#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Atendimento fraterno hoje quinta-feira


Tolerância X Respeito = Mais estudo


MINHA MISSÃO - Livro Obras Póstumas / Allan Kardec.

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Pergunta (a Hahnemann)

— Outro dia, disseram-me os Espíritos que eu tinha uma importante missão a cumprir e me indicaram o seu objeto. Desejaria saber se confirmas isso.

Resposta — Sim e, se observares as tuas aspirações e tendências e o objeto quase constante das tuas meditações,
não te surpreenderás com o que te foi dito. Tens que cumprir aquilo com que sonhas desde longo tempo. É preciso que nisso trabalhes ativamente, para estares pronto, pois mais próximo do que pensas vem o dia.

P. — Para desempenhar essa missão tal como a concebo, são-me necessários meios de execução que ainda não se acham ao meu alcance.
R. — Deixa que a Providência faça a sua obra e serás satisfeito.

ACONTECIMENTOS

Pergunta — A comunicação há dias dada faz presumir, ao que parece, acontecimentos muito graves. Poderás dar-nos algumas explicações a respeito?
Resposta — Não podemos precisar os fatos. O que podemos dizer é que haverá muitas ruínas e desolações, pois são chegados os tempos preditos de uma renovação da Humanidade.

P. — Quem causará essas ruínas? Será um cataclismo?
R. — Nenhum cataclismo de ordem material haverá, como o entendeis, mas flagelos de toda espécie assolarão as nações; a guerra dizimará os povos; as instituições vetustas se abismarão em ondas de sangue. Faz-se mister que o velho mundo se esboroe, para que uma nova era se abra ao progresso.

P. — A guerra não se circunscreverá então a uma região?
R. — Não, abrangerá a Terra.

P. — Nada, entretanto, neste momento, parece pressagiar uma tempestade próxima.
R. — As coisas estão por fio de teia de aranha, meio partido.

P. — Poder-se-á, sem indiscrição, perguntar donde partirá a primeira centelha?
R. — Da Itália.

Pergunta (à Verdade) 

— Que pensas de M...? 
É homem que venha a influir nos acontecimentos?
Resposta — Muito ruído. Ele tem boas idéias; é homem de ação, mas não é uma cabeça.

P. — Dever-se-á tomar ao pé da letra o que foi dito, isto é, que lhe cabe o papel de destruir o que existe?
R. — Não; pretendeu-se apenas personificar nele o partido cujas idéias ele representa.

P. — Posso manter com ele relações de amizade?
R. — Por enquanto, não; correrias perigos inúteis.

P. — Dispondo de um médium, diz M... que lhe determinaram a marcha dos acontecimentos, para, por assim dizer, uma data fixa. Será verdade?
R. — Sim, determinaram-lhe épocas, mas foram Espíritos levianos que lhe responderam, Espíritos que não sabem mais do que ele e que lhe exploram a exaltação. Sabes que
não devemos precisar as coisas futuras. Os acontecimentos pressentidos certamente se darão em tempo próximo, mas que não pode ser determinado.

P. — Disseram os Espíritos que os tempos são chegados em que tais coisas têm de acontecer: em que sentido se devem tomar essas palavras?
R. — Em se tratando de coisas de tanta gravidade, que são alguns anos a mais ou a menos? 
Elas nunca ocorrem bruscamente, como o chispar de um raio; são longamente preparadas por acontecimentos parciais que lhes servem como que de precursores, quais os rumores surdos que precedem a erupção de um vulcão. Pode-se, pois, dizer que os tempos são chegados, sem que isso signifique que as coisas sucederão amanhã. Significa unicamente que vos achais no período em que se verificarão.

P. — Confirmas o que foi dito, isto é, que não haverá cataclismos?
R. — Sem dúvida, não tendes que temer nem um dilúvio, nem o abrasamento do vosso planeta, nem outros fatos desse gênero, porquanto não se pode denominar cataclismos a perturbações locais que se têm produzido em todas as épocas. 

Apenas haverá um cataclismo de natureza moral, de que os homens serão os instrumentos.



quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

ZYGMUNT BAUMAN: VIVEMOS TEMPOS LÍQUIDOS. NADA É PARA DURAR

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Estamos cada vez mais aparelhados com iPhones, tablets, notebooks, etc. Tudo para disfarçar o antigo medo da solidão. O contato via rede social tomou o lugar de boa parte das pessoas, cuja marca principal é a ausência de comprometimento. Este texto tem como base a ideia do "ser líquido", característica presente nas relações humanas atuais. Inspirado na obra "Amor Líquido" - sobre a fragilidade dos laços humanos, de Zigmunt Bauman. As relações se misturam e se condensam com laços momentâneos, frágeis e volúveis. Num mundo cada vez mais dinâmico, fluído e veloz. Seja real ou virtual.


O sociólogo polonês Zygmunt Bauman é um dos intelectuais mais respeitados da atualidade. Aos 87 anos, seus livros venderam mais de 200 mil cópias. Um resultado e tanto para um teórico. Entre eles, “Amor liquido” é talvez o livro mais popular de Bauman no Brasil. É neste livro que o autor expõe sua análise de maneira mais simples e próxima do cotidiano, analisando as relações amorosas e algumas particularidades da “modernidade líquida”. Vivemos tempos líquidos, nada é feito para durar, tampouco sólido. Os relacionamentos escorrem das nossas mãos por entre os dedos feito água.
Bauman tenta mostrar nossa dificuldade de comunicação afetiva, já que todos querem relacionar-se. Entretanto, não conseguem, seja por medo ou insegurança. O autor ainda cita como exemplo um vaso de cristal, o qual à primeira queda quebra. As relações terminam tão rápido quanto começam, as pessoas pensam terminar com um problema cortando seus vínculos, mas o que fazem mesmo é criar problemas em cima de problemas.
É um mundo de incertezas, cada um por si. Temos relacionamentos instáveis, pois as relações humanas estão cada vez mais flexíveis. Acostumados com o mundo virtual e com a facilidade de “desconectar-se”, as pessoas não conseguem manter um relacionamento de longo prazo. É um amor criado pela sociedade atual (modernidade líquida) para tirar-lhes a responsabilidade de relacionamentos sérios e duradouros. Pessoas estão sendo tratadas como bens de consumo, ou seja, caso haja defeito descarta-se - ou até mesmo troca-se por "versões mais atualizadas".
O romantismo do amor parece estar fora de moda, o amor verdadeiro foi banalizado, diminuído a vários tipos de experiências vividas pelas pessoas as quais se referem a estas utilizando a palavra amor. Noites descompromissadas de sexo são chamadas “fazer amor”. Não existem mais responsabilidades de se amar, a palavra amor é usada mesmo quando as pessoas não sabem direito o seu real significado.
Ainda para tentar explicar a relações amorosas em “Amor Líquido”, Bauman fala sobre “Afinidade e Parentesco.” O parentesco seria o laço irredutível e inquebrável. É aquilo que não nos dá escolha. A afinidade é ao contrário do parentesco. Voluntária, esta é escolhida. Porém, e isso é importante, o objetivo da afinidade é ser como o parentesco. Entretanto, vivendo numa sociedade de total “descartabilidade”, até as afinidades estão se tornando raras.
Bauman fala também sobre o amor próprio: o filósofo afirma que as pessoas precisam sentir que são amadas, ouvidas e amparadas. Ou precisam saber que fazem falta. Segundo ele, ser digno de amor é algo que só o outro pode nos classificar. O que fazemos é aceitar essa classificação. Mas, com tantas incertezas, relações sem forma - líquidas - nas quais o amor nos é negado, como teremos amor próprio? Os amores e as relações humanas de hoje são todos instáveis, e assim não temos certeza do que esperar. Relacionar-se é caminhar na neblina sem a certeza de nada - uma descrição poética da situação.




II COLOQUIO do pensamento espirita - C E Caridade e fé da cidade de Parnaíba.

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, texto

Os níveis de consciência no espiritismo




Os níveis de consciência no espiritismo indicam a jornada evolutiva através de cinco níveis da consciência que vão desde a Consciência de sono sem sonhos até a Consciência cósmica.

Os níveis de consciência no espiritismo


Aula Anterior:

Veja também…

Vídeo: O que é consciência?

A concepção de consciência na Psicologia Analítica de Jung

Os cinco níveis da consciência no espiritismo

Segundo Joanna De Ângelis
Excertos da obra: O ser consciente, de Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito de Joanna De Ângelis.

[…] De Ropp classificou os níveis de consciência em cinco estágios:
  • Consciência de sono sem sonhos;
  • Consciência de sono com sonho;
  • Consciência de sono acordado;
  • Consciência de transcendência do eu; e
  • Consciência cósmica.

Primeiro nível: Consciência de sono sem sonhos
No primeiro nível — quando se transita no sono sem sonhos — apenas os fenômenos orgânicos automáticos se exteriorizam, assim mesmo sem o conhecimento da consciência, tais: respiração, digestão, reprodução, circulação sanguínea…
Como se estivesse anestesiada, ela não tem ação lúcida sobre os acontecimentos em torno da própria existência, e a ausência de vontade do indivíduo contribui para o seu trânsito lento do instinto aos pródromos da razão…

Segundo nível: Consciência de sono com sonhos
No segundo nível, o sono com sonhos, ele libera clichês e lentamente incorpora-os à realidade, passando pelas fases dramáticas — os pesadelos, os pavores — para os da libído — ação dos estímulos sexuais — e os reveladores — que dizem respeito à parcial libertação do Espírito quando o corpo está em repouso…

Terceiro nível: Consciência de sono acordado
O desenvolvimento da consciência atinge o terceiro nível, o de sono acordado, no qual a determinação pessoal, aliada à vontade, conduz o ser aos ideais de enobrecimento, à descoberta da finalidade da sua existência, às aspirações do que lhe é essencial, ao auto encontro, à realização total.

Quarto nível: Consciência de transcendência do eu
Naturalmente, a partir daí, ascende ao quarto estado, que é a descoberta da transcendência do eu, a identificação consigo mesmo, com a consequente liberação do Eu profundo, realizando a harmonia íntima com os ideais superiores, seu real objetivo psicológico existencial.
A superação dos conflitos, das angústias, a desidentificação dos conteúdos psicológicos afugentes, permitem a iluminação, e a próxima é a meta da vinculação com a consciência cósmica.

Quinto nível: Consciência cósmica
Nem sempre, porém, o homem e a mulher conseguem alcançar esse nível ideal, fenômeno que, não obstante, será realizado através das reencarnações que lhes facultarão a vitória sobre os carmas negativos e, mediante as leis de causa e efeito, passo a passo, em esforço contínuo poderão fazê-lo.
[…]Outrossim, (Jesus) alertou sobre o imperativo de fazer-se ao próximo o que se gostaria que este lhe fizesse, fixando no amor o processo de libertação, na ação edificante o meio de crescimento e na oração fortalecedora a energia que proporciona o desiderato.
Esse desempenho favorece a perfeita identificação do sentimento com o conhecimento, resultando na conquista do Eu profundo em sintonia com a Consciência Cósmica.
Boa aula!

Vídeo: Os níveis de consciência




A Logoterapia, o espiritual e a saúde


A Logoterapia, acerca da natureza humana, coloca que o homem tem uma dimensão espiritual, além da física e psicológica.
O espiritual pode adoecer o físico ou psicológico.

A Logoterapia, o espiritual e a saúde

ALogoterapia não vê o homem como a soma de fragmentos de corpo, mente e espírito, mas sim como uma unidade que compreende essas três dimensões que são inseparáveis e que somente assim o homem é um ser completo.
A Logoterapia concebe então três dimensões humanas:
  • a biológica
  • a psicológica
  • a noológica
A Logoterapia, porém concebe também uma dimensão supra humana que é uma dimensão suprema e nela está compreendida a dimensão humana que, desta forma, transcende a dimensão humana.
A consciência por parte do homem desta dimensão sobre-humana propiciará um contato com um sentido para a sua existência ao passo que o homem perceberá que existe uma ordem no universo e que ele ocupa uma posição dentro dessa ordem.
A Logoterapia em seu conceito de dimensão noética diz que esta dimensão não adoece, mas nela pode se originar as doenças e os sintomas serão sentidos no plano físico ou psicológico.
Ou seja, a Logoterapia indica que para compreensão do ser humano a sua totalidade deve ser compreendida e, desta forma, a totalidade do ser humano pode ser entendida como sendo constituída de corpo, mente e espírito e este último pode ser obstruído por enfermidades físicas e psíquicas.
Também concebe que a conscientização do homem dessa sua dimensão noética proporciona-lhe força para se tornar agente de cura e sair do papel de vítima que se encontra indefesa frente ao seu destino biológico, psicológico ou social.
Assim, mais do que explicação ou compreensão da doença ou problema, o ser humano adota postura frente a elas e desperta em si potenciais.
Há que se enfatizar a saúde, a totalidade do homem, a sua liberdade e os seus valores, e não a enfermidade ou somente a mente ou as limitações e impulsos que movem o homem.
A Logoterapia é uma terapia que busca o significado e a concepção que o ser humano tem de si mesmo e do lugar que ocupa na vida.
Concebe que desta maneira pode ajudar o homem a dar um sentido para a vida e que quando o homem ignora a sua dimensão espiritual ele passa a sentir um mal-estar, uma sensação de vazio e a vida é então vista como não tendo significado.
Portanto, a saúde é relacionada ao significado e não cabe ao terapeuta instituir um significado na vida de seu paciente, mas sim permitir que ele descubra o seu próprio significado da vida tendo como premissa as suas próprias referências.
Isto é, cabe ao terapeuta o papel de auxiliar o seu paciente a conscientizar-se de que é ele quem terá que buscar esse significado e que somente ele é quem poderá fazer isso e que ele tem a liberdade para fazer.

O Deus transcendente no Ocidente



Deus transcendente, esta é ideia proposta pelas grandes religiões ocidentais.
Por Deus estar além da criação e das criaturas, o propósito das religiões é mediar a relação com Deus.

O Deus transcendente no Ocidente

Artigo baseado na obra: Tu és isso: Transformando a metáfora religiosa, de Joseph Campbell.
No Ocidente as grandes religiões concebem a ideia de um Deus transcendente, ou seja, está além do humano e da criação.
Deus é um criador que fez o mundo e Deus e o mundo são distintos e há o criador e a criação e as criaturas.
Por ser Deus transcendente está além e as religiões ocidentais tem o propósito de fazer o ser humano se relacionar com Deus.
Joseph Campbell diz na obra citada:
Na tradição ocidental, o divino não existe dentro de você.
Quando você se volta para dentro de si mesmo, encontra uma alma humana e ela pode ou não estar num relacionamento apropriado com seu criador.
O grande mundo da tradição bíblica nos diz que a natureza é corrupta e que a queda ocorreu, seja ela designada como Pecado Original ou não.
Todo o conceito de pecado está envolvido aqui, porque você tem uma responsabilidade para com Deus de obedecer a algum tipo de lei que imagina ter sido promulgada por Ele.
No Ocidente a relação com Deus é mediada por uma instituição.
A relação com Deus indica que o ser humano e Deus estão dissociados e o ser humano é alguém privado de um senso de divindade em si mesmo.
As religiões ocidentais propagam a ideia de um pacto com a instituição religiosa e com a adoção de uma crença baseada nas afirmações de livros sagrados.
As instituições religiosas são organizações sociais em que cargos e funções são estabelecidos e, desta forma, pessoa ocupam cargos e são figuras de autoridade na relação do indivíduo com a divindade.
Também pela situação de Deus ser transcendente, Ele está em “outro lugar” e a jornada humana se baseia em buscar ser merecedor de num dia vindouro vir a estar neste lugar sagrado ao lado de Deus.
Deus é um Pai que está no céu.

Eu preciso desenvolver a minha mediunidade?

mediunidade
CHICO DE MINAS XAVIER | Irmão Luz
Minha filha, meu filho, nossa mediunidade é um dom a ser usado ao nosso favor e também colocado à disposição do próximo.
A Espiritualidade não nos obrigado a absolutamente nada, mas o potencial mediúnico de cada um poderia transformar a nossa vida através do autoconhecimento e distribuir amor e compreensão a todos os irmãos, encarnados e desencarnados.
A mediunidade, quando estudada e desenvolvida no momento certo, nos coloca como trabalhadores do bem e somos acompanhados por benfeitores espirituais que muito vão contribuir para a nossa iluminação interior, algo que viemos buscar nesta encarnação.
Quando represamos esse potencial, parte do nosso ser fica adormecido, o que pode nos causar questionamentos sobre a vida parada e sentimentos que delas decorrem.
E todo questionamento interior nos auxilia neste caminho de autoconhecimento, que é benéfico em todos os sentidos.
Reitero: a Espiritualidade e nem a Doutrina Espírita obriga ninguém a desenvolver a mediunidade. O despertar para essa realidade deve ser interior.
O recado que damos é que os benefícios do autoconhecimento mediúnico é singular para a nossa evolução interior do ser.
Reflita.
Abraço fraterno do Irmão Luz.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Dias de atendimento no C E Perseverança no Bem