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domingo, 17 de junho de 2018

Enxergar o melhor dos outros!

 
“A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz.”(Jesus – Mateus – 6/22)
Jesus nos alerta para o cuidado que devemos ter quando olhar alguma atitude do nosso semelhante, porque a visão física, nem sempre é certeza do que está, realmente, acontecendo na vasta e complexa visão do Espírito imortal, que se dilata e se enriquece, constantemente, à medida que nossos sentimentos e emoções desenvolvem e aprimoram-se.
Aparências podem levar alguém a deduzir, errada e levianamente, sobre uma atitude ou ação de algum indivíduo. É necessário sublimar nossa disposição de enxergar sempre o melhor em nossos semelhantes, para isso, necessário se faz dilatarmos e aprimorarmos nossas aquisições psíquicas de clarividência nas vastas oportunidades que a vida nos oferece.
Urge guardemos a pureza de coração que Jesus nos receitou, a fim de que essa pureza, em se exteriorizando através da nossa percepção, equilibre-nos o emocional, mantendo-nos vigilantes para não nos precipitarmos em condenações precipitadas no julgamento infeliz de atitudes alheias.
Quem procura observar o “lado bom dos acontecimentos, o melhor e mais nobre das pessoas”, está conquistando preciosos tesouros da Visão. E nós seguidores da Doutrina Espírita já temos motivos suficientes para olhar de forma diferente com cuidado de ver o melhor em cada atitude de alguém, porque não sabemos se seríamos capazes de agir, diferentemente, dele na situação que ele está vivenciando.
“É muito comum que interpretemos muitos irmãos, que cercam nossos passos, como pessoas desequilibradas, estranhas, complicadas, maldosas, incapazes e outras coisas mais que o nosso entendimento momentâneo estabelece…
…Acontece que, estando em processo de aprendizagem e crescimento na Terra, os Espíritos aqui renascidos são portadores de regiões sombrias e de outras bem claras, no íntimo de si mesmos o que nos permite observar contrastes diversíssimos nos seus procedimentos…
…Não é difícil entender que as almas, em estágio de evolução, num mundo como a Terra, não consigam manter-se todo o tempo em fina sintonia com a Grande Alma, que é Jesus, em cuja vivência conseguimos achar o Criador”. (1)
Precisamos desenvolver as virtudes sublimes do Espírito que todos trazemos no íntimo do Ser, e conseguiremos descobrir os horizontes da nossa gloriosa imortalidade. Quando encontrarmos um irmão caído na estrada, façamos o possível para que também ele possa despertar para as alegrias da vida, mas não esqueçamos que para isso, será indispensável estender-lhe, fraternalmente, nossas mãos. Muitos olham, apreciando alguém ou alguma coisa na vida comum, entretanto, raros sabem, realmente, ver como convém.
Busquemos seguir os princípios morais do Vidente Divino que soube compreender as fragilidades humanas, com respeito, amor e perdão, convictos de que assim agindo, com absoluta certeza, começaremos, desde agora, a penetrar na intimidade sublime de nossa própria iluminação.
“A felicidade real nasce, invariável, daquela felicidade com que tornamos alguém feliz. Façamos, assim, aos outros o que desejamos nos façam eles, na convicção de que, se cuidamos da lei do bem, a lei do bem cuidará de nós”. (2)
Francisco Rebouças
Referências Bibliográficas:
(1) TEIXEIRA, RAUL. Espírito José Lopes Neto. Em Nome de Deus, página 135;
(2) XAVIER, FRANCISCO CÂNDIDO. Espírito Emmanuel. Justiça Divina. Capítulo 54 – Na Lei do Bem.

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