#htmlcaption1 Deus, força e luz O evangelho ensinado e vivenciado ha 99 anos

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Diferença Entre Provas e Expiações

O Planeta Terra é um grande pronto socorro, um mundo escola. Nele habitam indivíduos que buscam a evolução moral e intelectual. Atualmente, a transição planetária está em vigor, isto é, o planeta está deixando o período de provas e expiações e se transformará em um mundo de regeneração.
Qual a diferença entre provas e expiações?
No livro O Consolador, Emmanuel esclarece de maneira clara e didática:
“A provação é a luta que ensina ao discípulo rebelde e preguiçoso a estrada do trabalho e da edificação espiritual. A expiação é a pena imposta ao malfeitor que comete um crime.”
Dessa maneira, fica claro o entendimento: as provas são testes, oportunidades benditas concebidas por Deus, pai de infinita bondade. Objetivam que o indivíduo vença suas más tendências, e na grande maioria das vezes, é o próprio que as escolhe de acordo com as possibilidades.
Já as expiações são impostas e decorrem de faltas cometidas pelo espírito, sempre com o objetivo de auxílio e amor, visando a reeducação do espírito. Porém, é bom que fique claro: Deus não pune nem condena, mas utiliza desse mecanismo, pois o espírito não está apto a compreender o que lhe seria mais útil para o seu progresso e purificação.
Na Revista Espírita, edição de Setembro de 1863, temos um valiosíssimo ensinamento, referente ao tema analisado no presente texto:
“As misérias deste mundo são, pois, expiações pelo seu lado efetivo e material, e provas pelas suas consequências morais. Qualquer que seja o nome que se lhes dê, o resultado deve ser o mesmo: a melhoria.” Em presença de um objetivo tão importante, seria pueril fazer uma questão de princípio de uma questão de palavra; isso provaria que se liga mais importância às palavras do que à coisa.”

Ouça aqui o programa Visita Sonora, que fala a respeito das Provas e Expiações.

Mariana Garofalo

Por Mariana Garofalo
Publicitária, Pós-graduanda em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais. Apresenta o programa Juventude Maior pela Rádio Boa Nova e TV Mundo Maior.

A lição da traça

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O escritor Wallace Leal Rodrigues apresenta em sua obra E, para o resto da vida, grandes tesouros para crianças e adultos.
Num dos capítulos, ele recorda de uma das lições de seu pai:
meu pai era um homem frugal e bom. Ensinou-me, desde muito cedo, a entreter-me com as coisas aparentemente mais simples.
Um dos meus passatempos em criança era colecionar os casulos das traças e assistir, na primavera, à emersão das borboletas, espetáculo - para mim – de arrebatadora beleza.
A luta delas para escapar do cárcere despertava, sempre, minha compaixão.
E um dia, com uma tesoura muito fina, papai veio e cortou a parede sedosa do casulo, ajudando o bichinho a se soltar.
A borboleta, daí a um instante, estava morta.
Era como se o trabalho fosse necessário à garantia de sua vida.
Filho” – disse papai -, “o esforço com que essa traça procura libertar-se do casulo ajuda-a a segregar os venenos do corpo.
Se o veneno não for expulso, o bichinho morrerá.
O mesmo ocorre com a gente: quando uma pessoa luta por aquilo que deseja torna-se melhor e mais forte.
Mas, quando as coisas se realizam sem esforço, nos tornamos fracos, pusilânimes, sem personalidade. E parece que alguma coisa morre dentro de nós.”
Sei, hoje, que fui mais capaz de sustentar-me na adversidade, graças à lição tão profunda e tão viva que meu pai soube dar-me naquele dia.
E tudo se deveu a uma pequenina traça morta...
*   *   *
Num mundo onde ainda se busca a vitória fácil, os ganhos materiais sem esforço e o sucesso instantâneo, a lição da traça é deveras importante.
É o esforço em conseguir algo que nos faz grandes.
O valor maior das verdadeiras conquistas não está apenas na conquista em si, mas em todo trabalho, em todo caminho que se percorreu para se chegar lá.
Assim também é a felicidade – uma construção.
Mesmo o sofrimento, tão temido por nós, é uma bênção, pois ele nos amadurece, colore a alma de tons de extrema beleza e nos proporciona crescimento estruturado, sem ameaça ou fragilidade que possibilite pensar na volta.
O trabalho é recurso abençoado que temos para expulsar de nós os venenos do orgulho e do egoísmo, e nos oferecer voo seguro após termos rompido – com nossa própria luta – o casulo de nossa ignorância.
Todo trabalho é sagrado, quando nos coloca como peça útil no meio social onde estamos inseridos, assim, todo trabalho digno é valioso e faz parte desse nosso processo de burilamento espiritual.
A lição da traça é a do trabalho e da resistência.
Quando achamos que as dores da vida, as provas difíceis e as vicissitudes diárias estão exaurindo nossas forças, tenhamos em mente que, em verdade, estão diluindo nossos tóxicos interiores e nos purificando a alma aprendiz.
Cada luta, cada dia resistido com bravura, é uma pequena fenda que se abre no casulo de nossa inferioridade moral, mostrando-nos a luz de dias melhores.
Trabalhemos com dedicação e amor. Resistamos às adversidades, tendo a certeza de que estão nos fazendo mais fortes. Enxerguemos no sofrer um recurso das leis divinas para o nosso amadurecimento como Espírito imortal que somos.
Pensemos nisso.

Atendimento fraterno hoje


domingo, 20 de janeiro de 2019

Síndrome do panico - na visão espirita


Qual a Explicação que o Espiritismo oferece para a Síndrome do Pânico?

1

Divaldo Franco: (…) O nome pânico vem do deus Pan, que na tradição grega apresenta-se com metade do corpo com forma humana e a outra com modulagem caprina. O deus Pan era guardador das montanhas da Arcádia e, quando alguém adentrava nos seus domínios, ele aparecia, produzindo no visitante o estado de pânico, palavra essa derivada do seu nome. Portanto, é um distúrbio muito antigo.
Invariavelmente a psicogênese do ponto de vista espírita encontra-se na consciência de culpa do paciente por atos perturbadores praticados na atual existência ou em existências pretéritas, o que proporciona um comportamento inseguro, desconfiado. 
Trata-se de alguém que busca esconder-se no corpo para fugir dos problemas que foram praticados anteriormente. Quando irrompe a síndrome do pânico, a sensação é terrível, porque é semelhante à da morte. É eminentemente um distúrbio feminino, embora atinja também, segundo os especialistas, o sexo masculino.
Segundo estou informado, faltando, naturalmente, confirmação científica, a síndrome do pânico nunca matou ninguém durante o surto, entretanto, aquela sensação horrorosa é praticamente igual à de morte.
Que fazer? 
Orar. 
Ter a certeza de que ela é de breve curso, procurar respirar profundamente, acalmar-se, vincular-se a Deus, rogar a proteção dos Espíritos nobres. 
Assim, lentamente, dá-se uma descarga de adrenalina, procedente das glândulas supra-renais, e o indivíduo refaz-se, passando aquele período mais doloroso, fazendo simultaneamente a terapêutica com um psiquiatra e, de acordo com a psicogênese, um psicólogo ou psicanalista. 
Nada obstante, eu sugeriria pessoalmente que a pessoa procurasse também as terapêuticas espíritas, quais as das boas palavras, das reuniões doutrinárias, do conhecimento de si mesmo, dos passes ou bioenergia, da água magnetizada e, por extensão, do socorro que os bons Espíritos propiciam através das reuniões mediúnicas de desobsessão, que dispensam a presença dos pacientes.
 Fonte: Grupo de Estudo Allan Kardec

O que acontece conosco após a morte?

na hora da morte
CHICO DE MINAS XAVIER | Irmão Luz
Minha filha, meu filho, com a morte do corpo físico, nosso espírito retorna ao plano espiritual para se restabelecer do aprendizado na maior de todas as escolas, a Terra.
Encontramos alimento integral para o nosso ser depois de intensos desafios da matéria, que não deixa de ser uma prisão para um espírito livre, tal qual uma águia sem as asas.
Mentores espirituais ligados à nossa missão aqui na terra, juntamente com familiares que nos são queridos, nos recebem nessa passagem de luz, compatível com a vibração do nosso ser.


Alguns de nós, pela sua próprio vibração, passarão uma temporada de despertar em regiões conhecidas como Umbral, até aceitarem a ajuda providencial para seguir a caminhada em uma colônia espiritual.
CHICO DE MINAS XAVIER | Irmão Luz
Minha filha, meu filho, com a morte do corpo físico, nosso espírito retorna ao plano espiritual para se restabelecer do aprendizado na maior de todas as escolas, a Terra.
Encontramos alimento integral para o nosso ser depois de intensos desafios da matéria, que não deixa de ser uma prisão para um espírito livre, tal qual uma águia sem as asas.
Mentores espirituais ligados à nossa missão aqui na terra, juntamente com familiares que nos são queridos, nos recebem nessa passagem de luz, compatível com a vibração do nosso ser.
Alguns de nós, pela sua próprio vibração, passarão uma temporada de despertar em regiões conhecidas como Umbral, até aceitarem a ajuda providencial para seguir a caminhada em uma colônia espiritual.
Nossa missão aqui na terra continua no plano espiritual, inspirando e auxiliando até mesmo de maneira direta irmãos que seguiram nossos passos nos mais diferentes campos de atuação.
Os céus, meus filhos, estão constantemente nos enviando os sinais, as inspirações necessárias para alcançarmos por nós mesmos o conhecimento pelo nosso desenvolvimento.
Os ministérios que conhecemos em governos por todo mundo existem em colônias como Nosso Lar e necessitam do nosso trabalho em prol do universo, atingindo todos os nossos irmãos, encarnados e desencarnados.

Você vive da aparência ou da essência?

tristeza
Minha filha, meu filho, todos nós tendemos a esquecer – mesmo que momentaneamente – a essência diante de uma sociedade altamente impositiva e que nos cobra mais do que humanamente podemos oferecer.
Muitos que zelam pela serenidade e paz interior conseguiram barrar a invasão dessas tendências da sociedade e produzem sabedoria, divulgando valorosos ensinamentos para o nosso despertar.
E o despertar está ligado à maneira racional de exercermos a fé e nos ver diante do mundo. Nos reconectando à nossa missão e ao reconhecermos nosso tempo e limitações.
O desespero que nos bate à porta é resultado desse não pertencimento no aqui e agora. Estamos deslocados dessa realidade que nos cerca para buscar o que passou ou que ainda não chegou.
A simples manutenção no aqui e agora nos traz a serenidade. E com ela, uma série de benefícios nos abraça a existência.
O resgate da essência, que enxergamos com o espelho da alma e não com o espelho da sociedade, nos possibilita autoconhecimento e amor próprio.
E com amor próprio, não há dúvida, a felicidade estará sempre presente em nossa vida, independente dos problemas, a maioria externos, criados por nós em busca de muitas coisas e situações que sequer precisamos para nosso corpo e alma.
Reflita.
Abraço fraterno do Irmão Luz.

sábado, 19 de janeiro de 2019

Atendimento hoje sabado


União e Unificação

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Filhas e filhos da alma, que Jesus nos abençoe!
A união dos espíritas é ação que não pode ser postergada e a unificação é o laço de segurança dessa união.
A união vitaliza os ideais dos trabalhadores, mas a unificação conduz com equilíbrio pelas trilhas do serviço.
A união demonstra a excelência da qualidade da Doutrina Espírita nos corações, mas a unificação preserva essa qualidade, para que passe à posteridade conforme recebemos do ínclito Codificador.
Em união somos felizes. Em unificação estamos garantindo a preservação do Movimento Espírita aos desafios do futuro.
Em união teremos resistência para enfrentar o mal que existe em nós e aquele que cerca o nosso caminho, tentando impossibilitar-nos o avanço. Em unificação estaremos consolidando as atividades que o futuro coroará de bênçãos.
Em união marcharemos ajudando-nos reciprocamente. Em unificação estaremos ampliando os horizontes da divulgação doutrinária em bases corretas e equilibradas.
Com união demonstraremos a nós mesmos que é possível amar sem exigir nada. Com unificação colocaremos as ideias pessoais em planos secundários, objetivando a coletividade.
Com união construiremos o bem, o belo e o nobre. Com Unificação traremos de volta o pensamento do Codificador, preservando a unidade da Doutrina e do Movimento Espírita. Com união entre os companheiros encarnados, tornaremos mais fácil o intercâmbio entre nós outros, os que os precedemos na viagem de volta, e eles, que rumam pela estrada difícil. Com unificação estaremos vivenciando o Evangelho de Jesus quando o Mestre assevera: Um só rebanho , um só pastor.
Unindo-nos, como verdadeiros irmãos, estabeleceremos o laço de identificação com os propósitos dos Mentores da Humanidade, que esperam a influência que o Espiritismo provocará no mundo, à medida que seja conhecido e adotado nas áreas da ciência, das artes, do pensamento filosófico e das religiões.
União para unificação, meus filhos, é o desafio do momento.
Rogando a Jesus que nos abençoe e nos dê a sua paz, o servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra
Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, por ocasião do encerramento do 1º Congresso Espírita do Estado do Rio de Janeiro, na manhã de 25.01.2004, na sede da Federação Espírita do Rio de Janeiro, em Niterói, RJ.

Por que os maus se dão bem na vida?

Por que as pessoas boas sofrem tanto, enquanto as más parecem prosperar?
Porque estão agindo no meio delas, no ambiente que dominam, perfeitamente. Sabemos que o mal ainda predomina na Terra, então é de se esperar que o mal se sobressaia, prepondere e prevaleça sobre o bem.
Numa sociedade mais justa, os maus se dão mal.
Existem diversas pesquisas que buscam encontrar uma razão que justifique o sucesso no campo profissional de pessoas consideradas más. Uma delas examinou se a resistência mental explica por que os indivíduos com caráter duvidoso atingem a excelência em suas vidas profissionais. Tecnicamente, essas pessoas fazem parte da “Tríade negra”, que é composta por indivíduos que se encaixam em perfis narcisistas, maquiavélicos e psicopáticos. O resultado pareceu óbvio: essas pessoas possuem alguns traços de tenacidade mental que lhes conferem vantagens no ambiente de trabalho, pois são ferrenhos na competição. (1)
Você já imaginou uma pessoa dessas (narcisista, maquiavélica e psicopática) como seu chefe?
Mas o que vem a ser uma pessoa boa e uma pessoa má segundo nosso ponto de vista?
A má é mais fácil de reconhecer, não obstante sermos mais rigorosos na avaliação quando somos nós a vítima. Mas, em geral, as pessoas más são egoístas, orgulhosas, prejudicam os outros, sem pudor ou ética, aproveitam-se de toda situação para levar vantagem, ganham dinheiro desonesto e, por aí vai.
Então, vendo tantos crimes e perversidades, dizemos:
– Aí está uma pessoa de sorte, tem tudo na vida e é feliz mesmo fazendo todas essas maldades.
Diferentemente das novelas televisivas onde todas as pessoas más se dão mal no final, a verdade é que na vida, muitas vezes, essas pessoas se dão bem sim. E se dão bem, justamente, porque o ambiente em que elas agem (nossa sociedade) facilita suas ações.
Mas será também que as aparências não enganam? Sendo a felicidade uma conquista interior, representada pela consciência tranquila, pela paz que se apresenta espontânea e NÃO por tudo aquilo que podemos conquistar e gozar, temporariamente, aqui na Terra, será possível e verdadeira essa posição de prosperidade das pessoas más?
A felicidade dos maus não estaria somente na aparência? Não têm eles problemas de relacionamento, por exemplo? Os filhos são disciplinados, educados, estudiosos e sem vícios? Se casados, como é o cônjuge? Bom companheiro, responsável, cumpridor de seus deveres e amigo? Na família não tem ninguém doente?
Claro que eles também têm muitos problemas. É impossível viver na Terra sem aflições, angústias ou pressões diversas.
E quanto às pessoas que julgamos boas? Por que muitas vezes sofrem tanto?
O padrão daquilo que julgamos ser “bondade” é algo que trazemos em nós. Dessa forma, ao analisarmos a índole de uma pessoa, corremos o risco em errar, até porque não temos a capacidade de ver o que se passa na intimidade de cada um.
Muitas pessoas poderão aparentar bondade, com o objetivo de conseguir alguma coisa. São bons atores, eis que usam seus atos dissimulados e fingidos para obterem alguma vantagem, nem que seja para alimentar seu ego (de acreditar ou mostrar que é uma pessoa boa).
Falam manso e devagar, aparentam calma, tranquilidade, muitas vezes, falam em nome de Deus, mas por dentro tem uma panela de pressão prestes a explodir.
Nesse caso, a bondade é apenas um verniz. Em dias de provação mais dura ou quando seus interesses pessoais são ameaçados, a máscara cai e a verdadeira pessoa surge, revelando sua natureza.
“Muitas pessoas que são supostamente boas, caso tivessem poder, usariam mal esse poder adquirido. Vemos todos os dias situações parecidas com essa. Pessoas que pareciam ser boas apenas por não lhes ter sido dada a oportunidade de se mostrarem tal como são. Como diz a máxima: ‘Quer conhecer uma pessoa? Dê poder a ela’.
É certo que muitos oprimidos anseiam em se tornar opressores. Ao invés de lutarem contra as injustiças, sonham em um dia terem as mesmas condições de seus algozes e ser como eles. Portanto, é preciso tomar cuidado com rótulos de bondade. Da mesma forma que não devemos fazer um julgamento de uma pessoa como sendo alguém mau e perverso, não devemos também julgar uma pessoa como sendo boa antes de conhecê-la mais a fundo.” (2)
Outra questão que precisamos entender é que as pessoas, realmente boas, são mais adiantadas espiritualmente e, por esse motivo, estão mais preparadas para enfrentar provas mais duras.
“Para entender esse ponto, vamos recorrer a um exemplo. Vamos imaginar um aluno da primeira série fazendo uma prova. Vamos imaginar também um aluno da sétima série fazendo uma prova. Cada um desses alunos realiza um exame que foi preparado de acordo com os conhecimentos do aluno dentro da série onde ele está. Alguém imagina o aluno da primeira série sendo obrigado a resolver as questões de uma prova da sétima série? Claro que não. O aluno da primeira série deverá fazer uma prova adaptada aos padrões de ensino da série em que se encontra.” (2)
“O mesmo ocorre com as almas que vem a esse mundo: as almas mais adiantadas podem sofrer provas mais difíceis porque já estão aptas a serem bem sucedidas. As almas mais atrasadas, por outro lado, não estão preparadas para provações mais complexas, mais duras, mais pesadas, que exijam muito delas, pois se isso ocorrer, elas facilmente vão sucumbir a essas adversidades. Não se pode exigir algo de quem não tem. Como diz a máxima: ‘Deus dá as batalhas mais difíceis aos seus melhores soldados’.” (2)
Por fim, não podemos nos esquecer de que, muitas vezes, nosso passado espiritual fala mais alto. Somos construtores do nosso destino e o fazemos com nossas escolhas e ações. Ora, como a Lei de Deus é perfeita, colhemos aquilo que semeamos nesta e em outras vidas.
Pode ser que a pessoa bondosa esteja reparando o seu passado de erros, sabedora que a justa expiação das suas faltas lhe proporcionará a paz de consciência para avançar na senda do progresso mais livre e feliz no futuro.
Isso não é tudo, mas é o que conseguimos escrever nesse pequeno texto.
Fernando Rossit
Referências Bibliográficas:
(1) Tríade negra, Michael Onley , Universidade de Western Ontario. Acesso ao site <www.psiconlinews.com>;
(2) Apoio em texto original de Hugo Lapa.
Nota do Editor:
Imagem em destaque obtida no site <https://dialogosdosul.operamundi.uol.com.br/brasil/53489/a-banalidade-do-mal-em-uma-sociedade-que-se-formou-e-consolidou-por-meio-da-violencia>. Acesso em 10JAN2019.