#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

domingo, 20 de janeiro de 2019

Síndrome do panico - na visão espirita


Qual a Explicação que o Espiritismo oferece para a Síndrome do Pânico?

1

Divaldo Franco: (…) O nome pânico vem do deus Pan, que na tradição grega apresenta-se com metade do corpo com forma humana e a outra com modulagem caprina. O deus Pan era guardador das montanhas da Arcádia e, quando alguém adentrava nos seus domínios, ele aparecia, produzindo no visitante o estado de pânico, palavra essa derivada do seu nome. Portanto, é um distúrbio muito antigo.
Invariavelmente a psicogênese do ponto de vista espírita encontra-se na consciência de culpa do paciente por atos perturbadores praticados na atual existência ou em existências pretéritas, o que proporciona um comportamento inseguro, desconfiado. 
Trata-se de alguém que busca esconder-se no corpo para fugir dos problemas que foram praticados anteriormente. Quando irrompe a síndrome do pânico, a sensação é terrível, porque é semelhante à da morte. É eminentemente um distúrbio feminino, embora atinja também, segundo os especialistas, o sexo masculino.
Segundo estou informado, faltando, naturalmente, confirmação científica, a síndrome do pânico nunca matou ninguém durante o surto, entretanto, aquela sensação horrorosa é praticamente igual à de morte.
Que fazer? 
Orar. 
Ter a certeza de que ela é de breve curso, procurar respirar profundamente, acalmar-se, vincular-se a Deus, rogar a proteção dos Espíritos nobres. 
Assim, lentamente, dá-se uma descarga de adrenalina, procedente das glândulas supra-renais, e o indivíduo refaz-se, passando aquele período mais doloroso, fazendo simultaneamente a terapêutica com um psiquiatra e, de acordo com a psicogênese, um psicólogo ou psicanalista. 
Nada obstante, eu sugeriria pessoalmente que a pessoa procurasse também as terapêuticas espíritas, quais as das boas palavras, das reuniões doutrinárias, do conhecimento de si mesmo, dos passes ou bioenergia, da água magnetizada e, por extensão, do socorro que os bons Espíritos propiciam através das reuniões mediúnicas de desobsessão, que dispensam a presença dos pacientes.
 Fonte: Grupo de Estudo Allan Kardec

O que acontece conosco após a morte?

na hora da morte
CHICO DE MINAS XAVIER | Irmão Luz
Minha filha, meu filho, com a morte do corpo físico, nosso espírito retorna ao plano espiritual para se restabelecer do aprendizado na maior de todas as escolas, a Terra.
Encontramos alimento integral para o nosso ser depois de intensos desafios da matéria, que não deixa de ser uma prisão para um espírito livre, tal qual uma águia sem as asas.
Mentores espirituais ligados à nossa missão aqui na terra, juntamente com familiares que nos são queridos, nos recebem nessa passagem de luz, compatível com a vibração do nosso ser.


Alguns de nós, pela sua próprio vibração, passarão uma temporada de despertar em regiões conhecidas como Umbral, até aceitarem a ajuda providencial para seguir a caminhada em uma colônia espiritual.
CHICO DE MINAS XAVIER | Irmão Luz
Minha filha, meu filho, com a morte do corpo físico, nosso espírito retorna ao plano espiritual para se restabelecer do aprendizado na maior de todas as escolas, a Terra.
Encontramos alimento integral para o nosso ser depois de intensos desafios da matéria, que não deixa de ser uma prisão para um espírito livre, tal qual uma águia sem as asas.
Mentores espirituais ligados à nossa missão aqui na terra, juntamente com familiares que nos são queridos, nos recebem nessa passagem de luz, compatível com a vibração do nosso ser.
Alguns de nós, pela sua próprio vibração, passarão uma temporada de despertar em regiões conhecidas como Umbral, até aceitarem a ajuda providencial para seguir a caminhada em uma colônia espiritual.
Nossa missão aqui na terra continua no plano espiritual, inspirando e auxiliando até mesmo de maneira direta irmãos que seguiram nossos passos nos mais diferentes campos de atuação.
Os céus, meus filhos, estão constantemente nos enviando os sinais, as inspirações necessárias para alcançarmos por nós mesmos o conhecimento pelo nosso desenvolvimento.
Os ministérios que conhecemos em governos por todo mundo existem em colônias como Nosso Lar e necessitam do nosso trabalho em prol do universo, atingindo todos os nossos irmãos, encarnados e desencarnados.

Você vive da aparência ou da essência?

tristeza
Minha filha, meu filho, todos nós tendemos a esquecer – mesmo que momentaneamente – a essência diante de uma sociedade altamente impositiva e que nos cobra mais do que humanamente podemos oferecer.
Muitos que zelam pela serenidade e paz interior conseguiram barrar a invasão dessas tendências da sociedade e produzem sabedoria, divulgando valorosos ensinamentos para o nosso despertar.
E o despertar está ligado à maneira racional de exercermos a fé e nos ver diante do mundo. Nos reconectando à nossa missão e ao reconhecermos nosso tempo e limitações.
O desespero que nos bate à porta é resultado desse não pertencimento no aqui e agora. Estamos deslocados dessa realidade que nos cerca para buscar o que passou ou que ainda não chegou.
A simples manutenção no aqui e agora nos traz a serenidade. E com ela, uma série de benefícios nos abraça a existência.
O resgate da essência, que enxergamos com o espelho da alma e não com o espelho da sociedade, nos possibilita autoconhecimento e amor próprio.
E com amor próprio, não há dúvida, a felicidade estará sempre presente em nossa vida, independente dos problemas, a maioria externos, criados por nós em busca de muitas coisas e situações que sequer precisamos para nosso corpo e alma.
Reflita.
Abraço fraterno do Irmão Luz.

sábado, 19 de janeiro de 2019

Atendimento hoje sabado


União e Unificação

Resultado de imagem para união

Filhas e filhos da alma, que Jesus nos abençoe!
A união dos espíritas é ação que não pode ser postergada e a unificação é o laço de segurança dessa união.
A união vitaliza os ideais dos trabalhadores, mas a unificação conduz com equilíbrio pelas trilhas do serviço.
A união demonstra a excelência da qualidade da Doutrina Espírita nos corações, mas a unificação preserva essa qualidade, para que passe à posteridade conforme recebemos do ínclito Codificador.
Em união somos felizes. Em unificação estamos garantindo a preservação do Movimento Espírita aos desafios do futuro.
Em união teremos resistência para enfrentar o mal que existe em nós e aquele que cerca o nosso caminho, tentando impossibilitar-nos o avanço. Em unificação estaremos consolidando as atividades que o futuro coroará de bênçãos.
Em união marcharemos ajudando-nos reciprocamente. Em unificação estaremos ampliando os horizontes da divulgação doutrinária em bases corretas e equilibradas.
Com união demonstraremos a nós mesmos que é possível amar sem exigir nada. Com unificação colocaremos as ideias pessoais em planos secundários, objetivando a coletividade.
Com união construiremos o bem, o belo e o nobre. Com Unificação traremos de volta o pensamento do Codificador, preservando a unidade da Doutrina e do Movimento Espírita. Com união entre os companheiros encarnados, tornaremos mais fácil o intercâmbio entre nós outros, os que os precedemos na viagem de volta, e eles, que rumam pela estrada difícil. Com unificação estaremos vivenciando o Evangelho de Jesus quando o Mestre assevera: Um só rebanho , um só pastor.
Unindo-nos, como verdadeiros irmãos, estabeleceremos o laço de identificação com os propósitos dos Mentores da Humanidade, que esperam a influência que o Espiritismo provocará no mundo, à medida que seja conhecido e adotado nas áreas da ciência, das artes, do pensamento filosófico e das religiões.
União para unificação, meus filhos, é o desafio do momento.
Rogando a Jesus que nos abençoe e nos dê a sua paz, o servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra
Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, por ocasião do encerramento do 1º Congresso Espírita do Estado do Rio de Janeiro, na manhã de 25.01.2004, na sede da Federação Espírita do Rio de Janeiro, em Niterói, RJ.

Por que os maus se dão bem na vida?

Por que as pessoas boas sofrem tanto, enquanto as más parecem prosperar?
Porque estão agindo no meio delas, no ambiente que dominam, perfeitamente. Sabemos que o mal ainda predomina na Terra, então é de se esperar que o mal se sobressaia, prepondere e prevaleça sobre o bem.
Numa sociedade mais justa, os maus se dão mal.
Existem diversas pesquisas que buscam encontrar uma razão que justifique o sucesso no campo profissional de pessoas consideradas más. Uma delas examinou se a resistência mental explica por que os indivíduos com caráter duvidoso atingem a excelência em suas vidas profissionais. Tecnicamente, essas pessoas fazem parte da “Tríade negra”, que é composta por indivíduos que se encaixam em perfis narcisistas, maquiavélicos e psicopáticos. O resultado pareceu óbvio: essas pessoas possuem alguns traços de tenacidade mental que lhes conferem vantagens no ambiente de trabalho, pois são ferrenhos na competição. (1)
Você já imaginou uma pessoa dessas (narcisista, maquiavélica e psicopática) como seu chefe?
Mas o que vem a ser uma pessoa boa e uma pessoa má segundo nosso ponto de vista?
A má é mais fácil de reconhecer, não obstante sermos mais rigorosos na avaliação quando somos nós a vítima. Mas, em geral, as pessoas más são egoístas, orgulhosas, prejudicam os outros, sem pudor ou ética, aproveitam-se de toda situação para levar vantagem, ganham dinheiro desonesto e, por aí vai.
Então, vendo tantos crimes e perversidades, dizemos:
– Aí está uma pessoa de sorte, tem tudo na vida e é feliz mesmo fazendo todas essas maldades.
Diferentemente das novelas televisivas onde todas as pessoas más se dão mal no final, a verdade é que na vida, muitas vezes, essas pessoas se dão bem sim. E se dão bem, justamente, porque o ambiente em que elas agem (nossa sociedade) facilita suas ações.
Mas será também que as aparências não enganam? Sendo a felicidade uma conquista interior, representada pela consciência tranquila, pela paz que se apresenta espontânea e NÃO por tudo aquilo que podemos conquistar e gozar, temporariamente, aqui na Terra, será possível e verdadeira essa posição de prosperidade das pessoas más?
A felicidade dos maus não estaria somente na aparência? Não têm eles problemas de relacionamento, por exemplo? Os filhos são disciplinados, educados, estudiosos e sem vícios? Se casados, como é o cônjuge? Bom companheiro, responsável, cumpridor de seus deveres e amigo? Na família não tem ninguém doente?
Claro que eles também têm muitos problemas. É impossível viver na Terra sem aflições, angústias ou pressões diversas.
E quanto às pessoas que julgamos boas? Por que muitas vezes sofrem tanto?
O padrão daquilo que julgamos ser “bondade” é algo que trazemos em nós. Dessa forma, ao analisarmos a índole de uma pessoa, corremos o risco em errar, até porque não temos a capacidade de ver o que se passa na intimidade de cada um.
Muitas pessoas poderão aparentar bondade, com o objetivo de conseguir alguma coisa. São bons atores, eis que usam seus atos dissimulados e fingidos para obterem alguma vantagem, nem que seja para alimentar seu ego (de acreditar ou mostrar que é uma pessoa boa).
Falam manso e devagar, aparentam calma, tranquilidade, muitas vezes, falam em nome de Deus, mas por dentro tem uma panela de pressão prestes a explodir.
Nesse caso, a bondade é apenas um verniz. Em dias de provação mais dura ou quando seus interesses pessoais são ameaçados, a máscara cai e a verdadeira pessoa surge, revelando sua natureza.
“Muitas pessoas que são supostamente boas, caso tivessem poder, usariam mal esse poder adquirido. Vemos todos os dias situações parecidas com essa. Pessoas que pareciam ser boas apenas por não lhes ter sido dada a oportunidade de se mostrarem tal como são. Como diz a máxima: ‘Quer conhecer uma pessoa? Dê poder a ela’.
É certo que muitos oprimidos anseiam em se tornar opressores. Ao invés de lutarem contra as injustiças, sonham em um dia terem as mesmas condições de seus algozes e ser como eles. Portanto, é preciso tomar cuidado com rótulos de bondade. Da mesma forma que não devemos fazer um julgamento de uma pessoa como sendo alguém mau e perverso, não devemos também julgar uma pessoa como sendo boa antes de conhecê-la mais a fundo.” (2)
Outra questão que precisamos entender é que as pessoas, realmente boas, são mais adiantadas espiritualmente e, por esse motivo, estão mais preparadas para enfrentar provas mais duras.
“Para entender esse ponto, vamos recorrer a um exemplo. Vamos imaginar um aluno da primeira série fazendo uma prova. Vamos imaginar também um aluno da sétima série fazendo uma prova. Cada um desses alunos realiza um exame que foi preparado de acordo com os conhecimentos do aluno dentro da série onde ele está. Alguém imagina o aluno da primeira série sendo obrigado a resolver as questões de uma prova da sétima série? Claro que não. O aluno da primeira série deverá fazer uma prova adaptada aos padrões de ensino da série em que se encontra.” (2)
“O mesmo ocorre com as almas que vem a esse mundo: as almas mais adiantadas podem sofrer provas mais difíceis porque já estão aptas a serem bem sucedidas. As almas mais atrasadas, por outro lado, não estão preparadas para provações mais complexas, mais duras, mais pesadas, que exijam muito delas, pois se isso ocorrer, elas facilmente vão sucumbir a essas adversidades. Não se pode exigir algo de quem não tem. Como diz a máxima: ‘Deus dá as batalhas mais difíceis aos seus melhores soldados’.” (2)
Por fim, não podemos nos esquecer de que, muitas vezes, nosso passado espiritual fala mais alto. Somos construtores do nosso destino e o fazemos com nossas escolhas e ações. Ora, como a Lei de Deus é perfeita, colhemos aquilo que semeamos nesta e em outras vidas.
Pode ser que a pessoa bondosa esteja reparando o seu passado de erros, sabedora que a justa expiação das suas faltas lhe proporcionará a paz de consciência para avançar na senda do progresso mais livre e feliz no futuro.
Isso não é tudo, mas é o que conseguimos escrever nesse pequeno texto.
Fernando Rossit
Referências Bibliográficas:
(1) Tríade negra, Michael Onley , Universidade de Western Ontario. Acesso ao site <www.psiconlinews.com>;
(2) Apoio em texto original de Hugo Lapa.
Nota do Editor:
Imagem em destaque obtida no site <https://dialogosdosul.operamundi.uol.com.br/brasil/53489/a-banalidade-do-mal-em-uma-sociedade-que-se-formou-e-consolidou-por-meio-da-violencia>. Acesso em 10JAN2019.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Atendimento fraterno hoje quinta-feira


Tolerância X Respeito = Mais estudo


MINHA MISSÃO - Livro Obras Póstumas / Allan Kardec.

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Pergunta (a Hahnemann)

— Outro dia, disseram-me os Espíritos que eu tinha uma importante missão a cumprir e me indicaram o seu objeto. Desejaria saber se confirmas isso.

Resposta — Sim e, se observares as tuas aspirações e tendências e o objeto quase constante das tuas meditações,
não te surpreenderás com o que te foi dito. Tens que cumprir aquilo com que sonhas desde longo tempo. É preciso que nisso trabalhes ativamente, para estares pronto, pois mais próximo do que pensas vem o dia.

P. — Para desempenhar essa missão tal como a concebo, são-me necessários meios de execução que ainda não se acham ao meu alcance.
R. — Deixa que a Providência faça a sua obra e serás satisfeito.

ACONTECIMENTOS

Pergunta — A comunicação há dias dada faz presumir, ao que parece, acontecimentos muito graves. Poderás dar-nos algumas explicações a respeito?
Resposta — Não podemos precisar os fatos. O que podemos dizer é que haverá muitas ruínas e desolações, pois são chegados os tempos preditos de uma renovação da Humanidade.

P. — Quem causará essas ruínas? Será um cataclismo?
R. — Nenhum cataclismo de ordem material haverá, como o entendeis, mas flagelos de toda espécie assolarão as nações; a guerra dizimará os povos; as instituições vetustas se abismarão em ondas de sangue. Faz-se mister que o velho mundo se esboroe, para que uma nova era se abra ao progresso.

P. — A guerra não se circunscreverá então a uma região?
R. — Não, abrangerá a Terra.

P. — Nada, entretanto, neste momento, parece pressagiar uma tempestade próxima.
R. — As coisas estão por fio de teia de aranha, meio partido.

P. — Poder-se-á, sem indiscrição, perguntar donde partirá a primeira centelha?
R. — Da Itália.

Pergunta (à Verdade) 

— Que pensas de M...? 
É homem que venha a influir nos acontecimentos?
Resposta — Muito ruído. Ele tem boas idéias; é homem de ação, mas não é uma cabeça.

P. — Dever-se-á tomar ao pé da letra o que foi dito, isto é, que lhe cabe o papel de destruir o que existe?
R. — Não; pretendeu-se apenas personificar nele o partido cujas idéias ele representa.

P. — Posso manter com ele relações de amizade?
R. — Por enquanto, não; correrias perigos inúteis.

P. — Dispondo de um médium, diz M... que lhe determinaram a marcha dos acontecimentos, para, por assim dizer, uma data fixa. Será verdade?
R. — Sim, determinaram-lhe épocas, mas foram Espíritos levianos que lhe responderam, Espíritos que não sabem mais do que ele e que lhe exploram a exaltação. Sabes que
não devemos precisar as coisas futuras. Os acontecimentos pressentidos certamente se darão em tempo próximo, mas que não pode ser determinado.

P. — Disseram os Espíritos que os tempos são chegados em que tais coisas têm de acontecer: em que sentido se devem tomar essas palavras?
R. — Em se tratando de coisas de tanta gravidade, que são alguns anos a mais ou a menos? 
Elas nunca ocorrem bruscamente, como o chispar de um raio; são longamente preparadas por acontecimentos parciais que lhes servem como que de precursores, quais os rumores surdos que precedem a erupção de um vulcão. Pode-se, pois, dizer que os tempos são chegados, sem que isso signifique que as coisas sucederão amanhã. Significa unicamente que vos achais no período em que se verificarão.

P. — Confirmas o que foi dito, isto é, que não haverá cataclismos?
R. — Sem dúvida, não tendes que temer nem um dilúvio, nem o abrasamento do vosso planeta, nem outros fatos desse gênero, porquanto não se pode denominar cataclismos a perturbações locais que se têm produzido em todas as épocas. 

Apenas haverá um cataclismo de natureza moral, de que os homens serão os instrumentos.