir. Dr. Maurício Cardoso. Os demais membros da Comissão eram o que de mais exponencial existia em Porto Alegre naquela época.
A chamada dos examinadores era procedida em ordem alfabética, e naquele dia estavam na letra "F". Em dado momento ouviu-se chamar: "Francisco Valdomiro Lorenz". Imediatamente viu-se, encaminhando-se em direção à Mesa, um cidadão aparentando 45 anos, trajado de branco, botinas pretas, lenço de seda ajustado ao pescoço com uma aliança e de chapéu de palhinha na mão. À sua passagem pelo longo corredor, com facilidade se escutaram risinhos de professorinhas muito bem vestidas e pintadas, o que fez com que o Ir. Bahlis (quem me convidou) murmurasse, contrafeito: daqui a pouco vocês mudarão de atitude! Efetiva-mente, iniciadas as provas, o grande matemático, Dr. Francisco Rodolpho Simch, viu que es-tava diante de um grande estudioso da matéria, o que o levou a distender-se longamente sobre o tema que lhe estava afeto. Com profunda admiração, constatou que o examinando discorria com indiscutível autoridade sobre os mais complexos aspectos da Matemática, culminando por enredar-se na própria origem dos algarismos - matéria essa muito familiar ao examinando. Sob grande e justificada expectativa seguiu-se a prova de Português. Respondendo e solucionando todas as perguntas e questões atinentes com segurança e, sobretudo, simplicidade, foi em certa parte solicitado a analisar a palavra "sobrevivência". Fê-lo, lógica e lexicamente, dentro das normas gramaticais, tendo, ao final, se colocado à disposição para responder sobre algo mais que desejassem a respeito da aludida palavra. Foi a essa altura que teve início um diálogo que ficou indelevelmente gravado na mente de todos os presentes. Vou esforçar-me no sentido de relatá-lo com a máxima fidelidade:
Dr. Maurício Cardoso: 
- Pelo que vejo, o Sr. dedica-se ao estudo da etimologia das palavras.

Lorenz: 
- Sim, Ex.ª, estudo.

Dr. Maurício Cardoso: 
- Além do Latim, grego e árabe, que são as raízes de nosso idioma, aprecia ou estuda também outras línguas vivas?

Lorenz: 
- Sim, Ex.ª. De modo especial as línguas chamadas "mortas".

Dr. Maurício Cardoso: 
- O senhor diz "mortas". Por que não prefere as "vivas"?

Lorenz: 
- Porque, salvo erro de minha parte, as "vivas" nada mais são que herdeiras das "mortas".
Dr. Maurício Cardoso: 
- Embora imperfeitamente, dedico-me também ao estudo de alguns idiomas, porém vivos. Agradar-lhe-á dialogarmos rapidamente em francês, que é considerado "idioma universal"?
Lorenz respondeu-lhe em francês, tendo o Dr. Maurício manifestado sua satis-fação.
Dr. Maurício Cardoso: 
- Mas, o que me diria se tentássemos dialogar noutros idiomas que atualmente são usados pelos povos deste Planeta?

Lorenz: 
- Estou às inteiras ordens de V. Ex.ª.

Neste ponto foi que os presentes tiveram a revelação do Grande Homem mo-destamente vestido e que suscitara os risinhos que tanto mal fizeram ao saudoso Ir. Bahlis.
Como era notório nas altas esferas da intelectualidade brasileira, o Dr. Maurício Cardoso falava corretamente doze idiomas "vivos". Valendo-se disso, conversou com o Ir. Lorenz em todos eles, e em cada um desses idiomas, com grande diplomacia e hu-mildade, es-cutava observações de Lorenz, mais ou menos como esta: Ex.ª, a sua pronúncia desta palavra denota que o seu professor era originário ou descendente de algum habitante de tal ou qual cidade da Alemanha, Áustria, Inglaterra, Pérsia, etc. Isso é natural, porquanto esses povos, através de muitos séculos, empenharam-se em muitas guerras, e certas palavras sofre-ram sub-stâncias alterações, principalmente em sua tônica. E prosseguindo: nas capitais, onde se cul-tuam as regras gramaticais, a pronúncia é assim (e pronunciava as palavras, citando os moti-vos).
Empolgado diante daquele verdadeiro repositório de saber, o Dr. Maurício Car-doso arriscou: 
- O senhor fala mais alguma língua? 
- Sim, algumas. 
- Quantas mais? 
- Bem, diz Lorenz, eu entendo e escrevo atualmente em cinqüenta e duas. En-tretanto, devo confessar que estou lutando para aperfeiçoar-me na pronúncia das que eram faladas pelos Maias, Astecas e Ameríndios. 
- Mas, então o Sr. fala o idioma japonês? 
- Sim, respondeu Lorenz. 
- Tenho um amigo na Diretoria de Higiene, o Dr. Nemoto, japonês de nasci-mento, que certamente gostará de falar com o senhor. Está de acordo em que lhe peça para vir até aqui para esse fim? 
- Com muita honra, Ex.ª. Diante disso, o Dr. Maurício Cardoso providenciou a vinda daquele cavalheiro e enquanto não chegava, providenciou as demais provas de habitação do examinando, que em todas elas se revelava um grande mestre.

As todas essas, eram quase 16 horas quando chegou o Dr. Nemoto. Feitas as apresentações, imediatamente iniciaram o diálogo em japonês, e, decorridos poucos instantes, o Dr. Nemoto esclarece aos presentes que realmente seu ilustre interlocutor era mesmo um fenômeno lingüístico, porquanto, com sincera admiração de sua parte, ele descobria que ele, Nemoto, não estava falando o japonês usado em Tóquio, e sim em Yokohama, o que era ver-dade.
Foi nessa altura que teve lugar um fato que emocionou extraordinariamente aquela felicíssima assistência: o Dr. Maurício bate no tímpano e diz: - Senhoras e Senhores! Convido a que nos levantemos!
Todos de pé, ele deixa a Presidência da Mesa, encaminha-se para o nosso Ir. Lorenz e diz-lhe:
- Mestre, vinde ocupar o lugar que indevidamente eu estava ocupando. Ele vos cabe.

Uma salva de palmas, que durou muito tempo, coroou as palavras do Dr. Mau-rício Cardoso.
Muito acanhado, extraordinariamente encabulado, Lorenz baixou a cabeça e apenas conseguiu murmurar: 
- Oh! Por caridade Doutor, se está concluída a minha prova, permita que eu volte para minha casa em São Feliciano.
- Mas, o senhor não reside em Porto Alegre?
- Não, senhor. Há muitos anos resido no Distrito de São Feliciano, Município de Encruzilhada. Andam dizendo por aí que em breve serão mudados os nomes para Dom Fe-liciano e Encruzilhada do Sul.
Diante disso, o Dr. Maurício externou em palavras cheias, de emoção e entusi-asmo a sua admiração por ele e deferiu seu pedido.
No dia seguinte, nova surpresa estava reservada ao Ir. Lorenz. O Dr. Getúlio Vargas, informado do que ocorrera, mandou chamá-lo ao Palácio, manifestou-lhe também sua grande admiração e convidou-o para trabalhar na Secretaria do Interior e Justiça, no Departa-mento de Relações Consulares, pois, trabalhando como tradutor, iria prestar relevantes servi-ços naquele setor.

- Sr. Governador, disse Lorenz. Sensibilizado ao máximo, agradeço a V. Ex.ª tão honroso convite. Entretanto, se vossa extrema bondade permite, imploro que me deixe voltar para minha Escola. O senhor nem pode imaginar o quão feliz me sinto em poder ir diari-amente para minha Escola, levando junto comigo um elevado número de meninos!
O saudoso Dr. Getúlio Vargas, embora coerente com a idéia inicial, terminou concordando, e lá se foi o Ir. Lorenz para o convívio de seus amados meninos".

IMPERATRIZ TEODORA E A PROIBIÇÃO DA REENCARNAÇÃO



Theodora [500-548], santa da Igreja Cristã Católica Ortodoxa; seu dia é 14 de novembro. Nascida na ilha de Creta [ou na Síria ou em Paphlagonia, ou na costa do Mar Negro, como preferem alguns historiadores], ela foi atriz de comédias, cortesã, teve inúmeros amantes, entre eles, um certo Hecébolo, governador de Pentápolis, pai de seu único filho. Era mal vista e mal falada na sociedade da época até que, em 523, casou-se com Justiniano [483-565]. 

Quando Justiniano ascendeu ao trono tornando-se imperador Justiniano I, Teodora tornou-se imperatriz. Foi uma consorte ativa tomando parte nos negócios do governo. Defendia o direito das mulheres à herança e posse de propriedades; direito ao aborto, compensações em caso de divórcio; condenou os assassinatos de mulheres acusadas de adultério.
É considerada a mulher mais influente do Império Bizantino.

Porém, entre os feitos políticos de Teodora destaca-se sua curiosa intervenção no Segundo Concílio de Constantinopla ─ 5º Concílio Ecumênico das Igrejas Cristãs: Ortodoxa do Oriente, Católica Romana e outros grupos [seitas] cristãos ocidentais. 
Aconteceu entre maio e junho de 553 e foi convocado pelo imperador Justiniano e presidido pelo Patriarca de Constantinopla, Eutychius [512-582].

Entre os graves assuntos que, naqueles concílios eram discutidos entre berros, tapas e safanões, naquele Segundo Concílio de Constantinopla, estavam na pauta movimentos cismáticos [de divisão] dentro do Cristianismo como: o Nestorianismo. 
Os Nestorianos defendiam a da União Hipostática [na pessoa de Cristo] ou seja, que no Ser de Jesus Cristo coexistiam duas Naturezas: humana e divina. Além disso, questionavam a maternidade virgem, a Imaculada Conceição, de Maria: ela teria dado à luz somente ao suporte físico, humano do Messias [como se tudo isso tivesse importância!]. Eram idéias de Nestorius [386-451], que foi Arcebispo de Constatinopla.

Em meio a temas tão complexos, Teodora preocupava-se com uma questão muito específica. 
A reencarnação: Teodora não gostava da doutrina da reencarnação e menos ainda da Lei do Carma que acompanhava essa doutrina; porque a estadista poderosa tinha um passado e um lado obscuro. 
"Ao se tornar imperatriz, Teodora abusou de seus poderes: mandou matar centenas de mulheres". 
Cortesãs, escravas, prostitutas sacerdotisas do paganismo que considerava rivais ou potencialmente perigosas para sua nova posição.

Depois de se aprofundar nos estudos religiosos, Teodora ficou com medo. Tinha pavor de reencarnar em circunstância penosa, como escrava negra, por exemplo. 
Para resolver o problema, resolveu interferir neste ponto da doutrina cristã. Pediu ao marido imperador que providenciasse a legitimação de uma teologia que negasse a reencarnação acreditando que, assim, jamais teria de prestar contas à maldita Lei do Carma. Não haveria mais reencarnação. O pecador seria purificado de seus erros com o perdão da Extrema Unção, pela confissão e nos casos muito graves, passaria uma temporada em um purgatório e depois teria passagem livre no Paraíso. Reencarnação, nunca mais! Teodora não queria; Teodora proibiu!

fonte blog espiritismo reformista

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Mensagem do Caboclo Tupyara

AMAI, PORQUE SÓ O AMOR CONSTRÓI PARA A VIDA ETERNA
Paz, meus filhos ...
Chamastes-me e aqui estou!...
Eis me entre todos, para rogar, como rogastes, ao Grande Mestre!
Hoje sou Tupyara; antes fui Tomé, o negador!
Hoje venho confirmar, com toda convicção, a vida do Mestre Indestrutível, do Mestre Indivisível, pois que Ele está dentro de cada um.
Meus amados filhos, Deus vos abençoe! ... Sou o vosso amigo, sou o vosso pai Tupyara e aqui me encontro, enlevado pelas vibrações dos vossos corações. Traduzistes com muita bondade o que não merecia: o panegírico (discurso em louvor) em minha homenagem, como caboclo, sentindo-me agora melhor e mais feliz como silvícola. Homenageastes a minha memória ainda como Tomé – que precisou tocar o lado do Mestre.
Amado JESUS!... Querido Mestre!... Eis o escravo sempre à vossa disposição!...
Queridos filhos! Invocaste-me, chamaste-me e eu não poderia deixar de vir... Quero saudar-vos; quero afirmar-vos que não vos negarei a minha benção, agora e sempre. Prometi voltar e distribuir entre vós a minha palavra diretamente através deste instrumento, que uso para a consolidação da vossa fé, para a confirmação desta confiança que tributais ao meu espírito. Desejo abençoar a todos, do fundo do santuário do meu coração. Requeiro que venhais a mim, para que vos abrace por um... Quero tanto aos meus amados filhos, que não podeis avaliar o quanto vos quero... É impossível traduzir o meu amor por vós...
Antes, nas Índias, eu pregava, como arauto dos Ensinamentos do Divino Mestre. Fui flechado, porque não aceitaram as minhas palavras nem os meus argumentos. Tive que vir várias vezes, mas sou feliz; renasci naquelas longínquas paragens do Brasil, nas selvas do Amazonas, onde fui de novo flechado aos 37 anos...
Desejo a vossa felicidade; tão-somente a vossa felicidade e a vossa paz. Que Deus vos abençoe!...
Sinto as vossas lágrimas e vejo a sinceridade das vossas almas; sois sinceros e honestos, sois dignos e merecedores do meu amor.
Vinde a mim!... É o vosso igual, é o vosso pai, é o vosso irmão, é Tupyara quem vos chama; deseja impor-vos a minha benção e abraçar-vos jungidos ao meu coração!...
Que a felicidade que almejais possais encontrá-la na pátria espiritual; por isso, não estejais indiferente às lágrimas do vosso irmão; não deixeis de aconselhar aos desesperados, em nome de Deus... No passado, neguei o Mestre – não em corpo, mas sim em espírito... Hoje sou um espírito e uso das cordas vocais, as ondas somáticas deste instrumento, que a mim não nega, como eu antes o fizera por grande fraqueza, por inconsciência; mas agora, eis me aqui para confirmar a existência da vida eterna.
Amai, porque só o amor constrói para a vida eterna. Não vos atenhais às coisas da Terra, porque não as levareis. Usai os atributos que vos são outorgados, mas renunciai penitenciai-vos, pois a vossa renúncia e a vossa penitência trazem a luz que mais rapidamente vos conduzirá aos Pés do Divino Mestre!
Tupyara, que muito vos ama!... Vinde a mim, amados filhos!...


Tupyara

As Doenças


Pelo que depreende do estudo do Espiritismo, as doenças nascem do Espírito. Os maiores causadores de doenças são a raiva, a mágoa, as frustrações, o rancor, a inveja, o sentimento de culpa. São esses sentimentos que provocam as doenças do corpo físico.

Todos os dias os jornais divulgam novas pesquisas sobre os benefícios ou malefícios de determinados alimentos em nossa saúde. Também tem sido muito difundida a recomendação da prática de exercícios físicos para a manutenção e melhora de nossa saúde física e emocional.


Assim como muitas pessoas, tenho cuidados com a alimentação e pratico exercícios físicos regularmente. Desde que sem exageros, sabemos que esses hábitos só têm a contribuir para o nosso bem-estar.
O que é bem menos divulgado é que, do mesmo modo que somos responsáveis pela saúde, também somos responsáveis pelas doenças. As doenças nascem não só do descuido com o corpo, mas principalmente do descuido com as nossas emoções.

Os maiores causadores de doenças são a raiva, a mágoa, as frustrações, o rancor, a inveja, o sentimento de culpa. São esses sentimentos que provocam as doenças do corpo físico. As emoções atingem imediatamente o corpo físico, que serve como um dreno por onde escoam essas energias negativas. Só que muitas não escoam, não fluem, ficam presas ao corpo físico e se manifestam em algum órgão em forma de doença.

 Todas as doenças se originam do espírito. O que não tem origem nesta vida tem origem em reencarnações passadas. Muitas pessoas não aceitam este fato, ou só o aceitam parcialmente. Mas não há como fugir a essa constatação. O corpo físico é apenas reflexo do corpo astral (ou perispírito). Tudo o que está registrado em nosso corpo astral se manifesta em nosso corpo físico.

Você conhece pessoas que são viciadas em doenças. Falam de suas doenças com carinho, com uma espécie de orgulho. No ambiente de trabalho, em casa, na fila do banco, em qualquer lugar é possível ver pessoas competindo para ver que é mais doente. Trocam informações, nomes de remédios, não omitem nenhum detalhe de seus sintomas e dores.

A doença é o modo que muitas pessoas carentes de afeto acham para chamar a atenção. Quanto mais detalhes mórbidos, mais atenção despertam. É um modo de serem ouvidas, consideradas. Se apaixonam pelas próprias doenças. Quando você encontra alguém assim, a primeira coisa que ela faz é lhe passar o relatório completo de suas doenças. Onde dói, como dói, o que ela tomou, o que o médico disse, o que o outro médico disse.
Se algumas dessas pessoas ficassem curadas de repente, perderiam o sentido da vida. Claro que não são todas as pessoas doentes que gostam de suas doenças. Há pessoas que nascem com doenças graves, com limitações físicas que terão que suportar pela vida toda. Outras adquirem qualquer moléstia ou enfermidade no decorrer da vida, e a cura nem sempre está ao seu alcance.

Nem todos se conformam. Muitos se acham injustiçados, acham que a vida está errada e questionam a Justiça Divina. Não aceitam o fato de que são elas mesmas que causaram ou escolheram suas doenças.

Mesmo dentro do Espiritismo há quem ache essa abordagem muito dura. Acham cruel generalizar. Ficam comovidas com casos de doenças graves em crianças ou pessoas sabidamente boas. A dor dessas pessoas dói nelas.

Não sou insensível. Com a popularização das redes sociais, todos os dias nos deparamos com imagens de pessoas que sofrem de doenças terríveis. Mas se aceitamos que somos os responsáveis pelos nossos atos, que colhemos o que plantamos, que nossos males morais foram provocados por nós mesmos e que compete a nós modificá-los, por que seria diferente com os males físicos?

São as nossas emoções que provocam as doenças. A cura também passa pelas nossas emoções. Não estou dizendo que devemos abrir mão da medicina, pelo contrário. Temos que aproveitar os avanços que conquistamos.  Mas a cura, real, verdadeira e definitiva para qualquer mal que atinja o nosso corpo está no controle das nossas emoções.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

atendimento fraterno hoje quinta-feira 24/08

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QUINTA:DAS 19:15 as 20:30hs -
Abertura: Presidente Antonio Rodrigues Ribeiro.
 Atendimento Médico Espiritual.
 Limpeza.
 Passe.

O Templo Espirita Tupyara

O templo Espírita Tupyara:
Centro espiríta de renome brasileiro, faz operações espirituais e passes magnéticos. Tupyara foi um índio que de tão elevada espiritualidade faz caridades aqui na terra. Várias pessoas já foram curadas nas operações espirituais. Existem sessões até aos sábados. Domingo é para formação de médiuns. O mais importante deste magnífico trabalho é que nada é cobrado das pessoas que lá freqüentam. Faça uma visita sem compromisso e verá o que é caridade.

A casa é assistida pelo Dr.Bezerra de Menezes e sua falange de Espiritos.


Oração de Bezerra de Menezes


Nós Te rogamos, Pai de Infinita Bondade e Justiça, as graças de Jesus Cristo, através de Bezerra de Menezes e suas legiões de companheiros. Que eles nos assistam, Senhor, consolando os aflitos, curando aqueles que se tornem merecedores, confortando aqueles que tiverem suas provas e expiações a passar, esclarecendo aos que desejarem conhecer a Verdade e assistindo a todos quantos apelam ao Teu Infinito Amor. 

Jesus, Divino Portador da Graça e da Verdade, estende Tuas mãos dadivosas em socorro daqueles que Te reconhecem o Despenseiro Fiel e Prudente; faze-o, Divino Modelo, através de Tuas legiões consoladoras, de Teus Santos Espíritos, a fim de que a Fé se eleve, a Esperança aumente, a Bondade se expanda e o Amor triunfe sobre todas as coisas. 

Bezerra de Menezes, Apóstolo do Bem e da Paz, amigo dos humildes e dos enfermos, movimenta as tuas falanges amigas em benefício daqueles que sofrem, sejam males físicos ou espirituais. Santos Espíritos, dignos obreiros do Senhor, derramai as graças e as curas sobre a humanidade sofredora, a fim de que as criaturas se tornem amigas da Paz e do Conhecimento, da Harmonia e do Perdão, semeando pelo mundo os Divinos Exemplos de Jesus Cristo. 

Mensagem do Caboclo Tupyara

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AMAI, PORQUE SÓ O AMOR CONSTRÓI PARA A VIDA ETERNA 
Paz, meus filhos ...
Chamastes-me e aqui estou!...
Eis me entre todos, para rogar, como rogastes, ao Grande Mestre!
Hoje sou Tupyara; antes fui Tomé, o negador!
Hoje venho confirmar, com toda convicção, a vida do Mestre Indestrutível, do Mestre Indivisível, pois que Ele está dentro de cada um.
Meus amados filhos, Deus vos abençoe! ... Sou o vosso amigo, sou o vosso pai Tupyara e aqui me encontro, enlevado pelas vibrações dos vossos corações. Traduzistes com muita bondade o que não merecia: o panegírico (discurso em louvor) em minha homenagem, como caboclo, sentindo-me agora melhor e mais feliz como silvícola. Homenageastes a minha memória ainda como Tomé – que precisou tocar o lado do Mestre.
Amado JESUS!... Querido Mestre!... Eis o escravo sempre à vossa disposição!...
Queridos filhos! Invocaste-me, chamaste-me e eu não poderia deixar de vir... Quero saudar-vos; quero afirmar-vos que não vos negarei a minha benção, agora e sempre. Prometi voltar e distribuir entre vós a minha palavra diretamente através deste instrumento, que uso para a consolidação da vossa fé, para a confirmação desta confiança que tributais ao meu espírito. Desejo abençoar a todos, do fundo do santuário do meu coração. Requeiro que venhais a mim, para que vos abrace por um... Quero tanto aos meus amados filhos, que não podeis avaliar o quanto vos quero... É impossível traduzir o meu amor por vós...
Antes, nas Índias, eu pregava, como arauto dos Ensinamentos do Divino Mestre. Fui flechado, porque não aceitaram as minhas palavras nem os meus argumentos. Tive que vir várias vezes, mas sou feliz; renasci naquelas longínquas paragens do Brasil, nas selvas do Amazonas, onde fui de novo flechado aos 37 anos...
Desejo a vossa felicidade; tão-somente a vossa felicidade e a vossa paz. Que Deus vos abençoe!...
Sinto as vossas lágrimas e vejo a sinceridade das vossas almas; sois sinceros e honestos, sois dignos e merecedores do meu amor.
Vinde a mim!... É o vosso igual, é o vosso pai, é o vosso irmão, é Tupyara quem vos chama; deseja impor-vos a minha benção e abraçar-vos jungidos ao meu coração!...
Que a felicidade que almejais possais encontrá-la na pátria espiritual; por isso, não estejais indiferente às lágrimas do vosso irmão; não deixeis de aconselhar aos desesperados, em nome de Deus... No passado, neguei o Mestre – não em corpo, mas sim em espírito... Hoje sou um espírito e uso das cordas vocais, as ondas somáticas deste instrumento, que a mim não nega, como eu antes o fizera por grande fraqueza, por inconsciência; mas agora, eis me aqui para confirmar a existência da vida eterna.
Amai, porque só o amor constrói para a vida eterna. Não vos atenhais às coisas da Terra, porque não as levareis. Usai os atributos que vos são outorgados, mas renunciai penitenciai-vos, pois a vossa renúncia e a vossa penitência trazem a luz que mais rapidamente vos conduzirá aos Pés do Divino Mestre!
Tupyara, que muito vos ama!... Vinde a mim, amados filhos!...


Tupyara

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Carta de Albert Ainstein para sua filha - O AMOR

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O físico Albert Einstein é conhecido de todos, mas você sabia que ele também escrevia coisas maravilhosas? O texto abaixo é uma carta póstuma, onde Einstein falar sobre o AMOR, dedicando-a para sua filha, Lieserl.
O AMOR
“Quando propus a teoria da relatividade, muito poucos me entenderam, e o que lhe revelarei agora para que o transmita à humanidade, também se chocará contra a incompreensão e os preconceitos do mundo. Peço-lhe mesmo assim, que o guarde o tempo todo que seja necessário, anos, décadas, até que a sociedade haja avançado o suficiente para acolher o que lhe explico a seguir.
Existe uma força extremamente poderosa para a qual a ciência não encontrou ainda uma explicação formal.
É uma força que inclui e governa todas as outras, e que está inclusa dentro de qualquer fenômeno que atua no universo e que ainda não foi identificada por nós.
Esta força universal é o Amor.
Quando os cientistas buscam uma teoria unificada do universo, esquecem da mais invisível e poderosa das forças.
O amor é luz, já que ilumina quem o dá e o recebe.
O amor é gravidade porque faz com que umas pessoas sejam atraídas por outras.
O amor é potencia, porque multiplica o melhor que temos e permite que a humanidade não se extinga no seu egoísmo cego.
O amor revela e desvela. Por amor se vive e se morre.
Esta força explica tudo e dá sentido em maiúscula à vida.
Esta é a variável que temos evitado durante tempo demais, talvez porque o amor nos dá medo, já que é a única energia do universo que o ser humano não aprendeu a manobrar segundo seu bel prazer.
Para dar visibilidade ao amor, fiz uma simples substituição na minha mais célebre equação. Si no lugar de E=mc² aceitamos que a energia necessária para sanar o mundo pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado, chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limite.
Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do universo que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia.
Se quisermos que nossa espécie sobreviva, se nos propusermos encontrar um sentido à vida, se desejarmos salvar o mundo e que cada ser sinta que nele habita, o amor é a única e última resposta.
Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, um artefato bastante potente para destruir todo o ódio, o egoísmo e a avareza que assolam o planeta.
Porém, cada individuo leva no seu Interior , um pequeno mas poderoso gerador de amor cuja energia espera ser liberada.
Quando aprendermos a dar e receber esta energia universal, querida Lieserl, comprovaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida.
Lamento profundamente não ter sabido expressar o que abriga meu coração, que há batido silenciosamente por você toda minha vida.
Talvez seja tarde demais para pedir-lhe perdão, mas como o tempo é relativo, preciso dizer-lhe que a amo e que graças a você, cheguei à ultima resposta.
Seu pai,
Albert Einstein”

Ternura, do livro Heranças de amor. Redação do Momento Espírita, com base no cap. Ternura, do livro Heranças de amor, pelo Espírito Eros, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. Em 17.12.2010.

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Ternura

É tão importante que sustenta a vida. Muitas criaturas a negam, mas ninguém a dispensa.
Apresenta-se tímida, quase como se não existisse. No entanto, engrandece quem a dá e embeleza quem a recebe.
Manifesta-se em pequenos nadas, como um olhar num momento muito especial. Um olhar que tem o brilho de uma estrela em um céu cheio de astros.
Pode se exteriorizar em um sorriso, em um aperto de mão. O namorado que se aproxima da sua amada e lhe acaricia com suavidade o rosto, como se estivesse tocando o veludo de uma rosa que desabrocha.
Pode ser sentida em uma canção que alguém entoa à distância, uma canção que fala de momentos doces, de um pôr-de-sol, de um amanhecer…
Irradia-se de uma palavra em um momento oportuno. Palavra que tem o dom de acariciar a alma e lembra o voo gracioso de uma ave no céu azul.
Expressa-se no silêncio de um amigo que nos reconhece a dor íntima e simplesmente se senta ao nosso lado, aguardando que desejemos falar, dizer do que nos está magoando, machucando. Oferece-nos o ombro amigo para o desabafo e as lágrimas.
Expressa-se na mãe e no pai que chega em casa e brinda os filhos com um terno beijo ou abraço, dizendo-lhes silenciosamente: eu amo você. Um afago nos cabelos, um olhar que compreende. Uma comidinha quente, um lanchinho, um ficar juntos mesmo sem dizer nada.
Ela fala sem voz. Atua sem mãos. Brilha sem luz…
Falamos da ternura, que é alma e é coração.
Ela sustenta os matrimônios na Terra e aquece os corações maternos quando a neve dos invernos já coloriu os cabelos com sua brancura.
No namoro, ela faz parte do doce encantamento que toma de assalto os enamorados. Nos primeiros dias do casamento, é a brisa que visita os apaixonados todas as manhãs. Depois, quando os anos já se dobram sobre o casal, é o sentimento que alimenta a relação a dois.
Feita de coisas pequenas, como chegar do trabalho com uma flor e oferecer à amada. Ou um telefonema, no meio da tarde, para uma pequena declaração de eterno amor.
Um bilhete em envelope discreto, com uma frase curta e a marca de um beijo.
Quando a ternura se ausenta, as criaturas envelhecem mais rapidamente, parecendo murchar, como flores sem água, sem sol, sem ar.
A ternura é sempre espontânea, por isso mesmo tão preciosa. Não pode ser imposta. Quem pode dizer a uma criança que deixe a brincadeira e nos venha acariciar os cabelos com suas mãos pequeninas?
Mas, quando ela o faz de forma espontânea, nos enriquece e enche de bênçãos o coração.
A ternura é componente imprescindível às manifestações do amor.
Brota como as flores que explodem dos botões aos beijos do sol da primavera.
Onde chega produz harmonia, paz, porque a ternura é a mais forte expressão que traduz a elevação do Espírito.

Poema declamado por Alberto Almeida “O Amor Fonte de Vida”

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Quem foi que fez?
(João de Deus Limeira)
Poema declamado por Alberto Almeida durante a palestra “O Amor Fonte de Vida”
Quem foi que fez o sol tão vivificador?
E sua luz resplandecente cheia de fulgor?
Os trilhões de estrelas que cintilam nos céus?
E as nuvens vaporosas como densos véus?
A mecânica celeste, o arcano profundo
da eterna ciência que equilibra os mundos?
Os microorganismos em desenvolvimento
e os orbes gigantescos em deferecimento?
O átomo e a nebulosa, a ameba e o Serafim,
e as origens das coisas que nunca terão fim?
A virtude impoluta que não se modifica,
e a possante energia que a tudo vivifica?
Quem foi que fez o vento, a chuva, o raio e o
trovão?
A primavera, o outono e também o verão?
O perfume das flores, o som, a luz, o ar?
Os campos, as florestas, a terra, o céu e o mar?
Quem foi que fez o infravermelho e o ultravioleta?
E fez da lagarta surgir uma bela borboleta?
O esperto gafanhoto e o formoso rouxinol?
Surgindo a alvorada, os clarões da luz do sol?
Quem foi que fez as feras bravas, os ternos
passarinhos,
a asa dos insetos e a beleza de um ninho?
Deu agilidade incrível à pulga saltitante,
e fez o passo lerdo e tardo do elefante?
Quem foi que fez o colibri com linda sutileza,
sugando o mel das flores com tal delicadeza?
O tatu escavando a cova em que se abriga,
e a faina inesgotável da minúscula formiga?
O inquieto macaco, o fogoso corcel,
e a abelha trabalhando na construção do mel?
Quem foi que fez a ostra, o golfinho, o tubarão, a
baleia?
E a engenhosa aranha tecendo a sua teia?
E o instinto de conservação,
como bússola infalível de orientação,
guiando com acertos os irracionais,
sem nunca transgredir as regras naturais?
As maravilhas do reino mineral,
o leito onde repousa o reino vegetal,
os prodígios da animalidade,
e um elo mais acima, a nossa humanidade?
E tantos outros reinos que nós desconhecemos,
sistema de mundos que nem nos apercebemos?
Os gênios tutelares arqui-angelicais,
imersos nos segredos dos planos siderais?
Que maravilha é esta que eu não posso descrever,
com todo dramatismo que eu pudesse ter?
Artista inimitável, sublime e ilimitável.
Me ponho de joelhos e contemplo abismado.
E pergunto a mim mesma com estupefação.
Quem criou isso com tanta perfeição até o perdão?
Quem dá sem pedir nada, e paga sem dever nada?
E a tudo movimenta sem nunca se mover?
Formando e transformando.
Criando e dirigindo.
Governando e agindo.
Quem tem tamanho poder?
Pergunto a outras vozes.
Quem que podeis dizer?
Eu vos peço queridos irmãos, amigos meus.
E as vozes me respondem:
Foi Deus
Foi Deus
Foi Deus.