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domingo, 23 de setembro de 2018

O bom ânimo








Mas tende bom ânimo. Jesus (João 16:33)
Com facilidade os seres humanos se envolvem em climas de desânimo e desesperança em relação ao futuro da humanidade e, consequentemente, em suas próprias possibilidades.
Os noticiários e programas policiais espetaculosos, as fake news que circulam aos borbotões nas mídias virtuais, o pessimismo e o derrotismo de muitos, inclusive familiares, pesam sobremaneira no senso crítico, colocando em risco o equilíbrio existencial.
Isso acontece pela pouca identidade às coisas do Espírito imortal.
Sem um horizonte concreto, que sempre será fruto de análise racional e boa vontade em relação à vida, facilmente se é levado ao negativismo e a consequente vida sem vida.
Nesse estado não há vida, vegeta-se.
Uma análise até mesmo superficial, mas com boa vontade, é suficiente para se ver que estamos “muito melhores do que há cem anos atrás”, como nos afirma o Espírito Sansão em O Evangelho segundo o Espiritismo.
Embora as enormes diferenças sociais que se demora na sociedade humana, nunca tivemos tantas Entidades voluntariadas voltadas para a melhora das condições de vida dos menos favorecidos. Nunca tivemos tantos trabalhando ostensivamente no bem como hoje.
Nunca existiram tantas possibilidades científicas, tanto conforto material disponível à humanidade como agora.
Bastaria ver a qualidade de vida dos muitos países com alto índice de desenvolvimento social para percebermos as possibilidades que se apresentam para todos os outros.
Bastaria uma mudança sócio-política para que o direcionamento se voltasse para “o lado certo”.
Para isso, no entanto, é preciso ter bom ânimo. Olhos de ver e ouvidos de ouvir, como apregoou Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ter ou não bom ânimo também é uma questão de escolha, mas observemos, às vezes precisa-se da experiência causada pela dor evolutiva para amadurecer o senso crítico, e acabar por se perguntar: o quê devo fazer para mudar minha vida ou, ainda, o quê devo deixar de fazer para mudar a minha vida?
Jesus, ao dizer para termos bom ânimo acrescentou em seguida: Eu venci o mundo, e não podemos nos esquecer que Ele também anunciou que poderíamos fazer mais do que Ele fez, e isso só dependeria de uma atitude íntima, portanto, pessoal.
A boa vontade leva ao bom ânimo e o bom ânimo leva à boa vontade. Um pelo outro o discernimento aparece, e acabamos por nos interessar pelas coisas do Espírito, que resultará em uma fé que reclamará o raciocínio para então se firmar em convicção em um futuro melhor, não só para si, mas todos.
Isso se aprende nas lições exaradas do Evangelho do Senhor Jesus, que precisa ser estudado, mas sobretudo Jesus precisa ser reconhecido, por cada um de nós, como Guia e Modelo da humanidade, conforme demonstra a Doutrina Espírita, para que o Reino de Deus se estabeleça na Terra, para todos, a partir de nosso próprio senso moral.
Pensemos nisso.
Antônio Carlos Navarro

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