#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Feira do Livro Espírita - FEPI

A carta de um pai gay ao seu filho | ‘Um dia verá que o mundo não é tão bonito, mas deve perdoá-lo’

pai gay
EL PAÍS | Tom Avendaño
Na primeira vez que Deberth Araújo, um arquiteto do Rio Grande do Norte, conversou com quem acabaria sendo seu namorado e noivo, Guilherme Gatto, o casal falou da vontade de ter filhos. “Guilherme adora crianças, faz trabalho voluntário com crianças, é o herói dos seus sobrinhos e sempre quis ser pai”, explica Deberth à Verne. Com o tempo, aquela conversa virou um projeto.
Enquanto nossa relação se fortalecia, fomos nos preparando financeira e emocionalmente para construir uma família”, lembra Guilherme. E, algumas semanas atrás, o projeto se tornou realidade. O casal tem em casa um bebê adotado, William. Com algo mais: Deberth e Guilherme são, agora, os pais do mesmo sexo mais famosos do Brasil.
A popularidade surgiu em 20 de outubro, quando Deberth publicou em seu perfil do Facebook uma carta aberta à criança, na qual explicava os perigos que ela enfrentaria no mundo e o quanto poderia contar com sua família para se refugiar deles. O texto começou a ser compartilhado rapidamente, até 90.000 vezes, pelos círculos do Brasil mais liberal, um grupo cada vez mais reduzido em um país que se inclina ao conservadorismo.
terra
Leia a carta
“Quando soube que você vivia entre orfanato e hospitais, sozinho, sem família, tão pequeno, já com 11 internações por pneumonia e várias alergias, senti um misto de chamado e medo. De um lado, algo me dizia para ser seu “herói” e te salvar; do outro, o medo da maior responsabilidade da minha vida. Mas no primeiro abraço (foto) vi que era eu quem seria resgatado e salvo. Nós que estávamos sendo escolhidos. É inexplicável.
Foram 3 meses de guarda provisória, noites mal dormidas, preocupações, remédios, mas sua melhora e o fim das internações nos deram certeza que o amor cura e hoje estamos comemorando sua guarda definitiva. Você foi nossa melhor escolha. Mas é você quem nos escolhe a cada noite quando só dorme se segurar nossa mão, ou quando nos acorda para cantarmos pra você, ou quando corre para nosso colo quando tem medo.
E a gente precisa corresponder protegendo-o, pois um dia a vida vai se abrir selvagem, e vai ver que o mundo não é um lugar bonito como deveria. Há talvez mais pessoas que vão apontar do que estender a mão, mas faremos o possível para você não ver esse lado da vida até que tenha idade pra entendê-la e ver que pessoas, muitas vezes, colocam suas convenções acima de caráter e amor porque são limitadas.
Você deve perdoá-las, mas jamais se anular baseado no que uma sociedade cheia de contradições diz que é aceitável. Acima de tudo, sempre se respeite como você é, pois, de fato, a pior violência é a que cometemos contra nós mesmos. Sabe, Will, você chegou no mesmo ano que perdi meu pai, seu avô, e imagino como ele teria gostado de fazer seus gostos.
Agora compreendo aquele amor infindo, que uma vez me disse que eu poderia ser o que quiser, não tivesse medo, e me abraçou quando achei que seria rejeitado. Este depoimento publicado é para que você aprenda que falar a verdade em voz alta nos torna livres, e ser quem somos é o maior ato de coragem. Por um tempo esqueci disso, mas você me resgatou, me salvou de todas as formas possíveis e me ensinou o que é ser pai.
Jamais esqueça que Família, de sangue ou por escolha, é quem te ama sem cláusulas. Família não é apenas quem te tolera, é quem te compreende e acolhe; Família é quem estará lá quando o chão faltar. Família não é apenas quem te aceita, é quem abraça e diz “eu te amo”. Jamais permita que a mesquinhez humana que aponta e condena te diga como você deve ser.
Nós sempre te amaremos pelo que você é, e se o mundo insistir em te magoar nosso abraço será sempre um lugar seguro onde você jamais se sentirá só novamente. Não podemos escolher o início dessa estória, mas podemos traçá-la daqui pra frente. Construa um mundo em que valha o amor e o caráter, e que as diferenças não separem as pessoas. É o valor que mais quero te passar. Te amo, MEU FILHO!”
A chave do texto não é a história da adoção, como se poderia esperar, mas quando o casal explica como é a paternidade para eles, homossexuais com um filho adotado: basicamente a mesma coisa que para um heterossexual com um filho biológico. Que esta descrição seja tão universal explica parte do sucesso do texto, que surpreendeu o casal.
“A intenção era comemorar a chegada de William e avisar nossos amigos, mas acabou tomando dimensões inimagináveis até o ponto em que ponderamos se deveríamos expor tanto nosso filho. São tempos muito intolerantes e não queremos que ele seja exposto a opiniões cheias de ódio injustificável”, explica Deberth. “Mas não podemos ignorar o fato de que nossa história fez muitas pessoas refletirem sobre o tema. Milhares de casais, héteros ou homoafetivos, nos pediram conselhos sobre adoção e não podíamos ignorá-los”.
A parte que mais chama à atenção é precisamente este apelo à compreensão, em vez de às armas. “Faz parte do nosso viés ideológico e filosófico. Acreditamos que a vida nos devolve o que espalhamos. Nossos erros causam dor, e a dor nos ensina. É o que move a evolução humana. Não adianta apontar o erro dos outros e não aprendermos com os nossos”, alerta Deberth.
Em dias de aberto conflito ideológico, e em um mundo no qual os direitos conquistados ontem pelas minorias estão hoje sob dúvida, e as agressões homofóbicas voltam às ruas, este ponto de vista pode parecer inovador. Mas obedece a uma lógica premeditada.
“Quando nos tornamos país, os medos são constantes e, se pudéssemos, evitaríamos que qualquer mal o alcançasse. Contudo, mesmo vendo tantos retrocessos, acreditamos que o universo e a humanidade passam por um processo geral de evolução. Temos esperança de um futuro melhor, que estamos na direção de um mundo mais humano. Não sabemos que sociedade deixaremos para nosso filho, mas faremos de tudo para, ao lado dele, sermos partes ativas desse processo de evolução. Temos a consciência de que, se fizermos a nossa parte individualmente, estaremos contribuindo para um mundo melhor para nossa sociedade”.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

BIOGRAFIA DE LUIZ SÉRGIO


Ser espiritual responsável pela Caravana de Resgate de Jovens Dependentes Químicos, um dos departamentos do Projeto Espiritual para a Terra:

'Caravana do Arco-Íris'
Nasceu no Rio de Janeiro, Capital , em 17 de Novembro de 1949 , filho de Júlio de Carvalho e de Zilda Neves de Carvalho. 

Passou três anos de sua infância em São Paulo, retornando ao Rio de Janeiro em 1957. 

Aos onze anos de idade , transferiu-se com seus familiares para Brasília , onde fixaram residência. Seus estudos foram feitos em Colégios do Plano Piloto: Nossa Senhora do Rosário (Irmãs Dominicanas) , CASEB e Elefante Branco.

Cursava o oitavo semestre da Faculdade de Engenharia Eletrônica da Universidade de Brasília - UnB. Pertencia ao quadro de funcionários do Banco do Brasil S/A., lotado na Agência Central de Brasília. 
Alegre e extrovertido, sabia fazer amigos com rara facilidade,sem distinguir idade , cor ou sexo. Apreciava a leitura e a música. Tocava violão, preferindo músicas românticas da bossa-nova. 
Companheiro inseparável de seu irmão , cursavam ambos as mesmas matérias na Faculdade, participavam das mesmas traquinagens de rapaz e eram lotados na mesma seção de trabalho , em horários iguais. Era conhecido nos meios em que habitualmente freqüentava pelo apelido de "Metralha" , por falar muito depressa. Andava muito ligeiro. Físico atlético , sem ser muito alto, gostava de esportes e torcia pelo Clube de regatas Flamengo - RJ . Convidado por colegas de serviço a viajar a São Paulo em um fim-de-semana, para assistir à primeira corrida de carros "Formula 1", que seria realizada no Brasil , no autódromo de Interlagos , aceitou, com o objetivo de ajudar a dirigir na estrada e rever os parentes que conhecera,praticamente , no ano anterior , principalmente a priminha Valquíria, com quem passara a corresponder-se. Seguiram os quatro no Volkswagen. Ao regressarem, Luiz Sérgio dormia ao lado de Roberto, que estava ao volante, quando, na ultrapassagem de um coletivo, um buraco na estrada provocou o rompimento de uma peça do carro, que se desgovernou, causando o acidente. 
Roberto sofreu ferimentos que provocaram a sua invalidez. Isso aconteceu na madrugada de 12 de fevereiro de 1973, nas proximidades de Cravinhos, Estado de São Paulo. 
Os detalhes acima apresentados foram relatados pelos dois companheiros que viajavam no banco traseiro do veículo e nada sofreram. 
Somente em seu 7º livro, "O Vôo Mais Alto" o próprio Luiz Sergio descreve esse momento;
Sabe irmão Palário, quando me recordei que você sempre foi meu amigo? No momento em que eu meditava sobre a violência na Terra, relembrei o meu desencarne, o meu desespero, a vontade de voltar ao corpo inerte, a indiferença deste, já enrijecido ali no asfalto, insensível ao espírito, que pensava ainda poder maneja-lo. Pois surpreso fiquei ao constatar que em vez de um, tinha dois corpos. Foi aí, amigo, que você me deu apoio. A sua mão foi o sustentáculo que me colocou em pé.

Quatro meses após sua morte, veio a primeira comunicação através da mediunidade de Alayde de Assunção e Silva, residente em São Bernardo do Campo - S.P.

Em outubro de 1972, Luiz Sergio, havia conhecido sua prima de
segundo grau Alayde, que juntamente com familiares, visitou seus pais em Brasília, depois de longos anos sem contato. Alayde, espírita militante em SBC, possuía o dom da mediunidade psicográfica, muito embora sobre esse particular quase nada soubesse. Ainda na última viagem a São Paulo que fez, visitou os parentes, sem contudo avistar-se com ela.
Após sua passagem, as duas famílias aproximaram-se mais, o que talvez, tenha permitido a Luiz Sérgio o ensejo de perceber o vínculo espiritual a que poderia ater-se para o fim que almejava, isto é, a comunicação com a família que deixara.
 

Em sua primeira mensagem, seus pais tiveram a perfeita sensação de sua presença e suas palavras ressoaram nítidas, como se ele ali estivesse contando tudo. Outras mensagens vieram, completando a primeira, trazendo a narração de sua vida no mundo que ele encontrou.

Seus pais começaram a comentar com amigos, das mensagens, e surgiu a idéia de publica-las no suplemento espiritualista que acompanhava aos domingos um jornal do Rio de Janeiro, de grande conceito e tiragem chamado " Jornal dos Sports ".

Grande foi o interesse despertado, de tal modo que seus pais resolveram juntar todas as comunicações em um só volume, para aumentar o número dos que seriam, favorecidos pela oportunidade de penetrar nesse mundo que ele descrevia. Nasceu assim O MUNDO QUE EU ENCONTREI, editado em 1976, e NOVAS MENSAGENS  editado em 1978.

A intenção de Luiz Sérgio, a princípio, era confortar os pais, provando que ele vivia, dando notícias de sua chegada ao plano extrafísico e narrando as diversas experiências por que estava passando. 

Mais tarde, ao perceber que muitos mostravam interesse em suas mensagens, sentiu-se encorajado a prosseguir em suas investigações, na esperança de ampliar o círculo dos que, com ele, usufruiriam de seus resultados.

O interesse dos leitores pelos ditados de Luiz Sérgio, foi muito evidente, animando seus pais, a despeito das dificuldades financeiras, a editarem o terceiro livro em continuidade ao trabalho já iniciado.

Um fato novo veio alterar a estrutura desse livro, ou seja, a introdução de mais um médium psicógrafo: Lucia Maria Secron Pinto, residente no Rio de Janeiro.

Com isso, houve mudança no teor das mensagens, visto que Alayde narra as experiências por que passa Luiz Sergio no mundo espiritual, com vistas ao seu aperfeiçoamento, o que traz uma série de informações importantes, intercaladas de conselhos proveitosos, enquanto Lúcia disserta sobre temas gerais destinados às pessoas que estão aqui na Terra, ansiosas por esclarecimentos e conforto relacionados às vicissitudes que a vida material se lhes apresenta.   

Este trabalho com o novo médium foi iniciado de maneira bastante curiosa.
Em culto evangélico no lar, realizado semanalmente, na casa de Lúcia, foram lidas algumas mensagens de Luiz Sérgio publicadas no suplemento " O Mundo Azul " anexado ao " Jornal dos Sports " todos os domingos.

Um dos participantes da reunião, a senhora Olinda Sobreira Evangelista, interessou-se vivamente pelas mensagens e levou-as para serem lidas por suas filhas, as jovens Márcia e Maria Eliza.

Quando soube da publicação do primeiro livro, Dª Olinda entrou em contato com Dª Zilda Nunes de Carvalho, mãe de Luiz Sérgio e passou a divulgar a obra junto a pessoas mais próximas.
Certo dia durante a realização do culto do lar, Lúcia teve a intuição de orientar Dª Olinda para que iniciasse a mesma atividade em sua própria casa.
Ao comentar com as filhas o ocorrido, Maria Eliza disse desejar que o mentor da nova reunião fosse Luiz Sérgio.

Lucia, consultada sobre esta intenção, achou importante que se falasse com Dª Zilda. Esta por sua vez, escreveu à médium Alayde pedindo que consultasse o espírito de Luiz Sergio sobre a possibilidade de sua atuação nesse sentido, já que tinha facilidade em comunicar-se com ele.

Ao final de algumas semanas, a resposta chegou. Luiz Sergio afirmava ter recebido permissão para assumir o compromisso, apesar de sua situação de espírito recém-desencarnado e ainda passando por intenso processo de aprendizado.

Recomendou o espírito que estivesse presente, um médium psicógrafo à primeira reunião. 

Para esta tarefa apresentou-se a própria Lucia, sem imaginar, no entanto, que este seria o começo de um trabalho de maior monta, que teria continuidade a partir dali.

As mensagens psicografadas por Alayde foram recebidas em sua residência, em São Bernardo do Campo, e também em Pindamonhangaba, Cabo Frio e Rio de Janeiro, quando em viagem a estas cidades.

Lucia, no Rio de Janeiro, psicografava na residência de Dª Olinda, durante o culto no lar ou nas reuniões em que participava, no Centro Espírita Amaral Ornellas.
Assim, em 1981 foi editado o livro INTERCÂMBIO psicografado por Alayde e Lúcia.
 



  
   Centro Amaral Ornellas
   R. Dr. Leal 76 - Engenho de Dentro - R.J., fundado em 25/08/1923







atendimento fraterno hoje terça-feira 21/11/213

Resultado de imagem para atendimento fraterno
Hoje atendimento fraterno aberto ao publico
- Abertura - Graça Brito / Leitura do Livro o Passe - Jacob Melo.
- Palestra - Ana Catharina Pessoa / O Evangelho aplicado a psicologia aos dias atuais.
- Fluidificação das águas.
- Tratamentos espirituais e cirurgias espirituais.
- Psicografias.

Policiais recebem chamado e ajudam criança a fazer dever de casa

dever de casa
PERFEITO
Policiais estão sempre prontos para atender a todo tipo de chamados e ajudar as pessoas, além de manter a lei e a ordem, mas jamais esperavam um chamado deste tipo! O fato aconteceu com policiais do 39º BPM de Sambaiatuba, em São Vicente. Eles foram pegos de surpresa com o pedido de um menino para que o ajudassem a resolver um grande problema que ele estava enfrentando. Os policiais, que participavam de uma operação de restabelecimento da ordem e da implantação de um centro de convivência no local, prontamente foram ao encontro do menino para ajudá-lo.
O menino então abriu seu caderno e pediu a ajuda dos policiais para resolver uma tarefa da escola dizendo “vocês são a Polícia Militar e vocês resolvem todos os problemas, por isso procurei vocês”.
dever de casa
Os homens iluminaram o pequeno caderno com suas lanternas e o ajudaram com seu grande “problema”. Em pouco tempo outros meninos se juntaram ao grupo e ouviram os conselhos dos policiais sobre a importância de frequentarem a escola e fazerem suas lições de casa.
Em um mundo onde o individualismo tomou conta das pessoas, bons exemplos como os destes homens devem ser compartilhados para que possamos reconstruir nossa fé no ser humano.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

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Como ocorre a materialização de espíritos no mundo espiritual?

materialização
Como ocorre a materialização dos espíritos no mundo espiritual? Seria muito diferente daquela que ocorre na Terra? Acompanhe no Mediunidade Hoje com Carlos Baccelli.
Quem é Carlos Baccelli
Bacelli é filho de Roberto Baccelli e Maria Odete Prata Baccelli, é casado com Márcia Queiroz Silva Baccelli, com quem tem dois filhos, Thiago e Marcela. É graduado em odontologia.
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Iniciou sua atividade mediúnica muito jovem, ajudando e fundando inúmeras instituições espíritas em Uberaba e outras regiões do Brasil. Já psicografou inúmeras obras mediúnicas e teve muita convivência com o médium Chico Xavier. Participou da fundação de algumas casas espíritas em Uberaba, tais como o Grupo Espírita “Pão Nosso”, o Lar Espírita “Pedro e Paulo”, o Grupo Espírita “Irmão José”, a “Casa do Caminho”, esta última de amparo à vítimas do HIV
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Carlos A. Baccelli nasceu em Uberaba (MG), em 9 de novembro de 1952, é filho de Roberto Baccelli e Maria Odete Prata Baccelli. Casado com a Profa. Márcia Queiroz Silva Baccelli, é pai de dois filhos, Thiago e Marcela. Formado em Odontologia, é funcionário da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos há 24 anos. Há 30 anos cooperando com as atividades da Casa Espírita “Bittencourt Sampaio”, Baccelli é idealizador e fundador de várias instituições espíritas em Uberaba, entre as quais o Grupo Espírita “Pão Nosso”, o Lar Espírita “Pedro e Paulo”, o Grupo Espírita “Irmão José”, a “Casa do Caminho”, esta última de amparo à vítimas do HIV.
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Como escritor e jornalista, é autor de várias obras de significativa importância para a Doutrina: “O Espiritismo em Uberaba”, “Divaldo Franco em Uberaba”, “Chico Xavier, Mediunidade e Vida”, etc. Foi durante muito tempo diretor da Aliança Municipal Espírita de Uberaba e secretário da “Comunhão Espírita Cristã”, antiga casa de trabalho do médium Chico Xavier. Com Chico Xavier, no “Grupo Espírita da Prece”, publicou vários livros em parceria mediúnica, editados pelo IDEAL de São Paulo, e pelo IDE de Araras, livros que lhe abriram caminho para o trabalho mediúnico que agora se amplia com outros que têm sido publicados pela “DIDIER” de Votuporanga e “LEEPP” de Uberaba. Baccelli, ainda, é orador que, tem viajado pelo Brasil levando consigo a mensagem da Terceira Revelação, sendo que, por quase três anos consecutivos apresentou na TV local o apreciado programa “Espiritismo Explicando.
Obras mediúnicas:
Autor espiritual: Dr. Odilon:
Mediunidade consciente.
Mediunidade e sabedoria
Mediunidade e animismo.
Falando de mediunidade.
Conversando com os médiuns.
Autor espiritual: Irmão José:
Deus te abençoe.
Carma e evolução.
Senhor e mestre.
De ânimo firme.
Se teus olhos forem bons.
Dias melhores.
Ramos da videira.
Vigiai e orai.

Autor espiritual: Paulino
No interior da Terra.
Espíritos elementais.
Liceu da mediunidade.
As duas faces da vida.

Autor espiritual: Dr. Inácio Ferreira
Sob as cinzas do tempo
Do Outro Lado do Espelho
Infinitas Moradas
Na próxima dimensão
A escada de Jacó
Fundação “Emmanuel”
Por amor ao ideal
No limiar do abismo
Obsessão e cura
Reencarnação no mundo espiritual
Amai-vos e instruí-vos
Terra Prometida
Estudando “Nosso Lar”
Espíritos e Deuses
Cartas do Dr. Inácio aos espíritas
Fala, Dr. Inácio!

Autores espirituais diversos:
Ser espírita – Spartaco Ghilardi.
Doutrina viva – Chico Xavier.
Hospital dos médiuns – Domingas.
Chico Xavier responde – Chico Xavier.
Eu, espírito comum – Domingas.
Muito além da saudade – Espíritos diversos.
A coragem da fé – Bezerra de Menezes.

Em parceria com Chico Xavier
Fé.
Esperança e vida.
Juntos venceremos.
Crer e agir.
Sementes de Luz.
Tende bom ânimo.
Palavras da coragem.
Páginas de fé.
Brilhe vossa luz.
Confia e serve.

Obras próprias:
Orações de Chico Xavier.
Chico Xavier – o apóstolo da Fé.
O Evangelho de Chico Xavier.
Chico Xavier – Mediunidade e Paz.
Chico Xavier a reencarnação de Allan Kardec.
Fonte: Wikipédia

O conselho de Stephen Hawking para quem tem depressão


GALILEU
Há alguns dias, falamos aqui em GALILEU sobre como Stephen Hawking pode ter solucionado o paradoxo sobre os buracos negros. A ideia do físico e de seus colegas, Malcolm J. Perry e Andrew Strominger, é que quando uma partícula carregada entra em um buraco negro, adiciona um tipo de fóton a ele, gerando uma espécie de impressão holográfica. Enquanto tudo que é físico desaparece nos buracos negros, essas impressões são deixadas para trás – o que significa que as informações sobre o buraco negro se mantêm vivas.
O paradoxo veio novamente à tona durante uma palestra de Hawking na última quinta-feira (7) no Royal Institute, em Londres, na Inglaterra. O físico, no entanto, acrescentou uma nova abordagem, relacionando os buracos negros com a depressão. “A mensagem dessa palestra é que buracos negros não são prisões eternas como pensávamos. Coisas podem escapar do buraco negro por qualquer um dos lados – e talvez saiam em outro Universo”, disse. “Então se você sente como se estivesse em um buraco negro, não desista. Sempre existe uma forma de sair.”
stephen hawking
Hawking, que completou 74 anos no dia seguinte à palestra, descobriu que tinha esclerose lateral amiotrófica aos 21 anos. A condição fez com que os músculos de seu corpo fossem paralisados sem afetar as funções cerebrais.
Lucy, uma das filhas do físico, estava presente no Royal Institute e, segundo o Iflscience, afirmou que, para seu pai, a saúde mental é muito importante. “Ele tem um desejo invejável de continuar sua jornada e de concentrar suas energias e foco mental para continuar vivendo. Não só pelo propósito de sobrevivência, mas para transcendê-la pela produção de seus trabalhos extraordinários – escrevendo livros, dando palestras e inspirando outras pessoas com várias condições de saúde”, disse.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Mais que uma fé cega


(por Paul E. Little)
É impossível para nós sabermos com certeza se Deus existe e como Ele é a não ser que Ele tome a iniciativa e se revele a nós. Devemos saber como Ele é e como age conosco. Suponha que saibamos que Ele existe, mas se parece com Adolf Hitler – inconstante, depravado, preconceituoso e mal. Que terrível realidade seria!
Devemos vasculhar o horizonte da história para ver se existe alguma evidência da revelação de Deus. Existe uma evidência clara: em uma remota vila da Palestina, há quase 2.000 anos, uma criança nasceu numa estrebaria. Até hoje o mundo inteiro está celebrando o nascimento de Jesus.
Ele viveu discretamente até completar 30 anos de idade, quando então começou seu ministério público que durou três anos. Estava destinado a mudar o rumo da história. Ele era uma pessoa bondosa e nos contam que “as multidões estavam maravilhadas com seu ensino, porque Ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os mestres da lei”. (Mateus 7:29)

Examine a Identidade de Jesus – Ele Disse Ser o Filho de Deus

Porém, logo se tornou evidente, que Ele estava fazendo declarações surpreendentes e assustadoras sobre si mesmo. Ele começou a se identificar como muito mais do que um extraordinário mestre ou profeta. Ele começou a dizer claramente que era Deus. Fez de sua identidade o ponto principal de Seus ensinamentos. A pergunta mais importante que fez aos seus seguidores foi “Quem vocês dizem que eu sou?”. Ao que Pedro respondeu dizendo: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:15-16). Jesus não se surpreendeu, nem repreendeu Pedro. Pelo contrário, Ele o elogiou!
Ele declarou isso explicitamente e Seus ouvintes sentiram todo o impacto de suas palavras. A Bíblia nos diz: “os judeus mais ainda queriam matá-lo, pois não somente estava violando o sábado, mas também estava até mesmo dizendo que Deus era seu próprio Pai, igualando-se a Deus” (João 5:18).
Em outra ocasião Ele disse: “Eu e meu Pai somos um”. Imediatamente, os judeus quiseram apedrejá-Lo e Ele perguntou por qual boa obra queriam fazer aquilo. Eles responderam: “Não vamos apedrejá-lo por nenhuma boa obra, mas pela blasfêmia, porque sendo um simples homem se apresenta como Deus” (João 10:33).

Jesus claramente declarou ter atributos que só Deus tem.

Quando um homem paralítico foi introduzido pelo telhado querendo ser curado por Jesus, Ele disse: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. Isso causou um grande tumulto entre os líderes religiosos, que raciocinaram em seu íntimo: “Por que esse homem fala assim? Está blasfemando! Quem pode perdoar pecados, a não ser Deus?” (Mateus 2:5-6).
Em um momento crítico, quando sua vida estava em risco, o sumo sacerdote perguntou a Ele diretamente: “Você é o Cristo, o Filho do Deus Bendito?”. “Sou”, disse Jesus. “E vereis o Filho do homem assentado à direita do Poderoso vindo com as nuvens do céu”.
O sumo sacerdote rasgou as próprias vestes. “Por que precisamos de mais testemunhas?” ele perguntou. “Vocês ouviram a blasfêmia. Que acham?” (Marcos 14:61-64)
Tão próxima era a sua conexão com Deus que Ele igualava a atitude de uma pessoa para com Ele como sendo feita para com o próprio Deus. Por essa razão, quem O conhece, conhece a Deus (João 8:19; 14:7). Quem O vê, vê a Deus (12:45; 14:9). Quem crê Nele, crê em Deus (12:44; 14:1). Quem O recebe, recebe a Deus (Marcos 9:37). Quem O odeia, odeia a Deus (João 15:23). E quem O honra, honra a Deus (5:23).

Fé Cega? – Observe As Quatro Possibilidades

Ao encararmos as declarações de Cristo, existem quatro possibilidades: Ou Ele foi um mentiroso, um lunático, um mito, ou a Verdade. Se dissermos que Ele não é a Verdade, estamos automaticamente afirmando uma das outras três alternativas, percebendo isso ou não.
(1) Uma das possibilidades é a de que Jesus tenha mentido quando disse ser Deus — Ele sabia que não era Deus, mas enganou deliberadamente seus ouvintes para dar autoridade aos Seus ensinamentos. Poucos, senão ninguém, seriamente mantêm essa opinião. Até mesmo aqueles que negam Sua divindade afirmam que Ele foi um grande mestre moral. Mas quem também crê nessa última possibilidade falha em perceber que duas afirmações se fazem contraditórias: Jesus não poderia ser um grande mestre moral se, no ponto crucial do Seu ensino — a Sua identidade– fosse um grande mentiroso.
(2) Uma mais agradável, embora não menos surpreendente possibilidade, é a de que Ele era realmente sincero, mas era enganado por suas próprias ilusões. Temos um nome hoje para uma pessoa que pensa ser Deus, chamamos de lunático, e certamente, se aplicaria a Cristo se ele estivesse enganado nesta questão tão importante. Mas quando olhamos para a vida de Cristo, não vemos evidência da anormalidade e desequilíbrio que encontramos em pessoas insanas. Pelo contrário, encontramos a melhor compostura de alguém que viveu sobre pressão.
(3) A terceira alternativa é a de que toda aquela conversa de declarar ser Deus é um mito — o que aconteceu foi que Seus entusiasmados seguidores, nos séculos III e IV, colocaram palavras em Sua boca que deixariam você chocado se as ouvisse; palavras que, novamente proferidas, seriam alvo de repúdio imediato.
A teoria do mito tem sido significantemente refutada por muitos descobridores da arqueologia moderna, que têm, de uma vez por todas, mostrado que as quatro biografias de Cristo foram escritas durante o período de vida da geração de Cristo. Algum tempo atrás Dr. William F. Albright, famoso arqueologista mundial agora aposentado, da Universidade John Hopkins, diz que não há razão para acreditar que nenhum dos evangelhos foi escrito depois de 70 d.C. Seria admirável o fato de um mero mito sobre Cristo, na forma de evangelho, ter ganhado circulação e ter tido o impacto que teve, sem a menor base em fatos.
Isso seria tão absurdo quanto alguém na nossa própria época escrever uma biografia de John H. Kennedy e nela dizer que ele declarava ser Deus, perdoava os pecados das pessoas, e tinha ressuscitado dos mortos. Tal estória é tão louca e nunca teria credibilidade, pois ainda há muitas pessoas por aí que sabem quem realmente foi Kennedy. Assim, a teoria do mito não resiste à luz da recente data dos manuscritos dos evangelhos.
(4) A alternativa que resta é a de que Jesus falou a verdade. Mas, declarações somente não querem dizer muito. Palavras são vento. Qualquer um pode fazer declarações. Houve outras pessoas que disseram ser Deus. Eu declararia ser Deus; você poderia declarar ser Deus, mas a pergunta que temos de responder é: “Que provas trazemos para sustentar essa declaração?”. No meu caso, não levaria cinco minutos pra você provar que a minha declaração é falsa. E, provavelmente, eu não levaria muito tempo para provar a falsidade da sua também. Mas quando se trata de Jesus de Nazaré não é tão simples. Ele tinha as provas que validavam Sua declaração. Ele disse: “Mesmo que não creiam em mim, creiam nas obras, para que possam saber e entender que o Pai está em mim, e eu no Pai” (João 10:38).

Examine As Evidências De Jesus

Primeiro: seu caráter moral coincidia com Suas declarações. Muitas pessoas internadas em asilos dizem ser celebridades ou deidades. Mas o caráter delas prova que suas declarações não são verdadeiras. O mesmo não acontece com Cristo. Ele é único–tão único quanto Deus.
Jesus Cristo não tinha pecado. A qualidade de Sua vida era tal que era capaz de desafiar Seus inimigos com uma pergunta: “Algum de vocês pode me acusar de algum pecado?” (João 8:46). Ele só ouvia o silêncio como resposta, embora Ele se dirigisse àqueles que adorariam apontar um defeito em Seu caráter.
Lemos sobre as tentações de Jesus, mas não ouvimos nenhuma confissão de pecado de Sua parte. Ele nunca pediu perdão, embora dissesse aos Seus seguidores para pedirem.
Essa falta de qualquer percepção de falha moral da parte de Jesus é impressionante, visto pelo fato de que é completamente contrária ao que sabemos das experiências dos santos e místicos de todos os tempos.Quanto mais próximas as pessoas estão de Deus, mais desapontadas se sentem com suas próprias falhas, corrupção e deficiências. Quanto mais perto se fica de uma luz brilhante, mais se percebe que é preciso tomar um banho. Isso também é verdade, na esfera moral, para meros mortais.
É também surpreendente que João, Paulo e Pedro, treinados desde a infância a acreditar na universalidade do pecado, falaram da inocência de Cristo: “Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca” (1 Pedro 2:22).
Pilatos, que nem amigo de Jesus era, disse: “Que crime Ele cometeu?” (Mateus 27:23). Ele implicitamente reconheceu a inocência de Cristo. E o centurião romano que foi testemunha da morte de Cristo disse: “Verdadeiramente este era o Filho de Deus” (Mateus 27:54).
Segundo: Cristo demonstrou um poder sobrenatural que só poderia pertencer a Deus, o Autor dessas forças. Ele acalmou uma violenta tempestade de vento e ondas no Mar da Galiléia. Ao fazer isso, ele despertou a seguinte pergunta naqueles que estavam no barco: “Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?” (Marcos 4:41). Ele transformou água em vinho; alimentou 5.000 pessoas com cinco pães e dois peixes; devolveu a uma viúva desconsolada seu filho, ressuscitando-o dos mortos e trouxe novamente à vida a filha morta de um pai desolado. O mais significante é que Seus inimigos não negavam os milagres, mas preferiram tentar matá-Lo: “Se o deixarmos assim, todos crerão nele” (João 11:48).
Terceiro: Jesus demonstrou o poder do Criador sobre doenças e enfermidades.Ele fez o paralítico andar, o mudo falar e o cego ver. Algumas de Suas curas atingiam problemas de nascença que não seriam curados por meios naturais. O mais surpreendente foi a cura de um homem cego cujo caso está relatado em João 9. Embora o homem não conseguisse responder seus insistentes interrogadores, sua experiência foi suficiente para que se convencesse: “Uma coisa sei: eu era cego e agora vejo!” ele declarou. Ele estava impressionado com o fato de seus amigos não reconhecerem Aquele que o curou como o Filho de Deus. “Ninguém jamais ouviu que os olhos de um cego de nascença tivessem sido abertos” (João 9:25,32). Para ele a evidencia era obvia.
Quarto: a suprema prova de Jesus para autenticar a proclamação de Sua divindade foi Sua ressurreição dentre os mortos. Por cinco vezes no curso de Sua vida Ele predisse que morreria. Ele também predisse como morreria e que três dias depois ressuscitaria dos mortos e apareceria aos Seus discípulos.
Certamente esse foi o grande teste. Era uma declaração que seria fácil verificar. Aconteceria ou não.
Amigos e inimigos do cristianismo reconheceram a ressurreição de Cristo como sendo a pedra de fundação da fé cristã. Paulo, o grande apóstolo, escreveu: “se Cristo não ressuscitou, é vazia a nossa pregação, como também é vazia a fé que vocês têm” (1 Coríntios 15:14). Paulo colocou toda a sua fé na ressurreição do corpo de Cristo, tendo Ele ressuscitado ou não dos mortos. E, se Ele ressuscitou, foi o evento mais sensacional de toda a história.

Observe as deduções

Se Cristo ressuscitou, sabemos com certeza que Deus existe, como Ele é e como podemos conhecê-Lo através de uma experiência pessoal.Assim, o universo adquire significado e propósito, e é possível experimentar um Deus vivo no mundo de hoje.
Por outro lado, se Cristo não ressuscitou dos mortos, o Cristianismo é uma interessante peça de museu – nada mais – não tem validade ou realidade objetiva. Embora seja até uma idéia agradável, certamente não vale a pena ficar muito empolgado com isso. Os mártires que foram lançados aos leões cantando e os missionários contemporâneos que perderam suas vidas no Equador e Congo levando a mensagem a outros, foram pobres tolos iludidos.
O ataque ao Cristianismo por seus inimigos tem sido mais freqüentemente concentrado na ressurreição porque está claro que esse evento é o “x” da questão. Um ataque notável aconteceu no início dos anos 30 por um jovem advogado britânico. Ele estava convencido de que a ressurreição era mera fábula e fantasia. Percebendo que era a pedra de fundação da fé cristã, ele decidiu fazer um favor ao mundo e de uma vez por todas expor essa fraude e superstição.
Como advogado, ele sentia que tinha as qualidades críticas para testar rigidamente cada evidência e para não admitir como evidência tudo que não se adequasse ao rígido critério de admissão de um tribunal hoje.
Porém, enquando Frank Morrison estava fazendo sua pesquisa, algo extraordinário aconteceu. O caso não era tão fácil quanto ele pensava. Como resultado desse acontecimento, o primeiro capítulo de seu livro, “Quem moveu a pedra?” (Who Moved the Stone?) é entitulado “O Livro Que Recusou Ser Escrito” (The Book That Refused to Be Written). Nele, ele descreve como, enquanto examinava as evidências, foi persuadido contra o que ele mesmo acreditava, o fato da ressurreição física de Cristo.

Veja o que Aconteceu no Momento de Sua Morte

A morte de Jesus foi por execução pública numa cruz. O governo disse que a condenação era por blasfêmia. Jesus disse que foi para pagar por nossos pecados. Depois de ser severamente torturado, os pés e os punhos de Jesus foram pregados na cruz onde Ele foi suspenso, e mais tarde morreu lentamente sufocado. Uma lança foi transpassada pelo Seu corpo para confirmar a Sua morte.
O corpo de Cristo foi envolvido em linho coberto com aproximadamente 38 quilos de ervas molhadas e pegajosas. Seu corpo foi colocado dentro de um túmulo numa rocha. Uma pedra de quase duas toneladas foi rolada por alavancas para guardar a entrada. Porque Jesus tinha publicamente dito que ressuscitaria dos mortos em três dias, uma guarda de treinados soldados romanos foi posicionada no túmulo. E um selo oficial romano foi fixado na entrada do túmulo declarando que era propriedade do governo. Apesar de tudo isso, três dias mais tarde o corpo tinha sumido. Somente os panos de linho permaneciam na tumba, na forma do corpo, mas vazio. A rocha que formalmente selava o túmulo foi encontrada fora do lugar, a uma longa distância longe do túmulo.

Observe o que Aconteceu no Túmulo

A explicação que logo começou a circular era a de que os discípulos roubaram o corpo! Em Mateus 28:11-15, temos o registro da reação dos sacerdotes e dos líderes religiosos quando os guardas deram a desagradável e misteriosa notícia de que o corpo tinha sumido. Eles deram dinheiro aos soldados e mandaram dizer que os discípulos tinham ido durante a noite e roubado o corpo enquanto estavam adormecidos. Aquela estória era tão falsa que Mateus nem se preocupou em refutá-la! Que juiz iria ouvir você se dissesse que enquanto estava dormindo você sabia que foi o seu vizinho que entrou na sua casa e roubou seu aparelho de TV? Quem sabe o que está acontecendo enquanto se dorme? Testemunho como esse seria ridicularizado num tribunal.
Além do mais, estamos lidando com uma impossibilidade psicológica e ética. Roubar o corpo de Cristo seria algo totalmente contrário ao caráter dos discípulos e a tudo o que sabemos sobre eles. Significaria que eles foram culpados de uma deliberada mentira que foi responsável pelo engano e morte de milhares de pessoas. É inconcebível que, mesmo que alguns discípulos tivessem conspirado e conseguido fazer esse roubo, eles nunca teriam contado aos outros.
Cada um dos discípulos enfrentou o teste da tortura e do martírio por suas afirmações e crenças. Homens e mulheres irão morrer pelo o que acreditam ser verdade, embora possa ser realmente mentira. Se em algum momento o homem fala a verdade, é no seu leito de morte. E se os discípulos tivessem roubado o corpo, e Cristo ainda estivesse morto, ainda teríamos o problema de explicar todas as Suas declaradas aparições.
Uma Segunda hipótese é que as autoridades, Judia e Romana, removeram o corpo! Mas por quê? Eles colocaram guardas no túmulo, qual seria a razão de remover o corpo? E, quanto ao silêncio das autoridades diante da ousada pregação dos apóstolos sobre a Ressurreição em Jerusalém? Os líderes eclesiásticos estavam fervilhando de raiva, e fizeram todo o possível para prevenir que a mensagem da ressurreição de Jesus dentre os mortos se espalhasse. Prenderam Pedro e João, bateram e ameaçaram a eles numa tentativa de calar suas bocas. Mas havia uma solução muito simples para o problema deles. Se eles tivessem o corpo de Cristo, poderiam desfilar com ele pelas ruas de Jerusalém.
De uma só vez eles teriam abafado com sucesso o Cristianismo ainda no seu berço. O fato de que eles não fizeram isso sustenta o testemunho eloqüente de que eles não tinham o corpo.
Outra teoria popular foi que as mulheres, perturbadas por uma tristeza devastadora, erraram o caminho na pouca luz da manhã e foram ao túmulo errado. Na sua distração elas imaginaram que Cristo tinha ressuscitado porque encontraram o túmulo vazio. Essa teoria, entretanto, foi derrubada pelo mesmo fato que destruiu a teoria anterior.
Se as mulheres foram ao túmulo errado, por que os sumos sacerdotes e outros inimigos da fé não foram até o túmulo correto e revelaram o corpo? Além disso, é inconcebível que Pedro e João se sujeitariam ao mesmo erro, e certamente José de Arimatéia, dono do túmulo, teria resolvido o problema. E mais, é preciso relembrar que este era um lugar privado para sepulcros, não era um cemitério público. Não havia outro túmulo nas proximidades que fosse permitir que cometessem tal erro.
A teoria do desmaio também foi levantada para explicar o túmulo vazio. Nesta visão, Cristo não na verdade não morreu. Ele foi dado como morto por engano, mas desmaiou de exaustão, dor e perda de sangue. Quando foi colocado no gélido túmulo, Ele reviveu. Ele saiu do túmulo e apareceu aos Seus discípulos, que por engano pensaram que tinha ressuscitado dos mortos.
Esta é uma teoria da construção moderna. Apareceu primeiramente no fim do século XVIII. É importante ressaltar que nenhuma sugestão desse tipo surgiu na Antigüidade, em meio aos violentos ataques que foram feitos ao Cristianismo.
Todos os registros mais antigos são enfáticos sobre a morte de Jesus. Mas vamos assumir por um momento que Cristo foi sepultado vivo e desmaiou. É possível acreditar que Ele teria sobrevivido três dias num túmulo úmido, sem comida ou água ou atenção de qualquer tipo? Teria Ele tido força para se soltar dos panos que o envolviam, empurrar a pesada rocha da boca da gruta, passar pelos soldados, e andar quilômetros nos pés que foram perfurados com pregos? Tal crença é mais fantástica que o simples fato da ressurreição.
Até o crítico alemão David Strauss, que de maneira nenhuma apóia a teoria da ressurreição, rejeitou esta idéia inacreditável. Ele disse:
É impossível que um Homem que acabou de sair de um túmulo, semi-morto, e que vagueou de um lado para o outro fraco e doente, precisando de cuidados médicos, de curativos, de encorajamento, e outros cuidados, e que há pouco havia sucumbido ao sofrimento, pudesse jamais dar aos discípulos a impressão de que tinha vencido a morte e o túmulo; de que era o Príncipe da Vida.
Enfim, se essa teoria está correta, o próprio Cristo foi envolvido em pesadas mentiras. Seus discípulos acreditaram e pregaram que Ele estava morto, mas que tinha voltado a viver. Jesus não fez nada para dissipar essa crença, mas, pelo contrário, a encorajou.
A única teoria que adequadamente explica o túmulo vazio é a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.

Veja o que Jesus Cristo Oferece a Você

Se Jesus Cristo ressuscitou dos mortos, provando ser Deus, Ele está vivo hoje. Sua vontade é mais do que ser adorado. Sua vontade é ser conhecido e fazer parte de sua vida. Jesus disse: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo” (Apocalipse 3:20).
Carl Gustav Jung disse: “A neurose principal de nosso tempo é o vazio.”Todos nós temos um profundo anseio para que nossas vidas tenham sentido. Jesus nos oferece uma vida mais significativa, abundante, que resulta de um relacionamento com Ele. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (João 10:10).
Porque Jesus morreu na cruz, levando com Ele todos os pecados da humanidade, Ele agora nos oferece perdão, aceitação e um genuíno relacionamento com Ele.
Agora mesmo você pode convidar Jesus Cristo para fazer parte da sua vida. Você pode dizer para Ele algo assim: “Jesus, obrigado por morrer na cruz pelos meus pecados. Peço que Você me perdoe e que faça parte da minha vida agora. Obrigado por me oferecer um relacionamento com Você”.