#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

sábado, 20 de outubro de 2018

Veja programação da 29ª Semana Humberto de Campos

Veja programação da 29ª Semana Humberto de Campos
22.10 Espiritismo, Pensamento e Vida.
Cristina Pires (PE)
C. E. Perseverança no Bem – Rua Monsenhor Joaquim Lopes, 549, Bairro do Carmo.

23.10 150 anos da obra A Gênese: Luz Acima.
Samuel Aguiar (PHB)
C. E.  Chico Xavier – Rua Borges Machado, 915, bairro Pindorama.

24.10 Humberto de Campos: contos e apólogos.
Adriana Paula (PIR)
C. E. Semente Cristã – Rua Bolívia, Q25, C 10, conjunto Jardim Nova América, bairro Rodoviário.

25.10 A obra de Humberto de Campos para a educação da mediunidade.
José Lucimar (THE)
C. E. Humberto de Campos – Rua Franklin Veras, 799, bairro Campos.

26.10 A educação do espírito ante a Boa Nova de Jesus
Sérgio Thiesen (RJ)
C. E. Caridade e Fé – Rua Samuel Santos, 284, bairro São Francisco.

27.10 A geração nova e a missão espiritual do Brasil.
Jorge Godinho (DF)
Praça do Cajueiro de Humberto de Campos – Rua José Narciso, Centro.


Palestras com início às 19:30h, precedidas por momento musical.

Médico-Espírita Sérgio Thiesen é palestrante confirmado da S. E. Humberto de Campos

Médico-Espírita Sérgio Thiesen é palestrante confirmado da S. E. Humberto de Campos
Vindo pela 2ª vez a Parnaíba, Sérgio Thiesen (RJ) será o penúltimo palestrante da XXIX Semana Espírita Humberto de Campos.

Médico, Físico e expositor Espírita de renome internacional, o gaúcho residente no Rio de Janeiro é filho do Ex-Presidente da Feb, Francisco Thiesen (já desencarnado). Quando esteve pela primeira vez em Parnaíba, Sérgio Thiesen encantou o público presente com seu modo especial de se dirigir a platéia.

Thiesen falará sobre “A educação do espírito ante a Boa Nova de Jesus”, e a palestra será sediada pelo Centro Espírita Caridade  e Fé (Rua Samuel Santos, 284, Bairro São Francisco), a partir das 19:30h, sendo precedida por momento musical com a Banda Luz Sonar.

A XXIX Semana Espírita Humberto de Campos é uma realização da União Municipal Espírita de Parnaíba, através dos Centros Espíritas que a compõem.

Veja a programação completa:
cartaz semena espírita humberto de campos 2018
fonte site ume/phb.

Presidente da Feb encerrará Semana Humberto de Campos em Parnaíba

Presidente da Feb encerrará Semana Humberto de Campos em Parnaíba
Jorge Godinho Barreto Nery, Presidente da Federação Espírita Brasileira, estará em Parnaíba para proferir a palestra de encerramento da XXIX edição da Semana Espírita Humberto de Campos. É a primeira vez que um Presidente da Feb, em exercício, vem ao litoral do Piauí.

Godinho chegará em Parnaíba na tarde do dia 27 de outubro no voo da azul que desembarca na cidade. Godinho, que é nordestino, vem ao Piauí enquanto Presidente da Feb pela terceira vez, tendo sido palestrante do Congresso Espírita Piauiense em suas duas últimas edições. Em Parnaíba, Godinho ministrará a palestra “A geração nova e a missão espiritual do Brasil”, fazendo alusão às obras “A Gênese”, de Allan Kardec e, “Brasil Coração do mundo, Pátria do Evangelho”, de Humberto de Campos pela psicografia de Chico Xavier.

Jorge Godinho é filho do nordeste, natural de Alagoinhas (BA), filho de família espírita. Presidiu no Rio de Janeiro o Centro Espírita Discípulos de Léon Denis, na década de 70.  É expositor espírita desde 1983, divulgando o Espiritismo em diversos países. Membro do Conselho Superior da FEB. Participou do Movimento Espírita nos Estados Unidos nos anos de 1998 a 2000, em Washington e Baltimore. Coordenou e dirigiu o GRAAPA – Grupo de Apoio e Assistência aos Povos da África de 2009 a 2012, na FEB. Colaborou com a UCEES – União dos Centros de Estudos Espíritas da Suíça, no processo de Unificação do Movimento Espírita daquele país, que culminou com a assinatura do Pacto de Unificação pelas Instituições Espíritas da Suíça, em 2012.
Reforça seu currículo a larga experiência administrativa na Força Aérea Brasileira, onde percorreu todos os postos em quarenta e oito anos de serviços prestados ao Brasil.

Com informações do site: feparana.com.br

sábado, 6 de outubro de 2018

atendimento fraterno aos sábados


Oração pelo Brasil


Os desafios são necessários e inevitáveis!

Desde a chegada do Consolador Prometido por Jesus que é possível observar em nosso planeta o progresso dos espíritos que retornam do mundo espiritual para mais uma etapa reencarnatória em nosso planeta, comprovando que também no mundo espiritual recebemos atenção e preparo para retornarmos a este planeta bem mais preparados para cumprirmos o que escolhemos realizar na vida física em mais uma etapa do caminho evolutivo que precisamos palmilhar.
A esse respeito, a doutrina espírita, com sua mensagem esclarecedora e consoladora muito contribui dando-nos a certeza pela fé raciocinada de seus postulados, que a felicidade é questão de trabalho individual de burilamento de cada espírito, deixando assim, a cada um dos seres humanos a responsabilidade de trabalhar em seu próprio benefício, colaborando dessa forma para o progresso e aperfeiçoamento da humanidade como um todo.
No Cap. XVIII, São Chegados os Tempos, do livro A Gênese, de Allan Kardec, podemos ter explicações convincentes de como tudo isso verdadeiramente ocorre, conforme segue.
CAPÍTULO XVIII

A geração nova

  1. – Para que na Terra sejam felizes os homens, preciso é que somente a povoem Espíritos bons, encarnados e desencarnados, que somente ao bem se dediquem. Havendo chegado o tempo, grande emigração se verifica dos que a habitam: a dos que praticam o mal pelo mal, ainda não tocados pelo sentimento do bem, os quais, já não sendo dignos do planeta transformado, serão excluídos, porque, senão, lhe ocasionariam de novo perturbação e confusão e constituiriam obstáculo ao progresso. Irão expiar o endurecimento de seus corações, uns em mundos inferiores, outros em raças terrestres ainda atrasadas, equivalentes a mundos daquela ordem, aos quais levarão os conhecimentos que hajam adquirido, tendo por missão fazê-las avançar. Substitui-los-ão Espíritos melhores, que farão reinem em seu seio a justiça, a paz e a fraternidade.
A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas.
Tudo, pois, se processará exteriormente, como sói acontecer, com a única, mas capital diferença de que uma parte dos Espíritos que encarnavam na Terra aí não mais tornarão a encarnar. Em cada criança que nascer, em vez de um Espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um Espírito mais adiantado e propenso ao bem.
Muito menos, pois, se trata de uma nova geração corpórea, do que de uma nova geração de Espíritos. Sem dúvida, neste sentido é que Jesus entendia as coisas, quando declarava: «Digo-vos, em verdade, que esta geração não passará sem que estes fatos tenham ocorrido.» Assim decepcionados ficarão os que contem ver a transformação operar-se por efeitos sobrenaturais e maravilhosos.
  1. – A época atual é de transição; confundem-se os elementos das duas gerações. Colocados no ponto intermédio, assistimos à partida de uma e à chegada da outra, já se assinalando cada uma, no mundo, pelos caracteres que lhes são peculiares.
Têm ideias e pontos de vista opostos às duas gerações que se sucedem. Pela natureza das disposições morais, porém sobretudo das disposições intuitivas e inatas, torna-se fácil distinguir a qual das duas pertence cada indivíduo.
Cabendo-lhe fundar a era do progresso moral, a nova geração se distingue por inteligência e razão geralmente precoces, juntas ao sentimento inato do bem e a crenças espiritualistas, o que constitui sinal indubitável de certo grau de adiantamento anteriorNão se comporá exclusivamente de Espíritos eminentemente superiores, mas dos que, já tendo progredido, se acham predispostos a assimilar todas as idéias progressistas e aptos a secundar o movimento de regeneração.
O que, ao contrário, distingue os Espíritos atrasados é, em primeiro lugar, a revolta contra Deus, pelo se negarem a reconhecer qualquer poder superior aos poderes humanos; a propensão instintiva para as paixões degradantes, para os sentimentos anti-fraternos de egoísmo, de orgulho, de inveja, de ciúme; enfim, o apego a tudo o que é material: a sensualidade, a cupidez, a avareza.
Desses vícios é que a Terra tem de ser expurgada pelo afastamento dos que se obstinam em não emendar-se; porque são incompatíveis com o reinado da fraternidade e porque o contacto com eles constituirá sempre um sofrimento para os homens de bem. Quando a Terra se achar livre deles, os homens caminharão sem óbices para o futuro melhor que lhes está reservado, mesmo neste mundo, por prêmio de seus esforços e de sua perseverança, enquanto esperem que uma depuração mais completa lhes abra o acesso aos mundos superiores. ¹
Como bem podemos ver também nós, fazemos parte desse processo de transformação da Terra, substituímos irmãos nossos que voltaram à pátria espiritual quando de nossa chegada. Reencarnamos com objetivos bem traçados de melhoramento e aperfeiçoamento das virtudes inerentes ao nosso Ser imortal, com toda a orientação haurida nos estabelecimentos de ensino e preparo do mundo espiritual, e, que por essa razão temos responsabilidades enormes para com o desenvolvimento intelectual e moral nossa sociedade.
Urge entendamos definitivamente que, não estamos aqui simplesmente para “curtir a vida” de forma desinteressada e irresponsável e sim, para realizarmos as propostas superiores de trabalho com as quais nos comprometemos em prol do progresso e da felicidade nossa e de todos os habitantes do nosso abençoado planeta.
Não nos esqueçamos da responsabilidade que nos está destinada nesse momento tão importante de nossas vidas, agindo acima de qualquer capricho pessoal, com a convicção de que podemos fazer a diferença, sedimentados na fé raciocinada que desfrutamos e na certeza de que Deus está no comando de tudo e amando incondicionalmente cada um dos seus filhos.
Francisco Rebouças

Só a educação salvará o Brasil

O momento é grave, não há dúvida. Materializou-se um quadro de extrema preocupação entre os brasileiros, pois os descalabros morais alcançam patamares inimagináveis. As três esferas de poder instituídas para atuarem coordenadamente visando o bem-estar da nação não se entendem, e mais, não obtém sucesso em estancar a verdadeira sangria dos recursos públicos. Estes tesouros deveriam ser usados em prol da sociedade, contudo, são desviados sistematicamente para os mesmos detentores do poder e seus comparsas em todos os níveis, impedindo ou dificultando a correta distribuição entre todos dos benefícios oriundos dos abundantes bens produzidos pela nação.
O povo está cansado, esgotado, assistindo um verdadeiro conluio entre autoridades, muitas reunidas sob uma só bandeira: bem espoliar a imensa riqueza da Pátria Amada, criando, em consequência, desigualdades imensas entre os habitantes deste país.
Clamores ocorrem em todas as camadas sociais, em toda a gente, pois, perplexos estão diante desta situação ímpar geradora de sofrimentos atrozes em todos os rincões da terra natal.
Diante de tal quadro, é natural o aparecimento no meio espírita de dúvidas, questões, incertezas, certo desânimo, pois os espíritas não são perfeitos, embora possuam um farto manancial de informações e explicações, fornecido pela luminosa Doutrina dos Espíritos, também ficam aturdidos diante deste cenário.
Sinceramente desejosos de pôr um fim nesta conturbada conjuntura, dar um basta em tantas iniquidades, sensibilizados com a dor grassando praticamente em todas as famílias, ajuízam que algo deva ser feito com urgência para alterar esta realidade, alguns acreditando mesmo no ingresso nos quadros políticos como forma de alcançar este desiderato.
Entre os muitos temas explorados por Allan Kardec em sua vasta obra, um deles foi exatamente sobre as desigualdades sociais e, na questão 806 (1), indagou:
É lei da Natureza a desigualdade das condições sociais?
“Não; é obra do homem e não de Deus.”
Depreende-se desta resposta terem sido as nossas muitas desigualdades criadas pelos próprios homens, ou seja, por nós mesmos, como não poderiam deixar de ser, jamais teriam origem pela Divindade, e, avançando um pouco mais no tema, o Sábio de Lyon busca a opinião dos Espíritos sobre a solução deste magno problema. E, na questão subsequente, a de número 806a (2), formula esta pergunta:
Algum dia essa desigualdade desaparecerá?
“Eternas somente as leis de Deus o são. Não vês que dia a dia ela gradualmente se apaga? Desaparecerá quando o egoísmo e o orgulho deixarem de predominar. Restará apenas a desigualdade do merecimento. […]”
Como se observa, a solução se dará quando o egoísmo e o orgulho deixarem de reger as nossas relações. Não existindo solução mágica, tampouco milagre, a natureza jamais dá saltos.
Feita esta pequena introdução, seria agora de se indagar qual a pretensão dos espíritas tentando participar dos quadros políticos visando à melhora moral na cadeia de comando político se a própria espiritualidade superior já nos orientou: enquanto não houver primeiro o arrefecimento, em seguida, a extinção destes dois vícios, o egoísmo e o orgulho, as desigualdades não desaparecerão?
Ajuizemos outras pertinentes questões:
     i. Estes postulantes pretendem atuar junto aos políticos para torná-los mais cônscios de seus deveres morais e éticos, transformando-os em verdadeiros cristãos?
     ii. Mas como agirão se precisam se filiar aos partidos existentes para lançar as suas próprias candidaturas quando hoje, até onde se sabe, não há nenhum partido íntegro? Eles se filiariam aos grupos de dilapidadores da nação, para em seguida traírem aqueles que os elegeram constituindo o Partido dos Espíritas – PE?
     iii. Ou pretendem formar uma bancada espírita multipartidária para, de igual modo àquelas hoje existentes, lutar pelos direitos do próximo?
No primeiro caso, seria muita ingenuidade acreditar que Espíritos de baixíssimo patamar moral poderiam atender aos argumentos espíritas para se conduzirem em curto espaço de tempo não como lobos no meio de ovelhas, mas como cidadãos íntegros e honrados, ou seja, cristãos.
No segundo, seria catastrófico criar um partido político espírita, se expondo a todas as mazelas morais predominantes como um todo no atual ambiente político, participando de debates acalorados, onde é comum chegar-se às vias de fato entre os contendores. Ou será que eles iniciariam encontros para realizar o Evangelho nos gabinetes de Brasília, ou seus equivalentes a nível municipal ou estadual, conforme outros seguimentos religiosos já o fazem no Congresso? Se for esta a ideia, por qual razão não oram coletivamente em suas instituições espíritas?
No último caso, seria de se lastimar ter um espírita filiado a um partido acusado de corrupção por todos os lados com a justificativa de mais à frente se conduzir com moralidade e ética a toda a prova, mesmo entre contumazes contraventores de toda espécie.
Em resumo, seria conhecer bem pouco sobre a natureza humana quem pretendesse mudar a conduta de Espíritos frontalmente opostos aos ensinos cristãos, através de participações presencias nos ambientes escusos e sombrios caracterizando as assembleias legislativas e similares.
Perguntamo-nos ainda qual seria a conduta destes espíritas, caso eleitos, quando fossem propostas leis para aumentarem os próprios salários dos parlamentares acima dos níveis daqueles fixados para as massas? Quais atitudes adotariam quando passassem a receber verbas extraordinárias para seus gabinetes, fossem autorizados a contratar assessores dispensáveis, recebessem auxílio moradia sem necessidade…? Devolveriam aos cofres públicos as imorais verbas excedentes ou doariam a instituições voltadas ao atendimento das mazelas sociais?
Não é impossível, mas é muito pouco provável mergulhar na lama e dela sair ileso, sem uma mácula sequer.
Mas perguntariam então: Como fazer? Como se conduzir diante do aparente caos instalado? Como agir?
Não vemos outro caminho a não ser o da educação, não destes que por hora se encontram nas temporárias cadeiras de comando dirigindo a nação em todos os níveis, seria totalmente improdutivo, a hora deles chegará neste ou em outro orbe. Precisamos nos preocupar com a educação daqueles iniciando suas vidas, recém-reencarnados, começando as suas primeiras experiências em sociedade, estes sim poderão salvar a nação, se receberem agora estímulos, exemplos, forem incentivados a agir moralmente e eticamente sempre com ações voltadas ao bem coletivo.
Sim, no fortalecimento da atividade de evangelização infantil e das mocidades espíritas, situa-se a real solução, são nestes dois seguimentos que os espíritas tão desejosos em mudar o país deveriam envidar os seus esforços, tempo e recursos.
Não menos importante, seria a conduta ética dentro das famílias, na própria sociedade, no ambiente de trabalho e, principalmente, dentro das instituições espíritas, pois o que se vê hoje em dia dentro das associações espíritas, não são todas evidentemente a se conduzirem desta maneira, é uma velada, às vezes gritante, briga pelo poder, uma busca desenfreada por cargos dentro das entidades para quem sabe, em futuro próximo, ter a foto estampada na galeria de presidentes da respectiva organização. E, considerando este último caso, o que poderemos aguardar destes espíritas hoje avidamente preocupados em obter postos nas congregações espíritas onde mourejam, quando concretizarem seus sonhos passando a ocupar funções políticas?
Espera-se algo mais dos discípulos do Cristo.
Rogério Miguez

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Sem soberba!

A humildade deve ser uma meta a ser alcançada por todo o seguidor da filosofia espírita. Deve fazer parte constante da busca do indivíduo pelo desenvolvimento das virtudes ínsitas em seu mundo íntimo.
Em todas as atividades que tomar parte, na família, no trabalho, na sociedade, e até mesmo nas atividades de cunho religioso, também deve o discípulo de Jesus evitar alarde, sensacionalismo, demonstrações públicas pretensiosas ou métodos de ação suscetíveis de perturbar a tranquilidade alheia, agindo de forma respeitosa, simples e ordeira.
Nas atividades espíritas doutrinárias, usar de compreensão e temperança diante daqueles que não conseguem compreender a mensagem esclarecedora e libertadora contida nos postulados espíritas, respeitando a todos sem depreciar crenças ou sentimentos.  Os ignorantes da verdade são os que mais precisam de nossa compreensão e ajuda.
Promover e incentivar o relacionamento fraterno entre as pessoas independentemente de suas opções religiosas, nas reuniões sociais, com a promoção de eventos para essa finalidade, colaborando para a pacificação e o bom relacionamento entre os irmãos de crenças diferentes da nossa, contribuindo para a permuta de experiências positivas e trabalhando para o progresso de toda a comunidade.
Evitar discussão sobre temas polêmicos e sem proveito para o bom convívio, buscando transmitir sempre e com fidelidade as lições hauridas do Consolador, de maneira clara, simples e objetiva, para que seja facilmente absorvida por todos aqueles que ainda não tenham maiores conhecimento dos princípios espíritas, através das atitudes exemplares de equilíbrio e dignidade.
“O sorriso espontâneo é uma bênção atraindo outras bênçãos.
Servir, além do próprio dever, não é bajular e sim ganhar segurança.
Cada pessoa a quem você preste auxílio, é mais uma chave na solução de seus problemas.
É natural que você faça invejosos, mas não inimigos.
Cada boa ação que você pratica é uma luz que você acende em torno dos próprios passos.
Quem fala menos ouve melhor e quem ouve melhor aprende mais.”  (1)
Falar menos e agir mais, evitando sempre desviar das finalidades primordiais das propostas contidas no Evangelho de Jesus sobre o progresso moral espiritual do Ser imortal que somos, alertando ao aprendiz que as coisas materiais embora essenciais em nosso atual estágio não podem ter mais importância para nós que as relacionadas à nossa finalidade de pureza e felicidade às quais estamos destinados.
Usar de prudência quando utilizar expressões verbais que indiquem hábitos, práticas, ideias políticas, sociais ou religiosas contrárias ao pensamento espírita, quais sejam sorte, acaso, sobrenatural, milagre e outras, agindo em qualquer circunstância, com calma e compreensão esclarecendo a todos com paciência e seriedade sobre o entendimento da doutrina espírita em relação aos assuntos citados.
Atentar para o fato de que não podemos ter pressa, nem demonstrar qualquer atitude de ansiedade ou intolerância no tocante à modificação imediata do ponto de vista dos companheiros, isto porque, nem todos estão no mesmo nível de compreensão e entendimento e, por isso mesmo, é necessário nos mantermo calmos e convictos de que o desenvolvimento da fé em qualquer indivíduo é fruto de trabalho de paciência.
Urge trabalhemos incansavelmente na divulgação da mensagem cristã, mas não nos é lícito esquecer que a principal propaganda do nosso trabalho é exatamente aquela que demonstramos em nossos atos, comprovando, dessa forma, que falamos de algo que já nos preocupamos em praticar, a nossa urgente e inadiável reforma íntima, fundamentada nos ensinos e exemplos daquele que representa para nós o Modelo e Guia a ser seguido.
Francisco Rebouças

Em tempos de eleição

Chegamos a mais uma eleição para cargos majoritários. E como jamais vimos antes, boa parte do povo brasileiro, impulsionado pelas dificuldades e sofrimentos causados pela corrupção sistêmica que prejudica todos os direitos da cidadania, passou a pensar na importância de eleger bons representantes.
Em 01 de janeiro, tenhamos votado ou não, 513 deputados federais, 54 senadores, 01 presidente, além de deputados estaduais e governadores, receberão seu mandato para mais 4 anos na função de dirigentes dos nossos destinos. E com foro privilegiado! É uma escolha de fundamental importância, tanto para o líder máximo do país, quanto para os demais membros do executivo e legislativo os quais, em verdade, dirigem boa parte do destino da nação.
O Espiritismo, em suas obras, deixa clara a importância do homem e da sociedade no progresso dos povos. Na questão 794 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec questiona sobre o assunto e a resposta obtida dos espíritos superiores foi que a sociedade poderia ser regida somente pelas leis naturais sem o recurso das leis humanas, se os homens as compreendessem bem e quisessem praticá-las, mas que a sociedade tem as suas exigências e precisa de leis particulares.
Significa dizer que se os homens agissem pelas leis naturais – eu sinto fome, frio, sede, amor, cansaço, doença etc.; você sente as mesmas sensações em condições semelhantes – então faríamos ao próximo o que gostaríamos que nos fizessem, desse modo nada faltaria para ninguém, pois todos reciprocamente se ajudariam.
Contudo, como o ser humano ainda não despertou para a simplicidade das relações que se apoiam de forma mútua, as leis humanas tornaram-se exigência a traduzir o progresso que já conseguimos alcançar e pode ser ampliado, sendo, portanto, necessárias e úteis.
Assim podemos compreender a grave responsabilidade na escolha dos candidatos. É uma escolha que exige coerência, sentimento de pertencer à sociedade, senso de coletividade e interesse comum. A política foi tomada pelos interesseiros, não por interessados, por omissão dos bons na lide do serviço público, mas estamos mudando isso ao tentar entregar a responsabilidade do nosso futuro aos que, dignos como homens, serão dignos no campo da administração pública.
Vote sim. Vote bem. Vote sem medo.
O futuro também é sua decisão.
Vania Mugnato de Vasconcelos