domingo, 24 de julho de 2016

Agradecer aos nossos patrocinadores




PROTEÇÃO ESPIRITUAL


Todos possuímos proteção espiritual. Revelam os Espíritos que, antes mesmo de nosso renascer, a cada um de nós foi designado um ser espiritual, mais elevado que seu tutelado, para nos orientar durante toda a encarnação na Terra inclua-se os momentos do planejamento reencarnatório e os primeiros instantes do retorno à pátria espiritual quando o Espírito se desvencilha do corpo físico.

O Catolicismo chama estes seres de Anjos da Guarda; em outros contextos religiosos, são conhecidos como Guias Espirituais. Na verdade, estes seres têm status espiritual conforme o nível evolutivo dos homens que se dispõem a orientar. Ressalvada a poesia de que estes Espíritos agem à feição de anjos e como a maioria de nós ainda tem pouco de angelical, isto implica que a maioria de nossos orientadores espirituais não precisam ser, necessariamente, anjos. Entre o estado espiritual da maioria dos humanos terrenos e o dos anjos, há uma imensa gama de seres espirituais que são capazes de orientar.

A palavra guia dá uma idéia de dependência que o indivíduo encarnado teria em relação ao seu tutor. Ser guiado por outrem, mesmo um Espírito, passa a idéia de ausência de responsabilidade do tutelado, como se este não possuísse livre-arbítrio e capacidade para decidir por si próprio.

Assim, devido a impossibilidade de Deus nos atender pessoalmente, ajuda-nos por meio de seus mensageiros. Independentemente do nome, o que importa é Deus não nos abandona nunca e sempre está disponível quando nos recolhemos (interiormente) e nos conectamos com Ele, através dos bons sentimentos em forma de prece. A resposta será a ativação da intuição em mim ou em alguém, conhecido ou não, que surge e decide nos ajudar naqueles momentos difíceis.

*Ideias Maravilhosas

EXILADOS DE CAPELA RAÇAS ADÂMICAS(Espíritos, vindos de outra esfera)


Milhões de espíritos não puderam permanecer num dos orbes do sistema de Capela, na Constelação do Cocheiro, justamente em razão da evolução espiritual que não se esforçaram por atingir.
Vieram então para a Terra, exilados, sendo carinhosamente acolhidos pelo nosso Governador Espiritual, Jesus Cristo, e aqui puderam dar continuidade ao seu processo evolutivo. Porém, encontraram na Terra condições de vida ainda bem inferiores e primitivas em relação às condições existentes naquele orbe evoluído de Capela.
Formaram-se então quatro grandes raças adâmicas. A Índia. A civilização egípcia. A civilização ariana. O povo de Israel.

O espírito Emmanuel, através da psicografia de Chico Xavier, nos oferece preciosos ensinamentos sobre esse assunto no livro “A Caminho da Luz”

TEXTO DE: Marcelo Badaró Duarte

A GERAÇÃO NOVA Por Allan Kardec


Para que na Terra sejam felizes os homens, preciso é que somente a povoem Espíritos bons, encarnados e desencarnados, que somente ao bem se dediquem. Havendo chegado o tempo, grande emigração se verifica dos que a habitam: a dos que praticam o mal pelo mal, ainda não tocados pelo sentimento do bem, os quais, já não sendo dignos do planeta transformado, serão excluídos, porque, senão, lhe ocasionariam de novo perturbação e confusão e constituiriam obstáculo ao progresso. Irão expiar o endurecimento de seus corações, uns em mundos inferiores, outros em raças terrestres ainda atrasadas, equivalentes a mundos daquela ordem, aos quais levarão os conhecimentos que hajam adquirido, tendo por missão fazê-las avançar. Substituí-los-ão Espíritos melhores, que farão reinarem em seu seio a justiça, a paz e a fraternidade.

sábado, 23 de julho de 2016

É amanha as 17.30hs


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Sinais trocados, valores invertidos!

valores-invertidos-creditos-felipe-barcellos
“(…) observamos na paisagem político-social da Terra as aberrações, os absurdos teóricos, os extremismos, operando a inversão de todos os valores.” (1)
Amigos de estudos doutrinários, Emmanuel afirma que vivemos tempos em que os valores encontram-se invertidos. Isso equivale a dizer, basicamente, que os sinais estão trocados: damos grande importância às coisas que tem pouca ou nenhuma importância e damos pouca ou nenhuma importância àquilo que tem grande valor.
Sinais trocados, valores invertidos: o que vale MENOS (+) para nós é MAIS (-) e o que vale MAIS (-) para nós é MENOS (+)!
Compreendeu! (?)
Quais valores estão invertidos, deve ser a primeira pergunta que você se fez. A quê tenho dado grande importância e que não vale tanto quanto aquilo que eu deveria dar mais valor, mas não dou?
Pois bem, vamos a uma pequena lista exemplificativa:
– você tem ido a academias de ginástica e salões de beleza, ultimamente? Justo, muito justo; mas tem também dedicado tempo para o fortalecimento do ânimo e embelezamento dos sentimentos, através da leitura de um bom livro ou da frequência a uma reunião de estudos doutrinários?
– reúne parentes e amigos para confraternizações em torno de uma churrasqueira? Que ótimo! Mas consegue reservar meia horinha na semana, com os familiares, para alimentar a alma em torno do “culto do evangelho no lar”?
– lazeres no final de semana, como não? Mas também um espaçozinho na agenda das diversões para levar a alegria do alimento, do abrigo ou da palavra amiga àqueles menos aquinhoados que você?
Não é difícil perceber que ocupam, grande parte de nossas atenções, os cuidados com o primeiro grupamento de atividades, muitas vezes, em detrimento dos do outro.
No entanto, já fomos informados pelos luminares da Codificação que sim, existem dois mundos, um material e outro espiritual, que se entrelaçam e interpenetram e que o mais importante deles é o mundo espiritual, “porque preexiste e sobrevive a tudo”. (2)
Sempre bom voltarmos ao grande dia do Calvário, justamente para relembrar aquele momento em que se defrontam duas formas distintas de ver o mundo e de interpretar a vida: a maneira de Pilatos, representante de César e, por extensão, da vida material e dos interesses terrenos, e o modo como Jesus via as coisas, representante de Deus e, por extensão, da vida espiritual e dos interesses eternos.
“Meu Reino não é deste Mundo” (3) – dirá Ele, como a informar a Pilatos, na ocasião, e à humanidade, por extensão, que há um lugar, que não é o do aqui nem o do agora, em que as coisas terão os seus valores ajustados na medida certa. Um com os olhos no presente, outro com os olhos no futuro, olhando para as mesmas coisas da vida sob perspectiva diversa.
Pontos de vista, dirá o Codificador (4).
Alma amiga e irmã, enquanto não observarmos os sinais corretos, os valores prosseguirão invertidos: priorizamos a matéria, menosprezamos o espírito e o mundo segue sua sina na lógica dos célebres provérbios “quem pode mais chora menos” e do “farinha pouca meu pirão primeiro” que, de algum modo, expressam nossa compreensão (distorcida) dos valores da vida e das coisas que a compõem.
A verdade é que a matéria nos distrai e entretém a tal ponto que esquecemos a realidade da alma, a prevalência do espírito e lavamos as mãos para Jesus por muito menos que Pilatos.
Pode o barco estar na água, mas a água não deve estar no barco; pode o Homem viver no mundo, mas o mundo não pode viver nele – já alertava o milenar Hinduísmo.
Estar no mundo, sem pertencer a ele, ou ainda, viver no mundo, mas não só de pão, eis aí o bíblico desafio!
Difícil, sem dúvida, mas ajuda se destrocarmos os sinais e passarmos a dar os valores justos às coisas.
***
E é aí que os Espíritos da Codificação, tal qual o Senhor, nos colocam a ordem precisa dos valores que devemos buscar para dar sentido à vida: o mundo espiritual é o MAIS importante.
Paulo Lara
Referências Bibliográficas:
(1) “O Consolador” (Emmanuel/Chico Xavier), q. 207;
(2) “O Livro dos Espíritos”, questões 84/85/86;
(3) “Bíblia Sarada”, Jo; 18-36;
(4) “O Evangelho segundo o Espiritismo”, capítulo II, item 5;
Nota do Editor:
Imagem em destaque é fotografia do fotógrafo Felipe Barcellos, disponível em <https://www.facebook.com/felipebvisuals>. Acesso em 21JUL2016.

COMO AMAR O INIMIGO?


Amar aos inimigos, não é, pois, ter por eles uma afeição que não é natural, uma vez que o contato de um inimigo faz bater o coração de maneira inteiramente diversa que o de um amigo. Mas é não lhes ter ódio, nem rancor, ou desejo de vingança. É perdoá-los sem segunda intenção e incondicionalmente, pelo mal que nos fizeram. É não opor nenhum obstáculo à reconciliação. É desejar-lhes o bem em vez do mal. É alegrar-nos em lugar de aborrecer-nos com o bem que os atinge. É estender-lhes a mão prestativa em caso de necessidade. É abster-nos, por atos e palavras, de tudo o que possa prejudicá-los. É, enfim, pagar-lhes em tudo o mal com o bem, sem a intenção de humilhá-los. Todo aquele que assim fizer, cumpre as condições do mandamento: Amai aos vossos inimigos.


Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo)

Domingo estamos em comemoração todos estão convidados para conhecer


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Atendimento fraterno

Resultado de imagem para atendimento espiritual
QUINTA:DAS 19:15 as 20:30hs -
Abertura: Pres. Antonio Rodrigues Ribeiro.
 Atendimento Médico Espiritual.
 Limpeza.
 Passe.

Os sapatos dos outros - sobre empatia

Os países de língua inglesa usam um termo muito interessante para explicar a empatia: colocar seus pés nos sapatos dos outros.
Trata-se de um exercício difícil, num primeiro momento, mas, que depois de aprendido, torna-se grande aliado para melhorar as nossas relações com o próximo.
Essa técnica envolve a capacidade de suspender provisoriamente a insistência no próprio ponto de vista, e encarar a situação a partir da perspectiva do outro.
Significa imaginar qual seria a situação caso se estivesse no seu lugar, como se lidaria com o fato.
Isso ajuda a desenvolver uma conscientização dos sentimentos do outro e um respeito por eles, o que é um importante fator para a redução de conflitos e problemas nas relações.
Só vestindo o calçado do outro saberemos se ele é apertado ou não, se machuca aqui ou ali, e assim poderemos compreender e tomar atitudes mais eficazes para consolar e ajudar.

Quem tem a habilidade da empatia consegue desenvolver a compaixão e estender as mãos para auxiliar.
Para que alguém esteja apto a, verdadeiramente, consolar alguém, é indispensável ter a percepção ou mesmo a compreensão do que está sofrendo aquele que busca ou aguarda consolação.
Quem tem o comportamento empático compreende melhor, e julga menos, ou julga com menos severidade.
Quem usa a empatia entende as razões do outro e consegue suavizar o ódio, o rancor, o ressentimento, preparando-se melhor para o perdão.
A empatia ou a falta dela pode determinar se um lar viverá em constante guerra ou harmonia.
Os pais precisam da empatia na educação dos filhos, colocando-se em seu lugar constantemente – evitando as broncas desnecessárias, os comportamentos distanciadores e a falta de contato com as emoções das crianças.
Os filhos devem usar de empatia com os pais, percebendo e entendendo suas preocupações, suas dúvidas, suas inseguranças, e sua vontade de sempre acertar e de fazer o melhor para seus rebentos.
A esposa precisa colocar-se no lugar do marido, o marido no lugar da esposa. Ambos precisam conhecer o mundo do outro, suas angústias, suas dificuldades e o que lhe dá alegria.
Puxa... Que dia terrível você teve hoje! Vou tentar ajudá-lo fazendo uma comidinha bem gostosa para nós dois. Assim esquecemos um pouco dos problemas.
Eis o exemplo de um gesto simples, mas precioso, de empatia.
Ainda outro:
Que trabalheira você tem em casa, meu amor... Acho que você precisa sair um pouco para espairecer, não é? Vamos sair só nós dois para jantar?
A criatividade voltada para o bem nos dará tantas e tantas ideias de como realizar esse processo empático, indispensável para a sobrevivência dos lares.
Se desejamos harmonia e melhoria nas relações, temos que passar pela empatia, indubitavelmente.
*  *  *
Experimentemos usar o sapato do outro. Experimentemos o mundo a partir do ponto de vista do outro. Saiamos do egocentrismo destruidor ainda hoje.